Conclave
Média
3,9
553 notas

111 Críticas do usuário

5
22 críticas
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36 críticas
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16 críticas
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Dra. Aline Souza
Dra. Aline Souza

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de abril de 2025
Vou ser direta, jâ que o filme possui inúmeras avaliações e descrições completas.
Acredito que o filme é uma obra de arte, pois ele consegue te emocionar no final e possui tensão no decorrer.
O filme te mantém em um suspense constante com o personagem Lawrence vivido pelo ator Ralph Flennes. Apesar do Stanley Tucci ser mais conhecido.
Você dúvida das intenções de Lawrence o filme interinho e essa era a proposta, pois se trata de uma crítica às instituições e a membresia. O que de fato é extremamente importante termos esse olhar crítico e realista ao invés de um fanatismo e idolatria ao papado e a tudo o que representa a igreja católica.
São expostas algumas narrativas importantes para o pós modernismo. É citado o relativismo, temática em voga, por exemplo.
Considerei que esses temas mais polêmicos foram pouco explorados e deixou um gostinho de quero mais!

Vale a pena! Achei que o filme seria medíocre e na verdade achei ótimo. Um primor, mas não darei 5 estrelas, pois faltou explorar mais as narrativas que são consideradas intocáveis. E vocês sabem quais eu me refiro. Mas já é um avanço citá-las, mesmo que superficialmente.
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Junior @@@
Junior @@@

3 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de abril de 2025
Filme muito interessante, relata sobre como funciona a eleição do papa, confesso que de cara não gostei do tema , porém conseguiu me segurar do início ao fim.
Robson B.
Robson B.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de março de 2025
Grandes atores em xcelentes atuações, direção e fotografia. Cinemão no melhor sentido da palavra. Isabella Rossellini brilha em sua pequena mas importante participação.
Luciano F.
Luciano F.

30 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de março de 2025
O filme é muito bom. Enredo, desenvolvimento, atuações...tudo magistral. Minha única crítica é que, por ser um filme de esquerda, progressista, o filme apresenta de forma rasa resoluções sobre questões sensíveis da igreja, além de demonizar conservadores, dividindo os candidatos ao papado entre puritanos, bonzinhos(esquerda) e, de forma caricata, os de mente fechada e retrógrados (conservadores)
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 6 de março de 2025
Conclave mergulha no cerne da política eclesiástica ao retratar o conclave para eleger um novo papa após uma morte inesperada. O roteiro, adaptado do romance de Robert Harris, estrutura-se em três dias de tensão, revelando segredos que desafiam a moralidade dos cardeais. A trama é habilmente construída, com reviravoltas como a acusação de simonia contra Tremblay e o passado de Adeyemi com uma freira, sustentando o suspense. No entanto, críticos como Katie Walsh (Los Angeles Times) apontam que o enredo, embora envolvente, é "um mistério muito fino", dependente de convenções do gênero. A explosão terrorista no terceiro ato, embora impactante visualmente, parece um recurso abrupto para acelerar o clímax, levantando questões sobre coerência narrativa. Ainda assim, a exploração de temas como hipocrisia e poder mantém o espectador engajado, mesmo que a profundidade filosófica seja, por vezes, sacrificada em prol do ritmo.

O elenco de Conclave é seu maior trunfo. Ralph Fiennes, como o cardeal Lawrence, equilibra gravidade e vulnerabilidade, personificando um homem dividido entre dever e dúvida. Stanley Tucci (Bellini) e John Lithgow (Tedesco) entregam nuances que transcendem caricaturas, embora Sergio Castellitto (Tremblay) roube cenas com sua ambiguidade moral. Isabella Rossellini, como a irmã Agnes, adiciona camadas de mistério com poucas falas. Contudo, a representação do cardeal nigeriano Adeyemi (interpretado por um ator não nomeado no material) gera controvérsia: Otosirieze Obi-Young (Open Country Mag) critica a associação do único candidato africano a um escândalo sexual, reforçando estereótipos coloniais. Apesar disso, as performances geralmente elevam o roteiro, oferecendo complexidade onde o texto poderia ser raso.

Peter Straughan, vencedor do Oscar por Melhor Roteiro Adaptado, constrói diálogos afiados que refletem as fissuras ideológicas da Igreja. A tensão entre progressistas e tradicionalistas é articulada com inteligência, evitando maniqueísmos fáceis. No entanto, o discurso final de Benitez (arcebispo intersex), embora poderoso em sua mensagem de inclusão, é criticado por seu tom genérico. A revista Angelus compara-o a "um texto do ChatGPT", acusando-o de superficialidade. Além disso, a revelação da condição intersexo de Benitez, embora inovadora, é introduzida tardiamente, deixando pouco espaço para desenvolvimento. Ainda assim, o roteiro brilha ao humanizar figuras hierárquicas, mostrando cardeais como seres falíveis, não apenas símbolos institucionais.

Edward Berger e o diretor de fotografia (não citado) transformam o Vaticano em um personagem silencioso. A Capela Sistina é filmada com ângulos claustrofóbicos, enfatizando o peso da tradição. A paleta de cores, dominada por tons terrosos e dourados, contrasta com a frieza dos corredores administrativos, simbolizando a dicotomia entre espiritualidade e burocracia. Cenas como a explosão na capela são coreografadas com precisão, usando luz e sombra para amplificar o caos. A crítica Manohla Dargis (The New York Times) observa que a estética reflete a autoimagem da Igreja — grandiosa, porém envelhecida. A fotografia, portanto, não apenas embeleza, mas também critica.

