Conclave
Média
3,9
553 notas

111 Críticas do usuário

5
22 críticas
4
36 críticas
3
18 críticas
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16 críticas
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9 críticas
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Inez Chaves
Inez Chaves

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
Roteiro original, atuações brilhantes e uma história corajosa que te prende do começo ao fim. Filmão!
Gab
Gab

4 seguidores 66 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2025
muito bom , super interessante, trama engenhosa e inteligente com otimas montagens e otimas atuacoes
Abdul Hadi
Abdul Hadi

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de novembro de 2025
Dirigida por Edward Berger y protagonizada por Ralph Fiennes, la película ofrece suspense e intriga política con un reparto estelar. Si bien algunos críticos argumentan que se centra más en las luchas de poder que en la teología, sigue siendo una película imprescindible para los amantes de los dramas inteligentes. Para quienes disfrutan de las experiencias inmersivas, pueden consultar una detallada simulación de aventura en /
Antoine C.
Antoine C.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
The Perfect Vase Clos !
O caricatural é de propósito e a mensagem límpida é universal
Atuação perfeita de Raph Fiennes
Marcio Castro
Marcio Castro

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2025
O filme traz reflexões importantes sobre a essência humana em situações de poder e decisão, entre os quais ideologia, pragmatismo, vaidade, arrogância, compromisso coletivo e moral. A linha tênue que separa as condições e ações humanas é trabalhada profundamente.
WagnerSantos
WagnerSantos

6 seguidores 111 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2025
Uma longa reunião de cardeais para a escolha do novo papa, cercado de intrigas, conspiração e escândalos, mediados por um decano magistralmente interpretado por Ralph Fienes. Embora tenha um final bastante desconfortante, capaz de incomodar os adeptos da fé cristã, o filme tem muitos méritos. Mas essa é uma das propostas da arte: incomodar, tirar da zona de conforto. Os quesitos técnicos do filme são um show a parte: A fotografia é maravilhosa. A direção de arte tratando com esmero cada detalhe do ambiente, é uma obra de arte. Os figurinos com as cores exaltantes da hierarquia dos membros das igrejas, um primor. O roteiro muito bem estruturado com sequencias que conseguem prender. Sem contar os excepcionais diálogos. Vale destacar as atuações, todas, sem exceção, um espetáculo. Um filme digno de disputa em diversas categorias do Oscar.
Vitória Castro
Vitória Castro

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2025
O Papa morreu, e agora?

A premissa inicial do filme parece levar o espectador a uma busca pelo assassino do falecido pontífice, já que a sua morte vem a ser uma surpresa para os demais membros da Igreja. Entre reviravoltas e segredos, Lawrence (protagonista principal) é encarregado de conduzir o Conclave, isto é, uma reunião do sacro colégio de cardeais, com o objetivo de eleger um novo pontífice.

Os líderes mais poderosos da Igreja Católica reunidos em um só lugar, cada um com seus interesses e todos dispostos a vestir a batina branca, o que poderia dar errado?

De uma forma que nos faz lembrar das intrigas palacianas proporcionadas por Game of Thrones, Conclave, de forma autêntica, nos mostra que para além da fé, outros dilemas precisam ser considerados para que um novo Papa seja eleito.

Temas como o divórcio, homossexualidade, feminismo, visibilidade trans, liberdade religiosa entre outros são discutidos no filme, fazendo o espectador refletir sobre tais questões que vez ou outra tornam-se foco de debate em assembleias religiosas.

Por fim, entre os embates que mais parece um cenário político, o discurso de um dos cardeais me chamou atenção: “A coisa com a qual você está lutando está aqui, dentro de cada um de nós, se cedermos ao ódio agora, se falarmos de “lados” em vez de falar por cada homem e mulher [...] nestes últimos dias nos mostramos pequenos homens mesquinhos, parecemos preocupados apenas conosco mesmos, com Roma, com a eleição e com o poder. Mas essas coisas não são a Igreja. A Igreja não é tradição. A Igreja não é o passado. A Igreja é o que faremos a seguir.”
Túlio
Túlio

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de janeiro de 2025
Com exceção de Duna parte 2, conclave é de longe o melhor filme de 2024. Bem construído, personagens complexos, fotografia muito boa e direção eficiente.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2025
eu sou católico apostólico romano e o filme me despertou diversas reflexões que pensava que nem existiam, como por exemplo as intrigas, ambições e dilemas morais dos cardeais que são homens com suas próprias fraquezas e desejos, uma reflexão sobre a natureza humana da igreja e sobre a importância da santidade pessoal de cada membro, o filme também nos mostra os desafios de conciliar a fé com as exigências do poder e as pressões politicas, uma reflexão sobre a importância de escolher líderes que estejam verdadeiramente comprometidos com esses valores. O filme causou muita polêmica devido a revelação do novo papa ser uma pessoa intersexo, gerando debates sobre a interpretação da fé a inclusão e a tradição da igreja católica.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de abril de 2025
Sinopse:
CONCLAVE acompanha um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha de um novo Papa. Após a morte inesperada do atual pontífice, o Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) é encarregado de conduzir esse processo confidencial. Os líderes mais poderosos da Igreja Católica de todo o mundo se reúnem nos corredores do Vaticano para participar da seleção, cada um com suas próprias ambições. Lawrence se vê no centro de uma conspiração, desvendando segredos que ameaçam não apenas sua fé, mas também as fundações da Igreja.

Crítica:
"Conclave", dirigido por Edward Berger e adaptado do romance de Robert Harris, é uma obra que provoca reflexão enquanto explora os recantos sombrios e intricados da escolha do próximo papa. Com um elenco estelar liderado por Ralph Fiennes, Stanley Tucci, John Lithgow, Sergio Castellitto e Isabella Rossellini, o filme aproveita seu potencial dramático para pintar um retrato envolvente do poder, da ambição e da fé.

A narrativa se desenrola em meio à atmosfera tensa do Vaticano, onde os cardeais se reúnem para eleger seu novo líder. Fiennes brilha como o cardeal Thomas Lawrence, que, ao mesmo tempo em que é um homem de fé, se vê enredado em um jogo político profundo e traiçoeiro. O filme habilmente mostra os conflitos internos de Lawrence, balançando entre a tradição e os escândalos que reverberam entre os candidatos. Isso não só mantém o espectador intrigado, mas também levanta perguntas pertinentes sobre a moralidade e a transparência dentro de uma instituição tão venerada.

Berger, conhecido por sua habilidade em construir narrativas tensas, utiliza os corredores do Vaticano como um microcosmo para discutir temas universais de liderança e corrupção. A cinematografia é rica em detalhes, capturando a grandiosidade e a claustrofobia do ambiente vaticano. A trilha sonora, sutil mas impactante, complementa a construção de tensão, elevando momentos cruciais da trama.

Os diálogos, escritos por Peter Straughan, são afiados e reveladores, revelando as motivações pessoais dos cardeais e suas interações complexas, cheias de alianças e rivalidades. Isso transforma o filme em um verdadeiro drama psicológico, onde cada decisão é uma dança cuidadosa entre obrigações e interesses pessoais.

"Conclave" não se limita a ser um thriller político; é uma exploração profunda da fé, do poder e da humanidade inerente em cada um. Ao desenrolar um enredo que mantém o espectador à beira do assento, o filme provoca reflexões sobre até onde os indivíduos irão por sua crença e os pesos das decisões que moldam o futuro de milhões.

Em suma, "Conclave" é uma adição notável ao gênero, que combina excelência dramática com questionamentos filosóficos, fazendo-o não apenas um entretenimento, mas uma reflexão essencial para o público moderno.
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