Invocação do Mal 4: O Último Ritual
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3,7
425 notas

108 Críticas do usuário

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27 críticas
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Juddyalves888
Juddyalves888

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de outubro de 2025
Quando se assiste os filmes anteriores dessa franquia se espera que um próximo filme seja tão bom quanto,mas ai eles entregam um filme onde tudo gira em torno de um espelho (o que faz com que não prenda a atenção ) não foi explicado bem o que tinha de demoníaco nesse espelho e isso deixou o filme bem fraquinho .Mostrar a ligação familiar deles que foi bunitinho de ver mas fora de contexto pra um filme de terror. A historia da familia que estava com demônio dentro de casa foi muito rasa,faltou explorar a historia ,faltou mais terror. Aquele namorado/noivo da filha do Ed e da Lorraine so atrapalhou o filme (eu torci pra ele morrer várias vezes) e ficou aquela pergunta no ar quando a Lorraine diz "tudo era a Judy" tudo o que? Porque não houve uma explicação para nada disso. Nos outros filmes da franquia eles dao ate o nome do demonio que esta nas casas e nesse simplesmente largaram uns espiritos e a anabelle e pronto. O filme não prende a atenção ,nao é nem de perto igual aos outros filmes da franquia ,ficou parecendo que fizeram o filme sem vontade e deixaram que o público entendesse como quisesse. Mas enfim essa é somente minha opinião .
Cleiton
Cleiton

1 seguidor 82 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de outubro de 2025
Invocação do Mal 4 (2025) fez um trabalho incrível mesmo eu não sendo fã da franquia. A atmosfera do filme é envolvente e cria tensão de forma consistente. A fotografia é bastante escura; talvez pudesse variar a paleta de cores em alguns momentos, como Wes Craven faz em Pânico e A Hora do Pesadelo, para dar mais dinâmica visual. O paralelo entre Ed e Lorraine e a história “real” não funcionou tão bem para mim, mas entendo a intenção. Os efeitos especiais têm potencial para evoluir, explorando mais elementos psicodélicos e menos reação dos atores. O filme também deixa um gancho interessante para novos personagens, possivelmente dando espaço para o genro e a filha de Ed e Lorraine nos próximos filmes. No geral, não é ruim e tem elementos que podem agradar ainda mais os fãs com ajustes sutis.
alef vianna
alef vianna

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de outubro de 2025
P filme e sem sal as aparições sao apenas as de sempre e o filme gira em torno de spoiler: um espelho a melhor parte foi a da filha deles possuida
Marcos Vinicius
Marcos Vinicius

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de outubro de 2025
UM FILME MUITO FRACO, OS WAREN COMEÇAM A ATUAR SÓ NO FINAL DO FILME.... UNS SUSTOS MUITO PATÉTICOS, UMA HISTÓRIA DE MAIS DE 2 HORAS, ONDE SÓ NOS 20 MINUTOS FINAIS OS WAREN VÃO AJUDAR A FAMILIA... MUITO FRACO E UM CLIMA DE SUSPENSE, LONGE PRA MIM DE SER TERROR
Everton Luís
Everton Luís

5 seguidores 106 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de outubro de 2025
O filme inicia com todo o gás, como se fosse fechar com chave de ouro uma franquia de tanto sucesso, mas a partir do momento em que enfia um romance no meio, tudo desanda, os atores Mia Tomlinson e Tony Spera não tem química nenhuma! As cenas dos dois são tediosas e desnecessárias.
Não gostei da escolha de elenco, do enredo e muito menos do roteiro, faltou conexão do telespectador com a família Smurl.
A cena final enfrentando o espelho ficou escura demais, não deu para curtir muito a experiência.
Marina Amaral
Marina Amaral

