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#BRUNO #
9 seguidores
406 críticas
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4,0
Enviada em 27 de abril de 2025
O último filme da trilogia (Pearl e X)... Ti West finaliza a vida de Maxine, que sempre sonhou em ser uma famosa. O filme não é um terror e sim um suspense/drama. Não digo que é uma obra prima, mas é um bom filme.
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
2 seguidores
69 críticas
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0,5
Enviada em 5 de abril de 2025
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MaXXXine (2024) – o fim trágico de uma trilogia que prometia
Sério mesmo… QUE FILME HORRÍVEL! Eu fui assistir MaXXXine achando que ia ver o desfecho épico da trilogia que começou com X e Pearl, dois filmes que, apesar dos defeitos, ainda entregavam uma história envolvente, com personagens marcantes e uma pegada única. Mas MaXXXine? Cara, é um desastre completo.
A começar pela história, que não vai pra lugar nenhum. Maxine está em Los Angeles tentando virar atriz famosa, e é isso. Duas horas de filme vendo ela andando de um lado pro outro, enquanto um assassino solto parece mais figurante do que ameaça. Tentam empurrar um suspense que simplesmente não existe. Tem zero tensão, zero mistério, zero empolgação.
A direção parece perdida. O Ti West tenta criar uma vibe oitentista, mas exagera tanto nos filtros, nas referências forçadas e nas cores neon que parece que a gente tá preso num clipe ruim da MTV dos anos 80. E o pior: ele tenta dar um ar "cult" pro filme, como se estivesse fazendo uma obra de arte profunda, mas na prática não tem conteúdo nenhum. É só pose.
Os personagens novos são um completo desperdício. Kevin Bacon está irreconhecível, mal aproveitado. A própria Maxine, que tinha uma história trágica e forte nos filmes anteriores, aqui parece sem propósito. Ela só tá lá. Mia Goth é talentosa, claro, mas o roteiro é tão fraco que nem ela consegue salvar.
E o terror, cadê? Esse filme não assusta, não choca, não intriga. É um vazio total. Parece que esqueceram que esse era pra ser o clímax da trilogia. As cenas de “tensão” são mal dirigidas, previsíveis e sem impacto nenhum. E o assassino? Um dos vilões mais sem graça e esquecíveis que eu já vi. Juro, eu fiquei com vergonha alheia.
Pra completar, o final é tão... bobo. Você assiste tudo esperando alguma reviravolta, algum momento marcante, e nada acontece. Só termina. E você fica se perguntando: “Era isso?” Foi essa a trilogia que tanto prometeram?
Enfim, MaXXXine é uma enorme decepção. Um filme que não sabe o que quer ser, que se leva a sério demais, mas entrega de menos. É o típico exemplo de quando a forma tenta ser mais importante que o conteúdo – e o resultado é um filme vazio, sem alma, e completamente esquecível.
Nota: 2/10. Só ganhou 2 pontos porque a Mia Goth tentou. Mas o resto? Pode jogar no lixo.
MaXXXine é o terceiro filme da trilogia X, que começou (seguindo uma ordem cronologia) por Pearl (2022) e X – A marca da morte (2022). O filme segue com a direção e roteiro de Ti West. Nesse novo filme, estamos na década de 1980 em Hollywood, e continuamos a acompanhar Maxine (Mia Goth), que tem a sua grande chance de conseguir o seu estrelado longe dos filmes adultos. Porém enquanto a atriz se esforça para conseguir um papel em um filme de terror, um assassino em série começa a perseguir algumas celebridades e pessoas próxima a mesma. West procura neste filme trazer novos elementos para a sequência, saindo da violência gratuita do campo, para espaços urbanos, marcados por seus problemas como violência e protestos. Mesmo com um elenco interessante como Kevin Bacon como detetive John Labat, bastante caricato e Bobby Cannavale como um detetive extremamente clichês, funcionam para o proposito do filme, mas não acrescentam em nada na história. West também montou o palco logo na primeira cena do filme para Mia brilhar, e a mesma faz isso com classe em um monologo que foi o seu ponto alto do filme. Porém, a sequência fica abaixo dos 2 primeiros filmes, pois a tentativa de colocar o perigo o tempo todo no filme não funciona bem.
o filme apesar de não possuir um enredo inovador e ser mais um horror trash, consegue prender o telespectador por bastante tempo com um plot twist e enredo razoáveis, por mais que atriz Mia Goht seja a queridinha de Hollywood achei sua performance melhor no filme PERL deixando a desejar em Maxxxine ,resumindo, o filme não é uma inovação, sendo uma ótima distração para o sábado a noite. PS :adorei a fotografia do filme
Mediocre ao extremo. Usaram a história do Richard Ramirez pra dar um ar de terror que não significou absolutamente nada no filme. Além da história extremamente vazia sobre uma personagem mais vazia ainda. É uma trilogia bem ruim olhando bem.
MaXXXine foi o que menos gostei da trilogia, apesar da trilha sonora, ambientação e maquiagem dos anos 80, além da filmagem no cenário original de Psicose. O roteiro é inferior aos dois primeiros, mas Mia Goth continua dando um show de interpretação.
Cara, bem fraco mesmo para não dizer ruim. Essa franquia vêm em um declínio se comparado com o primeiro filme que foi muito bom, o segundo inferior, mas também bom, aí chegou esse e estragou de vez! Apesar de ser uma continuação direta ao primeiro filme, parece ser totalmente desconectado com este universo, fazendo parecer ser um filme aquém de uma franquia, ficou bem estranho... A história até tem uma boa premissa no início, mas que não empolga muito na execução e o terceiro ato é meio patético. O filme surgiu de um suspense/terror e descambou para quase um drama/suspense psicológico. Bem ruim!
Dentre todos os filmes dessa trilogia, esse foi o que eu mais gostei. Os outros era uma confusão só que sequer fazia sentido ser uma saga. Esse filme conseguiu ter uma boa continuidade. Por mais que nesse filme deveria ser considerado um slasher, gostei muito da temática dele e seu plot twist. Por fim, finalmente a Pearl ou Maxinie consegue realizar seu sonho, trazendo o final justo para a trilogia.
O terceiro filme de uma franquia muito boa com uma protagonista ótima cheia de força e vigor! Não Chega a ser tão bom como os anteriores, mas entrega bem sua história.
Maxxxine (2024) de Ti West segue a trilogia iniciada com X e Pearl, trazendo uma final girl antiética e imoral. Maxine (Mia Goth) luta para esconder seu passado e se tornar uma estrela em Hollywood, enquanto lida com um serial killer e o mistério de assassinatos na cidade. O filme se destaca pela recriação visual dos anos 80, com referências ao cinema de terror da época, mas perde intensidade no horror, preferindo uma crítica social afiada. Embora o slasher seja mais discreto, a provocação das instituições e a excelente performance de Goth fazem com que o filme não caia no ostracismo.
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