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Gostei que o filme não reduz nunca Bruno à doença dele; ele fica antes de tudo um adolescente, com os desejos de pertencer ao grupo, as primeiras relações amorosas, o ciúme, os erros e os modelos de masculinidade que ele aprendeu a reproduzir. Acho bonita a contradição no centro do filme, enquanto ele perde progressivamente a capacidade de ver, ele aprende ao mesmo tempo a olhar diferentemente as pessoas que o cercam e a questionar alguns preconceitos que ele aceitava até lá sem realmente perguntar por eles. O título é igualmente marcante porque o Bruno começa quase a ressentir a saudade do mundo visível antes mesmo de o ter completamente perdido, como se algumas coisas se tornassem já lembranças no momento em que ele as olha. Acho legal que o filme não apresenta a cecidade como uma prova que basta vencer; o Bruno não cura, e é tanto ele quanto o círculo de amigos que devem aprender a construir de outra forma a relação ao mundo…
Bom filme nacional, que apesar das dificuldades de filmagem, entrega uma boa história que comove com sua boa essência.
Emotivo e sensível, mas poderia explorar mais a jornada interna.
"Saudade Fez Morada Aqui Dentro" (2023), de Haroldo Borges, acompanha Bruno (Bruno Jeferson), um adolescente de 15 anos que perde a visão de forma irreversível. O filme explora sua jornada de aceitação, focando nas relações familiares e sociais, e como as pessoas ao seu redor lidam com sua condição.
A direção aproxima o espectador da família de Bruno, mostrando o apoio e as dificuldades de lidar com a tragédia. O roteiro permite que os personagens se expressem, trazendo temas como homofobia e a inclusão escolar de Bruno. Ambientado no interior da Bahia, o filme usa a simplicidade dos cenários para refletir a realidade da família e o esforço da escola.
Com uma narrativa bem dosada, "Saudade Fez Morada Aqui Dentro" é uma história emocionante sobre a importância da família e da solidariedade.
"Saudade Fez Morada Aqui Dentro" (2023), de Haroldo Borges, acompanha Bruno (Bruno Jeferson), um adolescente de 15 anos que perde a visão de forma irreversível. O filme explora sua jornada de aceitação, focando nas relações familiares e sociais, e como as pessoas ao seu redor lidam com sua condição.
A direção aproxima o espectador da família de Bruno, mostrando o apoio e as dificuldades de lidar com a tragédia. O roteiro permite que os personagens se expressem, trazendo temas como homofobia e a inclusão escolar de Bruno. Ambientado no interior da Bahia, o filme usa a simplicidade dos cenários para refletir a realidade da família e o esforço da escola.
Com uma narrativa bem dosada, "Saudade Fez Morada Aqui Dentro" é uma história emocionante sobre a importância da família e da solidariedade.
Achei muito bom, excelente pra passa em escolas! Acorda uma questão muito importante, enquanto mostra uma realidade das famílias brasileira com poucos recurso pra saúde.
Filme de uma sensibilidade extrema - em sua simplicidade passa 100% de realidade - Amei este filme - super recomendo
Um filme que nos apresenta como protagonista o adolescente Bruno, de 15 anos. O rapaz está enfrentando uma doença que pode tirar sua visão. Diante disso, vivenciamos o dia a dia de Bruno, com todas as questões inerentes de sua idade contadas de uma forma leve e profunda. O filme é muito sensível ao tratar do tema central, como também os personagens e temáticas que circundam Bruno. Certamente, vale a pena assistir.
Sinopse:
Bruno tem 15 anos e está perdendo a visão de forma irreversível. Com todas as incertezas da adolescência, amplificadas pela cegueira iminente, Bruno precisa lidar com seu destino trágico e lidar com as adversidades da melhor maneira possível.
Crítica:
"Saudade Fez Morada Aqui Dentro", dirigido por Haroldo Borges, é uma obra que traz à tona questões profundas da adolescência entrelaçadas com a luta contra a cegueira irreversível de Bruno, um jovem de 15 anos. O filme consegue capturar a complexidade das emoções que acompanham essa fase da vida, marcada por incertezas e descobertas, ampliadas pela perspectiva angustiante da perda da visão.
