O filme GOAT conta a história de Cameron, um jovem jogador que sofre um ataque de um fã, colocando sua carreira em risco. Com medo de nunca mais poder jogar e de ver seu sonho acabar, ele recebe um convite inesperado: treinar com o GOAT, um jogador lendário que ele admira profundamente e que sempre foi sua maior inspiração.
Ao chegar ao local de treinamento, Cameron percebe que as regras são rígidas. Ele não pode usar o celular, e o “treinador” afirma que, para alcançar a excelência, os jogadores precisam focar apenas no esporte, deixando de lado qualquer distração externa. No início, tudo parece fazer parte de um método intenso de preparação, mas, ao longo do filme, Cameron começa a notar comportamentos estranhos e situações perturbadoras acontecendo naquele lugar.
Conforme a história avança, a admiração de Cameron se transforma em desconfiança. No final, ele descobre que o GOAT, que antes era seu ídolo, participa de uma seita. Para conseguir sair dali e sobreviver, Cameron precisa lutar. Ele acaba vencendo o confronto e mata todos os envolvidos na seita, encerrando aquele ciclo de manipulação e perigo.
Apesar de a trama ter ideias interessantes e um começo promissor, eu esperava mais do desenvolvimento do filme. Ainda assim, GOAT é um filme que prende a atenção e mistura esporte, suspense e terror psicológico. Ele mostra como a idolatria excessiva pode cegar as pessoas e levar a situações perigosas, o que torna a experiência válida, mesmo com algumas expectativas não totalmente atendidas.[spoiler]