Filme genérico, mais uma vez tentando fazer o de sempre... Usar uma mulher e a filha como heroínas. Mal interpretado. Muito melo drama de segunda categoria. Ainda espero filmes mais fortes de personagens femininas. Parem de tentar por elas onde já existiu filme com atores masculinos. Fica feio genérico fraco.
A crítica especializada detonou o filme mas eu me diverti muito. É um bom filme de ação para entretenimento. Eu não consigo não gostar de nada que Viola Davis faça.
Não entendo como alguns não gostaram desse filme, uns dos poucos que vejo sem pegar no celular, amei o filme, mtos acharam exagero a cenas da Viola, mas ela antes já foi pra guerra, fora que uma mãe é capaz de tudo pra salvar seus filhos e filme não passa de ficção.
Viola sempre impecável, consegue conduzir as cenas que está muito bem, um vilão genérico com tecnologia atual, sinto a participação dos filhos devagar muito no contesto do filme. Seja só pra trama familiar "adolescente", porém tem cenas muito boas, adivinhem, com a Viola protagonizando a sua maioria. A Ideia é boa, mas o roteiro se perde do meio pro fim. O cliché de plot twist que ficou explícito na primeira conversa com a protagonista, fez tudo ficar mais chato pra mim. Filme legal mas não o melhor de 2025.
Sabe aquele chato que senta do seu lado no cinema e fica dizendo "isso jamais aconteceria"? Então... em "G20", você não só se junta a ele, como provavelmente vira o líder do grupo. Porque não dá. O filme é uma sucessão de absurdos, do tipo que te faz questionar se os roteiristas estavam escrevendo sob efeito de adrenalina ou apenas ignorando a lógica por completo.
A premissa já é um desafio à suspensão de descrença: um ataque terrorista ao G20 em solo americano. Ok, vamos embarcar. Mas daí a ver a presidente dos EUA (Viola Davis, que está tentando salvar o que pode) bancando a heroína solitária, enquanto o serviço secreto tropeça em suas próprias falhas, já é demais. A tecnologia usada pelos vilões parece saída de um episódio esquecido de Power Rangers, e as decisões táticas são dignas de um filme caseiro.
O problema não é o exagero. Filmes de ação vivem disso. O problema é que "G20" se leva a sério demais, e nisso acaba ficando entre o ridículo e o entediante. Se pelo menos abraçasse a galhofa, talvez fosse divertido. Mas não: tenta ser tenso, dramático... e falha miseravelmente.
No fim, "G20" é aquele filme que faz você olhar pro lado, procurar alguém pra rir junto, e dizer: “não é possível”. E não, não é mesmo.
Roteiro fantasioso e sem sentido nenhum, muito chato, cenas de ação foram forçadas e mentirosas, nada de bom nessa bomba, só não é pior do que a Branca de Neve da Rachel Zegler
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