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Ravi Oliveira
27 seguidores
519 críticas
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4,0
Enviada em 21 de novembro de 2025
Sinopse: Demonizada como a Bruxa Má do Oeste, Elphaba vive no exílio, enquanto Glinda reside na Cidade Esmeralda. Quando uma multidão furiosa se levanta contra a Bruxa Má, ela precisa se unir com Glinda para transformar a si mesma e todo o Oz, para o bem.
Crítica: "Wicked: For Good" é uma continuação que, apesar de alguns tropeços, consegue capturar a essência da história original e oferecer uma conclusão digna para a jornada das protagonistas, Elphaba e Glinda. Dirigido por Jon M. Chu, o filme retoma a linha narrativa conectada à luta pelos direitos e à amizade, embalada por canções memoráveis que, sem dúvida, são seu ponto alto.
A narrativa segue as vidas de Elphaba, interpretada por Cynthia Erivo, e Glinda, interpretada por Ariana Grande, em um momento de separação e crescimento pessoal. O filme aborda temas complexos como amizade, traição e responsabilidade, apesar de às vezes se perder em diálogos que parecem desnecessários. É uma pena que certos arcos de personagens não sejam explorados com a profundidade que merecem; no entanto, a performance robusta do elenco compensa essas lacunas.
As músicas, em especial "No Good Deed" e "For Good", foram bem executadas e proporcionam momentos emocionantes que ressoam com o público. Elas traduzem a luta interna das personagens de forma poderosa e tocante, fazendo com que as emoções sejam sentidas e compartilhadas.
Visualmente, a experiência em IMAX eleva o filme a outro patamar, permitindo que os espectadores mergulhem no deslumbrante universo de Oz. As cenas são ricas em detalhes e cores vibrantes, criando uma imersão que faz valer a pena a ida ao cinema.
Embora "Wicked: For Good" tenha suas falhas, como a extensão excessiva de algumas partes da história que poderia ter sido mais concisa, a obra ainda assim se estabelece como uma bela homenagem à amizade e ao amor, revisitando a magia que encantou tantos. É um filme que, sem dúvida, vale a pena ser visto, especialmente por aqueles que apreciam a primeira parte da saga e buscam um fechamento emocionante das trajetórias de Elphaba e Glinda.
Um filme extremamente grandioso! Wicked: Parte II traz a mesma essência e fantasia do primeiro filme, suas belas canções em conjunto trouxeram um aconchego auditivo em todas as cenas. O filme peca em alguns pontos que o fizeram parecer que algo faltou a se apresentar, o fato de dividir a história em duas partes é arriscado, porém, totalmente compreensível, o que nos levar a ter a necessidade de pequenos flashbacks para fazer sentido em alguns pontos para quem assistiu sem muita atenção aos detalhes, no primeiro ato. Entretanto, mais uma vez, um filme maravilhoso!
Wicked é um filme que pega você pelo coração. Cynthia Erivo é uma Elphaba poderosa e emocionante, e Ariana Grande traz leveza e charme como Glinda. A amizade das duas é o que move a história, cheia de momentos divertidos, tristes e inspiradores. Visualmente deslumbrante e musicalmente impecável, é impossível não se envolver com Oz e sair do cinema sentindo que algo dentro da gente mudou “for good”.
o filme é encantador, os cenários e os figurinos são impecaveis, a magia do filme não é apenas visual, mas um elemento central que reflete o poder, a manipulação política e as consequências das escolhas de Elphaba e Glinda, o filme mostra que uma sociedade alienada prefere a fantasia e as respostas fáceis do que acreditar na verdade, a verdadeira amizade exige sacrifício mútuo e a capacidade de se colocar no lugar do outro mesmo quando os caminhos são diferentes. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema
Sinceramente, eu preciso começar com a pergunta que não quer calar: precisava mesmo dividir Wicked em duas partes? Foram 300 milhões de dólares (mais de um bilhão de reais) para entregar uma história que, no final das contas, não sustenta nem metade desse tempo.
