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Ricardo L.
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3.232 críticas
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3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2026
Segunda parte que não me agrada desde o primeiro, tendo ainda como grande destaque a boa criação de mundo com bons efeitos especiais, mas com pura falta de criatividade na história que por se só é desinteressante.
Magnifico. Produção minuciosa e gloriosa. Erivo e Grande esbanjam carisma e charme representando os estereótipos da ambição e poder versus ser. Filme inclusivo para as diferentes minorias. Belíssimo. Não é continuação mas a segunda parte da estória. Não Perca!
Wicked: Part Two é uma ótima continuação de seu antecessor, mantendo o mesmo ritmo, mas evoluindo em termos de história e amadurecimento da narrativa, com escolhas inteligentes e até corajosas. Mantém as mesmas qualidades do primeiro filme: ótimo design de produção, maquiagem e cabelo, além de uma condução teatral excelente. Apenas as coreografias e as canções achei um pouco inferiores às do primeiro. 8/10
Depois do impacto causado por Wicked no ano passado, era natural que a continuação chegasse cercada de expectativas. Jon M. Chu retorna ao comando e, já nos primeiros minutos, fica evidente que a ambição visual e sonora permanece intacta. Cynthia Erivo e Ariana Grande retomam seus papéis com a mesma intensidade, carregando o filme nas costas sempre que a narrativa parece se apressar. E é justamente aí que mora o principal dilema desta segunda parte: ela acerta na emoção e na grandiosidade, mas sente o peso de ser uma conclusão que precisa amarrar tudo aquilo que o primeiro deixou em aberto. O resultado é uma obra que não supera seu antecessor, mas chega muito perto, tropeçando mais pela estrutura dividida em duas partes do que por falta de impacto.
É uma continuação que carrega o peso de ser a parte final de uma história dividida. Ele sofre com isso, mas também se beneficia de todo o terreno emocional construído anteriormente. Jon M. Chu entrega as respostas possíveis dentro do tempo que tem e, graças ao carisma das protagonistas, ao espetáculo visual e à força das músicas, transforma o filme em uma conclusão digna, emocionante e grandiosa. Não seria surpresa vê-lo alcançar prêmios que escaparam ao primeiro longa. Além de encerrar a história de forma sólida, Wicked abre as portas de Oz para uma nova geração, e faz isso com brilho, emoção e personalidade.
Sinopse: Demonizada como a Bruxa Má do Oeste, Elphaba vive no exílio, enquanto Glinda reside na Cidade Esmeralda. Quando uma multidão furiosa se levanta contra a Bruxa Má, ela precisa se unir com Glinda para transformar a si mesma e todo o Oz, para o bem.
Crítica: "Wicked: For Good" é uma continuação que, apesar de alguns tropeços, consegue capturar a essência da história original e oferecer uma conclusão digna para a jornada das protagonistas, Elphaba e Glinda. Dirigido por Jon M. Chu, o filme retoma a linha narrativa conectada à luta pelos direitos e à amizade, embalada por canções memoráveis que, sem dúvida, são seu ponto alto.
A narrativa segue as vidas de Elphaba, interpretada por Cynthia Erivo, e Glinda, interpretada por Ariana Grande, em um momento de separação e crescimento pessoal. O filme aborda temas complexos como amizade, traição e responsabilidade, apesar de às vezes se perder em diálogos que parecem desnecessários. É uma pena que certos arcos de personagens não sejam explorados com a profundidade que merecem; no entanto, a performance robusta do elenco compensa essas lacunas.
As músicas, em especial "No Good Deed" e "For Good", foram bem executadas e proporcionam momentos emocionantes que ressoam com o público. Elas traduzem a luta interna das personagens de forma poderosa e tocante, fazendo com que as emoções sejam sentidas e compartilhadas.
Visualmente, a experiência em IMAX eleva o filme a outro patamar, permitindo que os espectadores mergulhem no deslumbrante universo de Oz. As cenas são ricas em detalhes e cores vibrantes, criando uma imersão que faz valer a pena a ida ao cinema.
Embora "Wicked: For Good" tenha suas falhas, como a extensão excessiva de algumas partes da história que poderia ter sido mais concisa, a obra ainda assim se estabelece como uma bela homenagem à amizade e ao amor, revisitando a magia que encantou tantos. É um filme que, sem dúvida, vale a pena ser visto, especialmente por aqueles que apreciam a primeira parte da saga e buscam um fechamento emocionante das trajetórias de Elphaba e Glinda.
o filme é encantador, os cenários e os figurinos são impecaveis, a magia do filme não é apenas visual, mas um elemento central que reflete o poder, a manipulação política e as consequências das escolhas de Elphaba e Glinda, o filme mostra que uma sociedade alienada prefere a fantasia e as respostas fáceis do que acreditar na verdade, a verdadeira amizade exige sacrifício mútuo e a capacidade de se colocar no lugar do outro mesmo quando os caminhos são diferentes. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema
Muito menos empolgante do que a parte 1 , produção muito bem feita como anteriormente, mas sinceramente não me empolgou como na parte , enfim Esquecível !!!
Filme de gay...nem gay quer assistir essa porra de tão ruim que é.Porque pelo menos eles tem um pingo de decência,e sabem quando o filme realmente é uma do Mágico de Oz,pode até ser baseado num parece mais uma fanfic do que algo próprio(original ou independente).Cópia ruim da Malévola, só trocaram a vilão e pronto,feito o filme濫冷嵐邏
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