10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de outubro de 2025
Não sei se eu assisti contaminada com o bombardeio de coisas que saíram na internet sobre o Ed e a Lorraine, mas entendi que do universo talvez esse tenha sido o segundo pior filme, perdendo apenas para Anabelle 3, que é bem ruim. Achei o filme sem conteúdo, conteúdo pouco explorado, uma coisa meio corrida (?), não dá pra falar que é péssimo, mas também não vai dar pra falar que é uma obra prima. É feito pra bilheteria, sem intenção de entregar qualidade.
Walison Fernandes Barros
Walison Fernandes Barros

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de outubro de 2025
Crítica | Invocação do Mal 4: O Último Ritual — Um ritual final marcado pela emoção e pela familiaridade

Desde que Invocação do Mal estreou em 2013, o universo cinematográfico dos Warren tornou-se sinônimo de terror religioso contemporâneo. Em Invocação do Mal 4: O Último Ritual (título original: The Conjuring: Last Rites), a franquia entrega aquilo que anunciava: um desfecho para Ed e Lorraine Warren — mas ao fazer isso, busca equilibrar a conclusão de um legado com uma história que ainda sustente o susto e a tensão.

Dirigido por Michael Chaves — que já esteve à frente de The Nun II e Invocação do Mal: A Fúria do Diabo — o filme tenta fechar ciclos e revisitar temas centrais sem sacrificar a aura sobrenatural que se tornou marca registrada da saga.


O que mudou / o que o filme propõe

Uma trama mais intimista e centrada: Em vez de expandir para novos casos dramáticos, Último Ritual volta ao básico: um espelho ancestral, uma família assombrada — o caso Smurl — e a urgência espiritual que sempre permeou a Bros. integrou o “caso do espelho” desde um prólogo ambientado em 1964, para tornar o arco circular e simbólico.

Tempo e legado: O longa se passa em 1986, já com Ed e Lorraine enfrentando limitações — Ed sofre com problemas cardíacos, e a notoriedade dos Warren está em declínio. A atriz Mia Tomlinson assume o papel de Judy Warren, agora adulta, incorporando o elemento familiar como peça central da narrativa.

Convergência com o passado: O espelho que assombra a família Smurl é o mesmo que, décadas antes, influenciou eventos traumáticos na vida de Lorraine, unindo passado e presente no mesmo ritual desesperado.

Humano em primeiro plano: Em comparação a alguns filmes anteriores que privilegiam o espetáculo demoníaco, Último Ritual foca mais nos Warren, seus dilemas, sua fé e suas relações familiares — especialmente com Judy e seu namorado Tony (Ben Hardy).


Essas propostas não revolucionam a fórmula, mas evidenciam uma tentativa consciente de oferecer um encerramento digno para personagens que já fazem parte do imaginário do terror moderno.

A essência mantida

Apesar de buscar novos contornos, o filme preserva muitos elementos que consagraram a franquia:

A presença demoníaca: O mal continua atuando de forma furtiva, manipuladora, distorcendo percepções, fechando portas, criando labirintos psicológicos — mesmo que às vezes o CGI suavize o efeito.

Atmosfera religiosa: Rituais, símbolos católicos, igrejas, cruzes e a fé como contrapeso ao horror seguem sendo o terreno onde o filme mais se firma.

Tensão e sustos clássicos: O clássico balanço entre construção silenciosa, sombras e sustos repentinos — embora o filme recorra com frequência a jump scares e sons altos — permanece como recurso narrativo.

Relatos reais e mitologia da franquia: A história tira inspiração do caso real dos Smurl, bem como aproveita a mitologia já construída nos filmes anteriores para ressoar com fãs da saga.


Assim, O Último Ritual continua reconhecível como um filme do Conjuring Universe, com seus símbolos, seus medos e sua fé.



Pontos fortes

1. Emoção em meio ao terror
Um dos acertos mais claros do filme é apostar no vínculo entre Ed, Lorraine e Judy. Ao humanizar a trajetória dos Warren — com medos, desgaste, escolhas e limites — o filme ganha peso dramático além dos sustos.


2. Atuações sólidas
Patrick Wilson e Vera Farmiga, mais do que figurantes da franquia, conferem credibilidade emocional aos personagens. Eles trazem uma “história vivida” para a tela.