Os personagens são completamente desinteressantes, e o filme passa cerca de 40% do tempo em números musicais. Isso só reforça que dava tranquilamente para fazer um único filme, de talvez três horas, com menos músicas e mais conteúdo real acontecendo. Porque, tanto na Parte 1 quanto na Parte 2, quase nada acontece. A Parte 2, especialmente, é um grande vazio recheado de músicas: algumas boas, outras divertidas, mas nenhuma memorável.
No fim das contas, o filme não marca. É um grande vazio musical que funcionaria muito melhor como um álbum do que como uma experiência de cinema. A ambientação é bonita, o visual é colorido, mas quatro horas disso cansa, e cansa muito. Principalmente quando você não consegue se apegar a nenhum personagem, e quando o roteiro força situações no final sem entregar desenvolvimento suficiente para justificá-las.
Além disso, o filme claramente duvida da inteligência do espectador. Ele precisa explicar ponto por ponto o que aconteceu, inclusive o que deveria ser um “plot twist”. Essa necessidade de explicar tudo só prejudica mais o filme e ainda aumenta seu tempo desnecessário. E olha que eu não conhecia a história da peça, mas desde a Parte 1 já dava pra prever o final inteiro da Parte 2. Ou seja: o roteiro é previsível demais e extremamente mediocre.
As atuações? Boas, considerando que 40% do filme são músicas. A performance musical dos atores conta muito aqui. Mas, quando chega a hora de entregar profundidade dramática, o roteiro não ajuda, então não dá pra dizer que o filme é bem atuado de verdade.
Visualmente, Wicked entrega um espetáculo. Musicalmente, em alguns momentos também. Mas o excesso de músicas torna tudo cansativo. É tanta musica que vira um obstaculo
No fim, Wicked Parte 1 e Parte 2 acabam sendo um paralelo perfeito com Tron: Ares. Filmes visualmente bonitos, com boa trilha musical, mas que não acrescentam absolutamente nada. A diferença é que Wicked consegue ser pior, porque além de cansativo e desnecessário, dura quatro horas. Não existe justificativa pra isso.
Magnifico. Produção minuciosa e gloriosa. Erivo e Grande esbanjam carisma e charme representando os estereótipos da ambição e poder versus ser. Filme inclusivo para as diferentes minorias. Belíssimo. Não é continuação mas a segunda parte da estória. Não Perca!
O filme explora um pouco antes dos acontecimentos que iniciam o primeiro longa, explicando o que aconteceu para que chegasse até aquele momento em que Glinda está naquela vila. É um filme muito bonito, visualmente, o figurino segue maravilhoso, cheio de maneirismos e ornamentos (como um mundo de contos de fadas deveria ser). O que pega um pouco é a barriga que, em alguns momentos, acaba se gerando pelo filme querer explicar demais, as vezes acaba passando do ponto. A trama política aumenta um pouco mais do que no último filme, podendo espelhar até mesmo nosso mundo, com questões sobre usar uma pessoa como massa de manobra, pra enganar o povo; as máscaras que o governante (o mágico) usa para se manter no poder e fingir que está dando ao povo o que ele quer, mas que na verdade são somente seus próprios caprichos, como em um momento em que questiona Elphaba sobre "se ele sair do poder, como O POVO vai se sentir (?)". Para quem está imerso na trama e queria ver o desfecho, é uma história coesa e condiz com o que nos veio apresentando, e também com a história original de 'Mágico de Oz'.
Resumindo: quem não gostou do primeiro, talvez não goste desse também, o filme é um pouco mais longo, você acaba sentindo em dado momento a barriga que o filme tem, porém é muito bonita a forma que é trabalhada a relação entre Elphaba e Glinda aqui, acaba desenvolvendo um pouco mais essa amizade que as duas construíram no tempo em Shiz e fica com um sentimento de injustiça e tristeza pelo que ocorre com Elphaba no decorrer da história.
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