Um grande filme de ficção científica. É o tipo de filme que te deixa ligado o tempo todo, em meio a tanta tensão. Arnold Schwazenneger nos dá uma atuação digna e se sai muito bem como o Exterminador, que aqui é o grande vilão do filme mas que mais na frente viria a vir para o lado do bem. As cenas de perseguição são ótimas, a ação não deixa a desejar, os efeitos são bons para a época, é de fato um excelente filme. Pra quem curte ficção científica como eu, esse filme é obrigatório, além de ser um clássico. Super recomendo.
Saído de um pesadelo do visionário diretor James Cameron surge o início de uma franquia diferente de tudo visto até então, o filme captura sua atenção e brinca com sua cabeça deixando você sem saber até o meio da perseguicao quem é vilão e quem é mocinho, até se desenrolar em um intrigante jogo de sobrevivência, com efeitos decentes em stop-motion do visionário estúdio de Stan Winston o filme não só diverte mas deixa uma sensação de angústia e é alívio ao final sobre a responsabilidade e o perigo da tecnologia.
Não há porque eu me preocupar com spoilers. É praticamente impossível que você, até o presente momento, ainda não tenha assistido O Exterminador do Futuro. Houve uma época – nos idos anos 90 – que esse filme tinha presença cativa nas tardes e noites dos principais canais da TV aberta.
Estamos falando de um clássico, um cult da ficção científica, um filme icônico da década de 80. Um pontapé inicial – e muito bem certeiro, diga-se de passagem – de um dos mais emblemáticos pilares da cultura pop.
E, sem sombras de dúvida, um dos trabalhos mais belos e bem-acabados do diretor James Cameron.
Num mundo futurista, pós-apocalíptico, especificamente na Los Angeles do ano de 2029, as máquinas inteligentes estão em guerra contra os poucos humanos que ainda restam. Neste contexto, um ciborgue assassino chamado de “Exterminador” (Schwarzenegger) é enviado para o presente (1984), para matar a Sarah Connor (Linda Hamilton), futura mãe do líder da resistência. A estratégia é brilhante na sua simplicidade.
Kyle Reese (Michael Biehn), um sobrevivente do futuro também é enviado para 1984, para interceptar o robô, salvar Connor e, num aspecto mais amplo, não só salvar o futuro, mas também “gerá-lo”.
O roteiro é inteligente e econômico, perfeitamente casado com uma técnica sóbria de filmagem. Arte dramática pura – nas perseguições de carros, inclusive. O Exterminador do Futuro é o resultado de um leitor assíduo de Philip K. Dick que se descobriu fã ardoroso de George Miller.
Reese é a perfeita antítese do Exterminador. Enquanto Reese é o “cúmulo” humano, o medo, um quê de atabalhoado, caótico – o Exterminador é a personificação da eficácia, da implacabilidade.
É realmente interessante constatar que não houve melhor papel para Arnold Schwarzenegger que o de Exterminador. E creio que nunca mais haverá. Principalmente o vilão deste primeiro filme da franquia. O ciborgue serviu nele como uma luva. É difícil – para não dizer impossível – vê-lo em qualquer filme e não encontrar a mesma atuação mecânica, engessada, o gestual lento e nada à vontade, o repertório pobre de expressões, a voz monocórdia com forte sotaque. Não à toa que Arnold era conhecido, à época, de “Carvalho Austríaco”. Um fisiculturista – portanto, um não-ator – vindo de filmes menores, seriados de TV e o sucesso Conan, o Bárbaro (1982), encarnou de tal maneira o ciborgue assassino (ou o papel fora feito sob medida para ele?) que isso, de fato, tornou-se num marco, num “personagem-prisão” para Arnold Schwarzenegger.
E aqui já encontramos um Cameron obcecado pela parte técnica do cinema, desde a découpage do roteiro até pelo visual e efeitos especiais, mesmo sendo um filme de orçamento modesto.
É isso que merece ser frisado. Ao contrário de suas (super) produções mais recentes, em Exterminador, a história é maior do que as imagens – ainda que impressionantes.
filme perfeito, tudo nele é perfeito, esse filme é minha infãncia, se tivesse parado no segundo filme seria uma das melhores séries de filmes já feitas
Um clássico dos anos 80! Roteiro bem amarrado, historia bem contada. Saí do cinema pensando no cara que voltou para ter apenas uma noite de amor com a mulher da foto
Um dos melhores filmes que mesclam ação com ficção científica já feitos! Um clássico, onde um ciborgue exterminador, com organismos e pele e carne de verdade para facilitar infiltrações, é enviado do futuro pelo sistema auto-funcional Skynet, para matar Sarah Connor, a mãe de John Connor, futuro líder da resistência contra as máquinas. E o próprio John Connor envia um dos membros da resistência para protêge-la, Kyle Reese, que sem saber, é o pai de Connor. Uma trama envolvente com suspense, fazendo quem assiste sentir a agonia de Sarah ao fugir do exterminador, que é implácavel e como máquina, sem nenhuma piedade de quem estiver em seu caminho, e com a ajuda de Reese, compreender o que passa, assim, tendo espaço também para uma história de amor no meio da violência e da fuga, vendo como que John Connor surge. James Cameron demonstra em O Exterminador do Futuro todo o seu talento como diretor, que culminaria em outros clássicos no cinema, incluindo a sequência deste longa aqui. Schwarzenegger como exterminador faz muito bem seu papel e com frieza pontual para o realismo de interpretar um ciborgue. Linda Hamilton e Michael Biehn tambêm fazem atuações ótimas. Excelente filme!
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