3. Ritmo e estrutura narrativa
Embora o filme tenha momentos de lentidão, sua progressão é clara: apresentação, construção de mistério, escalada do mal e confronto final. A evolução da trama funciona bem para quem já conhece a fórmula.


4. Episódios de terror bem construídos
Alguns momentos — como cenas com espelhos, sequências em corredores escuros, manipulações visuais — destacam-se pela direção bem pensada, uso de tensão gradual e envolvimento sensorial.


5. Fechamento simbólico e ambicioso
O uso do espelho como elemento narrativo central cria um jogo de reflexão — literal e metafórico — sobre trauma, legado e exorcismos internos. A proposta de “último caso” dos Warren é carregada de simbolismo e talvez represente um ponto emocional mais alto da saga.



O que pode dividir opiniões

Dependência de fórmulas conhecidas
Para alguns espectadores, Último Ritual se apoia demais em convenções já gastas da franquia — jump scares previsíveis, tropeços de lógica demoníaca no final, exposição de mitologia em vez de mistério.

Pacing desigual
Há trechos narrativos que parecem se arrastar, especialmente antes da convergência entre os Warren e a família Smurl. Alguns críticos sugerem que o filme poderia ter sido mais enxuto (por volta de 120 minutos) em vez de seus 135.

Uso de efeitos visuais
Em certas sequências mais “viscerais”, o film recorre a CGI ou manipulações digitais que “limpam” o horror em vez de torná-lo crível. Isso pode diluir parte do efeito assustador.

Lógica demoníaca inconsistente
Em momentos finais, algumas capacidades do mal parecem esquecidas ou mal explicadas (portas que deveriam estar seladas, personagens que deveriam agir com obstinação e às vezes são passíveis de ser superados com relativa facilidade). Essa simplificação dramática incomoda espectadores mais atentos.

Peso da expectativa como “último capítulo”
Ao anunciar um encerramento para os Warren, o filme carrega um fardo: precisa ser memorável, simbólico, ressonante. Para muitos, ele oferece um desfecho emocional satisfatório para os personagens, mas não um terror inovador ou profundamente inesquecível. A sensação de “filme competente, mas não brilhante” divide opiniões.



Veredito

Invocação do Mal 4: O Último Ritual oferece um ritual final que privilegia o humano, o simbólico e o emocional, mais do que a pura escalada demoníaca. Ele traz momentos impressionantes de terror, atuações dignas e um encerramento que ressoa com quem acompanhou a franquia desde o início.

Por outro lado, não se arrisca tanto quanto poderia: muitas fórmulas já vistas retornam, e alguns tropeços narrativos diminuem o impacto. Mesmo assim, como despedida de Ed e Lorraine Warren, é um capítulo digno — que provavelmente agradará fãs fiéis mais do que buscadores de inovações no gênero.

⭐ Minha nota: 5,0/
Daniel Scamine
Daniel Scamine

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de setembro de 2025
O mais fraco dos 4, tive que lutar contra o sono no cinema! É muito arrastado, e o maior vilão do filme é o colesterol do Ed Warren. Faltaram mais cenas de terror, um ritmo mais empolgante, e um vilão decente! Espere para assistir no streaming, no cinema não vale o ingresso!
akatxgx
akatxgx

3 seguidores 34 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de setembro de 2025
Um bom filme e funcionou bem como ponto final da saga. O roteiro foi consistente e as atuações estavam excelentes. O que deixou a desejar foi o exagero de alguns feitos especiais que ficaram mal feitos e algumas cenas exageradas, típico do terror ghost
WagnerSantos
WagnerSantos

6 seguidores 110 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de setembro de 2025
O inicio é promissor, as atuações são convincentes, o roteiro interessante permitindo uma conversa com os universo Anabelle...porém, o excesso de cliches, ultrabatidos nos filmes do genero, cansam. Não há nada de diferente dos outros. Por que todo filme terror, ou pelo menos a grande maioria, tem q ter chuvas, trovões e pouca luz nos momentos finais? Ta cansativo,
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