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"O filme oferece um estudo interessante da fragilidade de Callas, mas peca na execução de sua história e da parte musical."
Maria (Angelina Jolie) retrata os últimos dias da cantora Maria Callas, em Paris, onde se confronta com sua fragilidade, identidade e o fim de sua carreira. O filme mistura momentos de sua vida e reflexão sobre sua arte, oferecendo uma visão intimista de sua batalha para recuperar a voz e aceitar.
O diretor segue o estilo de Spencer e Jackie, mostrando a fragilidade de figuras icônicas, com foco nos momentos mais sombrios de suas vidas. O uso de metalinguagem e flashbacks oferece uma perspectiva reflexiva, mas a abordagem de certos temas, como o relacionamento com Onassis e a parte musical, tira um pouco da fluidez do filme. A atuação de Jolie é competente, mas o trabalho com a voz da cantora poderia ser mais convincente.
Maria (Angelina Jolie) retrata os últimos dias da cantora Maria Callas, em Paris, onde se confronta com sua fragilidade, identidade e o fim de sua carreira. O filme mistura momentos de sua vida e reflexão sobre sua arte, oferecendo uma visão intimista de sua batalha para recuperar a voz e aceitar.
O diretor segue o estilo de Spencer e Jackie, mostrando a fragilidade de figuras icônicas, com foco nos momentos mais sombrios de suas vidas. O uso de metalinguagem e flashbacks oferece uma perspectiva reflexiva, mas a abordagem de certos temas, como o relacionamento com Onassis e a parte musical, tira um pouco da fluidez do filme. A atuação de Jolie é competente, mas o trabalho com a voz da cantora poderia ser mais convincente.
Péssimo! Um filme monótono, arrastado e tedioso. A abordagem defeituosa do diretor e do roteiro foca quase tudo na última semana da vida de Maria Callas onde quase nada acontece e a monotonia impera com pouquíssimos flashes do passado glorioso da diva do canto lírico. A vida de Maria Callas daria um excelente filme se fosse abordada de forma dinâmica e da maneira correta. Faltou um roteiro dinâmico e uma abordagem correta da direção do filme.
Sinopse:
Estrelado por Angelina Jolie como MARIA CALLAS, o filme retrata a maior cantora de ópera do mundo, enquanto ela se retira para Paris depois de uma vida glamorosa e tumultuada aos olhos do público. O longa reimagina a lendária artista nos seus últimos dias, enquanto se confronta com a sua identidade e vida.
Crítica:
"Maria", dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie na pele da icônica soprano Maria Callas, é uma obra que brilha tanto pela sua estética quanto pela profundidade emocional que oferece. O filme se passa em um cenário deslumbrante em Paris, habilmente capturado através de uma fotografia que é, ao mesmo tempo, poética e evocativa. Cada cena é uma pintura visual que transporta o espectador para a rica e tumultuada vida da artista, evidenciando a opulência do passado e a melancolia do presente.
A trilha sonora é outro ponto alto do longa. As notas poderosas da ópera, aliadas às composições sutis que permeiam a narrativa, criam uma atmosfera envolvente que ressoa com a luta interna de Callas. Ao longo do filme, a música não apenas complementa, mas também amplifica os sentimentos de solidão e busca por identidade que permeiam a vida da protagonista.
A atuação de Angelina Jolie é, sem dúvida, um dos melhores papéis de sua carreira. Ela traz uma vulnerabilidade impressionante à figura de Callas, capturando a força e a fragilidade da artista ao mesmo tempo. O olhar intenso e as nuances em sua interpretação tornam cada cena a que ela se dedica memorável, elevando o filme a um patamar emocional elevado.
No entanto, a direção de Larraín apresenta alguns momentos em que a narrativa poderia ser mais coesa. Apesar das cenas visualmente impressionantes, em algumas partes o ritmo parece hesitante, o que pode desviar a atenção do espectador da profundidade da história. Isso não diminui, no entanto, o impacto geral da obra.
Em suma, "Maria" é uma jornada visual e emocional que homenageia uma das maiores vozes da ópera. A combinação da excelente performance de Jolie, a fotografia exuberante e a trilha sonora envolvente fazem deste filme um triunfo, apesar de algumas falhas na direção. Trata-se de uma reflexão sensível e rica sobre a complexidade de uma vida marcada pela paixão e pelo sacrifício.
Estrelado por Angelina Jolie como MARIA CALLAS, o filme retrata a maior cantora de ópera do mundo, enquanto ela se retira para Paris depois de uma vida glamorosa e tumultuada aos olhos do público. O longa reimagina a lendária artista nos seus últimos dias, enquanto se confronta com a sua identidade e vida.
Crítica:
"Maria", dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie na pele da icônica soprano Maria Callas, é uma obra que brilha tanto pela sua estética quanto pela profundidade emocional que oferece. O filme se passa em um cenário deslumbrante em Paris, habilmente capturado através de uma fotografia que é, ao mesmo tempo, poética e evocativa. Cada cena é uma pintura visual que transporta o espectador para a rica e tumultuada vida da artista, evidenciando a opulência do passado e a melancolia do presente.
A trilha sonora é outro ponto alto do longa. As notas poderosas da ópera, aliadas às composições sutis que permeiam a narrativa, criam uma atmosfera envolvente que ressoa com a luta interna de Callas. Ao longo do filme, a música não apenas complementa, mas também amplifica os sentimentos de solidão e busca por identidade que permeiam a vida da protagonista.
A atuação de Angelina Jolie é, sem dúvida, um dos melhores papéis de sua carreira. Ela traz uma vulnerabilidade impressionante à figura de Callas, capturando a força e a fragilidade da artista ao mesmo tempo. O olhar intenso e as nuances em sua interpretação tornam cada cena a que ela se dedica memorável, elevando o filme a um patamar emocional elevado.
No entanto, a direção de Larraín apresenta alguns momentos em que a narrativa poderia ser mais coesa. Apesar das cenas visualmente impressionantes, em algumas partes o ritmo parece hesitante, o que pode desviar a atenção do espectador da profundidade da história. Isso não diminui, no entanto, o impacto geral da obra.
Em suma, "Maria" é uma jornada visual e emocional que homenageia uma das maiores vozes da ópera. A combinação da excelente performance de Jolie, a fotografia exuberante e a trilha sonora envolvente fazem deste filme um triunfo, apesar de algumas falhas na direção. Trata-se de uma reflexão sensível e rica sobre a complexidade de uma vida marcada pela paixão e pelo sacrifício.
Duas horas de Angelina Jolie interpretando Angelina Jolie... Uma pena... Callas merece uma atriz a altura.
Fechando a trilogia que começou com Jackie e passando pelo maravilhoso Spencer, Pablo Larrin nos brinda com um belissimo espetáculo visual em Callas. Embora o filme seja um primor, o diretor dá uma derrapada deixando de contar muito sobre a história da soprano Maria Callas preferindo narrar as últimas semanas antes de sua morte. O que se vê na tela é uma personagem triste, amarga e perfeccionista. Mesmo com momentos em que a dublagem é notória, o filme se sobressai , principalmente nos quesitos técnicos. O filme tem a atuação espetacular de Angelina Jolie. O figurino é a direção de arte são impecáveis. Embora seja um filme exageradamente triste, pra mim já figura na lista dos melhores do ano.
Maria Callas não foi lendária estrela do cinema e sim da Ópera favor corrigir o texto. Para não passar informações falsas. Obrigado.
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