Embora detalhes específicos sobre a trilha sonora sejam escassos, a música em Conclave cumpre seu papel ao sublinhar a tensão sem dominar as cenas. Acordes graves de órgão ecoam durante votações, lembrando a solenidade do ritual, enquanto cordas discretas acompanham investigações secretas. A ausência de uma trilha marcante pode ser vista como uma falha para alguns, mas funciona como uma escolha estilística, permitindo que o silêncio — tão crucial em ambientes monásticos — fale por si.

O desfecho, com a eleição do cardeal Benitez (intersex), é tanto provocativo quanto polarizador. Para Peter Debruge (Variety), trata-se de "uma reviravolta satisfatória", enquanto Richard Lawson (Vanity Fair) a considera "imprudente". A revelação da condição de Benitez desafia noções de identidade e divindade, mas sua rápida resolução — ele aceita o papado sem confrontar publicamente seu segredo — dilui o impacto potencial. A cena final, com Lawrence contemplando freiras no pátio, sugere uma ambiguidade deliberada: é uma metáfora de esperança ou resignação? O bispo Robert Barron critica o final como "previsivelmente progressista", mas é inegável que ele instiga debate, algo raro em filmes de suspense.

Conclave é uma obra paradoxal: tecnicamente impecável, com direção segura e atuações memoráveis, mas dividida entre ambição intelectual e convenções comerciais. Seu maior mérito está em humanizar um processo históricomente mitificado, mostrando a Igreja como um espelho das contradições humanas. No entanto, falha ao aprofundar questões como colonialismo (na representação de Adeyemi) e intersexualidade, optando por gestos simbólicos em vez de análise substantiva. Culturalmente, o filme ressoou além das telas, viralizando em memes que ironizavam sua seriedade — um testemunho de sua relevância, ainda que involuntária.

Em síntese, Conclave é um triunfo como entretenimento sofisticado, mas sua busca por equilíbrio entre crítica social e suspense o impede de atingir grandeza. Como observou Alexander Payne, é "fascinante e engraçado", porém, como arte, deixa a sensação de que poderia ter sido mais corajoso — um pecado de omissão em um filme sobre escolhas morais.
Gerson Borges
Gerson Borges

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de março de 2025
Filme grandioso, figurino impecável e um thriller que beira o suspense, mostrando artimanhas políticas e etc... final totalmente dispensável, que para ter um efeito real devido a emoção que desprenderia, teria que ser melhor trabalhado. Ficou raso demais como apresentado. Uma pena. Ralph Fiennes e Stanley Tucci perfeitos como sempre.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de março de 2025
É um dos grandes filmes do ano. Bom roteiro, ótimos atores e uma história bastante intensa. Já vi dizerem que exageraram demais, descredbilizando um conclave. Entendo isso como sendo óbvio, pegaram uma situação e criaram histórias dramáticas, vilões e mocinhos ao redor disso, é mais ou menos o que acontece em todo filme. Acho um bom filme e com várias reviravoltas durante o filme(não de chocar/surpreender mas de viradas de jogo mesmo). Gostei bastante.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de março de 2025
Conclave foi dirigido por Edward Berger e contou com o roteiro de Peter Straughan.A trama foi baseada no livro com mesmo nome, lançado em 2016 pelo britânico Robert Jarris O filme recebeu 7 indicações para o oscar de 2025: melhor filme, melhor ator (Ralph Fiennes), melhor atriz coadjuvante (Isabella Rossellini), melhor roteiro adaptado, melhor trilha sonora, melhor direção de arte, melhor montagem e melhor figurino. A trama gira em torno do falecimento do papa e a escolha de um novo. Para isso, o cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) deve ser o responsável por organizar o conclave, reunindo todos os sacerdotes. Em um verdadeiro jogo político de ambição, a escolha de um novo papa vai ficando difícil. O filme tem uma temática diferente, pois ao pensarmos em um conclave, não um dos assuntos que enchem os olhos. E adicionar a algo tão sem graça as jogadas políticas e de ambições dos principais candidatos faz o filme ganha um entorno muito interessante. O filme nos coloca em um verdadeiro jogo de trono, de um lado temos a escolha de um membro da situação Cardeal Tremblay ( John Lihgow) e outro da oposição e puramente conservador com falar preconceituosas, Cardeal Tedesco (Sergio Castellitto). Ainda temos um candidato africano (o que seria o primeiro papa negro e da África). Para não perder completamente o foco, o roteiro agiu bem em focar praticamente toda a ação em seu personagem principal, Lawrence, pois o mesmo parecia ser o mais justo entre todos, mesmo estando descontente e não querendo ser eleito papa. Mas isso não quer dizer que os personagens coadjuvantes não brilharam, destacamos ainda Isabella Rossellini como Irmã Agnes. Talvez o único pecado do filme seja a aparição de um cardeal secreto, que é o Vicent (Carlos Diehz), não pela falta de explicação, mas que apareceu para ser um elemento final da trama e isso estava na cara desde sua primeira aparição.
Elga Silva Porto
Elga Silva Porto

1 seguidor 79 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de março de 2025
O filme causará um grande impacto pra quem assistir..............................................,..
jacqueline ribeiro tavares
jacqueline ribeiro tavares

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Excelente filme que mostra os bastidores do Vaticano e com um final surpreendente! Acho que vai dar Oscar…
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