A narrativa, embora baseada em um tema delicado, apresenta Bruno como um protagonista que, apesar das adversidades, busca encontrar significado em meio ao caos. O desenvolvimento do personagem é um dos pontos altos da produção, pois segue uma jornada de autodescoberta e resiliência. As situações que ele enfrenta são tratadas com sensibilidade, fazendo com que o espectador sinta empatia por suas lutas internas.
A direção de Haroldo Borges merece destaque, com escolhas visuais que refletem a perspectiva de Bruno. As cenas que simbolizam a perda de visão são impactantes e provocam uma reflexão sobre como enxergamos o mundo ao nosso redor. A trilha sonora também contribui para a atmosfera emocional, conduzindo o público por meio das experiências do protagonista.
No entanto, o filme às vezes se afunda em um realismo excessivo, o que pode desviar a atenção do espectador. Algumas sequências arrastam-se em um ritmo que, embora necessário para mostrar a profundidade emocional, pode se tornar cansativo. Além disso, a inclusão de personagens secundários, embora relevante, poderia ter recebido maior desenvolvimento para gerar uma conexão mais sólida com a trama principal.
Em suma, "Saudade Fez Morada Aqui Dentro" é uma obra comovente que aborda as preocupações adolescentes em um contexto de perda e aceitação. Através de um enredo sensível e performances autênticas, o filme convida a uma reflexão sobre resiliência diante das adversidades. É uma experiência cinematográfica que, apesar de alguns deslizes, deixa uma marca significativa no espectador, lembrando-nos da fragilidade e da beleza da vida.
Bruno tem 15 anos e está perdendo a visão de forma irreversível. Com todas as incertezas da adolescência, amplificadas pela cegueira iminente, Bruno precisa lidar com seu destino trágico e lidar com as adversidades da melhor maneira possível.
Crítica:
"Saudade Fez Morada Aqui Dentro", dirigido por Haroldo Borges, é uma obra que traz à tona questões profundas da adolescência entrelaçadas com a luta contra a cegueira irreversível de Bruno, um jovem de 15 anos. O filme consegue capturar a complexidade das emoções que acompanham essa fase da vida, marcada por incertezas e descobertas, ampliadas pela perspectiva angustiante da perda da visão.
A narrativa, embora baseada em um tema delicado, apresenta Bruno como um protagonista que, apesar das adversidades, busca encontrar significado em meio ao caos. O desenvolvimento do personagem é um dos pontos altos da produção, pois segue uma jornada de autodescoberta e resiliência. As situações que ele enfrenta são tratadas com sensibilidade, fazendo com que o espectador sinta empatia por suas lutas internas.
A direção de Haroldo Borges merece destaque, com escolhas visuais que refletem a perspectiva de Bruno. As cenas que simbolizam a perda de visão são impactantes e provocam uma reflexão sobre como enxergamos o mundo ao nosso redor. A trilha sonora também contribui para a atmosfera emocional, conduzindo o público por meio das experiências do protagonista.
No entanto, o filme às vezes se afunda em um realismo excessivo, o que pode desviar a atenção do espectador. Algumas sequências arrastam-se em um ritmo que, embora necessário para mostrar a profundidade emocional, pode se tornar cansativo. Além disso, a inclusão de personagens secundários, embora relevante, poderia ter recebido maior desenvolvimento para gerar uma conexão mais sólida com a trama principal.
Em suma, "Saudade Fez Morada Aqui Dentro" é uma obra comovente que aborda as preocupações adolescentes em um contexto de perda e aceitação. Através de um enredo sensível e performances autênticas, o filme convida a uma reflexão sobre resiliência diante das adversidades. É uma experiência cinematográfica que, apesar de alguns deslizes, deixa uma marca significativa no espectador, lembrando-nos da fragilidade e da beleza da vida.
Um dos piores filmes que já assisti.
Difícil entender o que eles falam. Som abafado.
Fui assistir achando que era bom, já que a crítica está a falando muito bem e terminei ??????
A história tinha tudo para ser boa, mas achei tudo muito nada a ver.
Difícil entender o que eles falam. Som abafado.
Fui assistir achando que era bom, já que a crítica está a falando muito bem e terminei ??????
A história tinha tudo para ser boa, mas achei tudo muito nada a ver.
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