Invocação do Mal 4: O Último Ritual
Média
3,7
425 notas

108 Críticas do usuário

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27 críticas
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Alex Guerra
Alex Guerra

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de setembro de 2025
Talves o mais assustador de todos. Com figuras muito marcante.
Mas em historia , nao teve nada demais.
Gersinho Dourado
Gersinho Dourado

10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de setembro de 2025
James Wan teria feito melhor, que nem nos dois primeiros filmes de Invocação do Mal. Pra mim, Michael Chaves não conseguia superar a direção do Wan
Caso haja um próximo filme desse universo, prefiro que James Wan volte a dirigir, ou Corin Hardy(A Freira)
Jose Carlos
Jose Carlos

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de setembro de 2025
Uma História Assustadora da família e bem emocionante também , eu gostei demais spoiler:
personagens anteriores dos outros filmes me emocionou nessa parte
Leonardo Nogueira
Leonardo Nogueira

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de setembro de 2025
Mas o que realmente destaca este filme é a capacidade de criar uma sensação de medo que vai além do jump scare. É um filme que vai te fazer questionar o que é real e o que é apenas sua imaginação.
Sergio Vieira
Sergio Vieira

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de setembro de 2025
O quarto capítulo da famosa franquia chega aos cinemas tentando recuperar o fôlego perdido no filme anterior. O resultado? Um esforço mediano, que confirma que a série já perdeu muito do charme dos dois primeiros filmes.

O que funciona

A direção acerta em alguns pontos técnicos: a escolha das cores, com forte presença do laranja e azul, cria uma atmosfera visual marcante. spoiler: A tempestade no momento da ação é um cliché
, mas bem usado para dar intensidade à cena. E spoiler: há uma sequência que merece destaque: a menina a vomitar vidros, um momento genuinamente perturbador e desconfortável — finalmente um arrepio à moda antiga do universo Conjuring.


O que falha

Infelizmente, o filme tropeça nos aspetos narrativos. spoiler: A primeira família amaldiçoada desaparece da trama sem conclusão satisfatória. A segunda, ligada ao espelho, é pouco explorada, desperdiçando potencial de medo e empatia. Em vez disso, o roteiro insiste em dar destaque ao drama romântico de Judy e o seu novo namorado, desviando a atenção do que realmente importa: a maldição e o terror. O clímax, previsível e sem risco real para os protagonistas, resulta em uma expulsão demoníaca fraca e sem impacto emocional.


Veredito

The Conjuring 4 tenta reencontrar a consistência da saga, mas falha ao priorizar melodrama em vez de sustos memoráveis. Fica a sensação de um filme que poderia ter sido muito mais, mas optou por caminhos fáceis.

Nota final: 4,2/10
2 de 5
Myn
Myn

25 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de setembro de 2025
Virei um fã da franquia. Gostei muito desse filme, teve uma cena que levei susto, e olha que sou difícil de assutar em filmes. Gostei da história, efeitos, atuação e encerramento.
Não vou dar 5 estrelas pois alguns pontos achei que poderiam ser melhores como: spoiler:
a ligação de ter aparecido a Anabelle, já que ela estava presa, nem ao fato da garota contar isso pra sua Mãe pra tentar desvendar quando ela a viu. Outro ponto seria o fato deles usarem pouco a palavra de Deus pra expulsar o demônio. spoiler:


Não podemos negar que foi uma obra prima do "terror" essa franquia, ainda mais se passando por fatos reais e contando a história com fotos reais do casal Ed e Lorraine Warren.
Bruno Conceição
Bruno Conceição

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de setembro de 2025
Adorei, simplesmente magní
Diego Machado
Diego Machado

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de setembro de 2025
Sem sobra de dúvidas, filme para fechar a saga. Porém sinto que faltou algo que outros tinhas e esse deixou se lado. Filme mostra bastante sobre o passado mais sinto que poderia ter focado no que realmente interessa.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 478 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de setembro de 2025
Invocação do Mal 4: O Último Ritual chega aos cinemas com um peso enorme nas costas: encerrar uma das maiores franquias de terror dos últimos tempos e, ao mesmo tempo, tentar superar a recepção negativa de seu antecessor. O terceiro filme já havia sido alvo de críticas por fugir da essência dos dois primeiros capítulos e por apresentar um antagonista sem o mesmo impacto de figuras como Annabelle e A Freira. Dessa vez, a expectativa era de um retorno às origens, algo que pudesse dar aos fãs um desfecho digno. Porém, ao trazer praticamente a mesma equipe criativa do filme anterior, já havia um indício de que talvez estivéssemos diante de mais um tropeço, e de fato é o que se confirma.

Na trama, acompanhamos Ed e Lorraine Warren já aposentados, principalmente por causa dos problemas cardíacos de Ed, que agora vivem ao lado de sua filha adolescente, Judy. A tranquilidade não dura muito quando Judy se envolve com uma família atormentada por espíritos e demônios, trazendo de volta uma entidade que conecta o passado de Lorraine ao presente. Essa dinâmica familiar se torna o eixo central da narrativa e, nesse ponto, o filme consegue emocionar. Existe um clima de despedida que se sustenta nas atuações intensas de Vera Farmiga e Patrick Wilson, que continuam a carregar a franquia com carisma e presença. A adição de Judy também dá frescor à história, permitindo que o público perceba como acompanhou o crescimento da personagem ao longo dos anos e agora se despeça dela junto dos pais. A química entre os três e até mesmo a inclusão de um namorado de Judy trazem esse senso de família que humaniza o longa e o diferencia dos anteriores.

O problema é que, ao investir tanto na dimensão emotiva, o filme deixa de lado o que deveria ser sua principal força: o terror. E aqui reside uma das maiores contradições do longa. Ele tenta se equilibrar entre o horror não mostrado, aquele que se constrói no olhar das vítimas, no jogo de câmera e nas sombras ao fundo, e o terror explícito, com entidades reveladas em cena. Quando aposta no primeiro, o resultado é eficiente: Michael Chaves consegue criar momentos de tensão genuína ao explorar o desconforto diante do desconhecido. As reações dos personagens, o uso de elementos cotidianos que se transformam em gatilhos de medo e o clima de suspense sustentam boas sequências. Porém, quando o filme precisa mostrar suas criaturas, tudo desmorona. O CGI é mal-acabado a ponto de distrair o espectador, tirando qualquer impacto das cenas que deveriam causar pavor. O que deveria ser assustador se transforma em algo quase risível, e o pior é que o próprio diretor parece dar destaque a esses efeitos falhos em momentos cruciais, como nos jumpscares. Essa fragilidade técnica mina a credibilidade do terror e reforça a sensação de que o filme se prometia grandioso, mas se mostra limitado e pouco inspirado.

O antagonista, que deveria ser memorável, é justamente o mais fraco de toda a franquia. Enquanto Annabelle e A Freira marcaram presença a ponto de ganharem filmes próprios, aqui temos uma entidade genérica e mal desenvolvida. O clímax, que deveria ser épico e aterrorizante, se reduz a um embate contra um objeto amaldiçoado. Para uma saga que sempre se destacou por confrontos finais intensos e viscerais, esse desfecho soa simplista demais. Até mesmo o problema cardíaco de Ed, introduzido como um elemento que poderia trazer vulnerabilidade e urgência, é tratado de maneira superficial: em um momento ele mal consegue se mover, no outro está correndo e pulando em meio à ação como se nada tivesse acontecido. O roteiro desperdiça a oportunidade de transformar essa fragilidade em um recurso dramático que ampliaria a tensão.

Outro aspecto decepcionante é o tratamento dado à família atormentada que inicialmente motiva o retorno dos Warren. O roteiro até introduz esse núcleo com certo cuidado, mas rapidamente os personagens são deixados de lado. Depois que se encontram com os protagonistas, eles praticamente desaparecem da narrativa, tornando-se apenas um pretexto para movimentar a trama. Esse descaso contrasta com os dois primeiros filmes, em que as famílias em perigo eram parte fundamental da história e mantinham o público investido em seu destino. Aqui, a sensação é de que tudo gira em torno da despedida dos Warren, enquanto os coadjuvantes se tornam irrelevantes.

No fim, Invocação do Mal 4: O Último Ritual é, sem dúvida, o capítulo menos assustador da franquia, mas também o mais emotivo. O carisma de Vera Farmiga e Patrick Wilson, aliado ao frescor que Mia Tomlinson traz como Judy, sustenta boa parte da experiência e mantém o público interessado em acompanhar aqueles personagens. Existe um valor inegável em ver essa família que aprendemos a conhecer ao longo dos anos se despedindo em um tom melancólico. Contudo, quando pensamos na essência da franquia, que sempre foi entregar vilões icônicos, cenas de pavor memoráveis e finais eletrizantes, este encerramento fica muito aquém do esperado. O que deveria ser o grande caso da vida dos Warren se revela uma trama morna, marcada por efeitos falhos, sustos previsíveis e uma ameaça sem peso.

Assim, o filme até consegue emocionar, mas não assusta. Até consegue encerrar uma história, mas não honra a grandiosidade da franquia. Até consegue trazer um clima de despedida, mas não deixa aquela sensação de apoteose que um capítulo final deveria provocar. O Último Ritual se despede de forma melancólica, não apenas pelos sentimentos que evoca, mas pela constatação de que a franquia merecia um final muito mais grandioso e aterrorizante do que este.
Isadora Fernandes dos Santos
Isadora Fernandes dos Santos

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de setembro de 2025
O filme muito bom melhor que o terceiro com absoluta certeza, poderiam ter aprofundado mais na entidade demoníaca única crítica.
Recomendo demais
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