Aftersun
Média
3,7
186 notas

28 Críticas do usuário

5
2 críticas
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12 críticas
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5 críticas
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3 críticas
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Gabriel Ferrari
Gabriel Ferrari

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2023
Um filme que não acontece nada. Não tem música, não tem bons diálogos, não tem um bom roteiro. Nada. Uma perda de tempo
Luciano F.
Luciano F.

30 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2023
Não é um filme para todos, é de 'lenta digestão,' então requer tempo e paciência, indo sem pressa. É melancólico, saudosista, te faz lembrar da infância de uma forma gostosa ao mesmo tempo que te angustia pelo sutil sofrimento do pai da garota Sophie. E a cena final... Nossa! É de arrepiar! Um dos melhores finais da história!
Wladmir G.
Wladmir G.

12 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 2 de março de 2023
Filme fraco, história com poucos ou nenhum atrativo. Não empolga. Vendo um filme com uma história banal como essa causando um certo alarde não posso deixar de ser saudosista do tempo em que o cinema tinha gente como Bergman, os italianos, Woody Allen, etc. onde as relações humanas eram tratadas com a complexidade que mereciam. Só prá constar: ao final do filme eu e minha companheira nos olhamos com uma certa perplexidade e não tínhamos palavras pois afinal de contas não havia nada a dizer sobre esse filme.
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

19 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2023
Pai e filha ingleses decidem pegar um avião e ter alguns dias ensolarados na Turquia. E por estarem de férias, buscam aproveitar ao máximo.
Paul Mescal vive um pai separado e tem na filha sua grande companhia. Ora comanda a diversão, ora se deixa levar pela filha. Ora deixa a filha interagir com outros jovens. Ela mesma é uma jovem de 11 anos, conhecedora da situação conjugal de seus pais. Sophie encontra na figura adulta, o desfrute de momentos como participar de um karaokê ou ser estrela do filme caseiro criado por Calum.
Na bagagem, ele carrega uma filmadora e seu produto será revisto por uma Sophie já adulta, aparecendo em relances.
Os ‘flashes’ e efeitos utilizados na narração da história remetem a um tipo de cinema experimental, tecnicamente falando. Uma maneira de estabelecer conexão entre um passado vivido por momentos que toda criança gosta de sentir e um presente entrecortado, com algumas fraturas.
A película vai girar exatamente nesses momentos; é a temática principal com visitas a piscina, passeios de barco e conversas no quarto de um hotel turco.
Há que frisar a boa fotografia com lindas paisagens da Turquia e a montagem do próprio filme, onde se nota que não há prejuízo de seu andamento, embora insistentemente centrado no par formado por Calum e Sophie. Reforço de colocar em pauta as relações familiares.
Sophie (aliás, bem desempenhada pela atriz Frankie Corio) encarna o lado mais entusiasmado e caloroso da relação, enquanto seu pai se esforça em sê-lo. Mesmo que amparado por sua predileção em praticar tai chi, Calum não se abre muito. Um recurso que o próprio filme explora em instantes peculiares onde se desprende o choro, a distância social e a decisão de nunca mais voltar para o país natal.
Não existem charadas ou diálogos para ser adivinhados. Até porque “Aftersun” é um filme fácil de entender no tocante a palavras, porém de ritmo mais vagaroso e monótono em que é preciso ter atenção sobre o que realmente transparece na ligação dos protagonistas. Vai ficando morno. Há até uma repetição de cena durante o transcorrer da história.
Para os que aguardam um desfecho, “Aftersun” não possui essa finalidade ou característica. Aproxima-se mais de um mistério, de algo que está ali na esquina, mas nunca parece estar. Sempre escapa algo.
Por fim, é uma referência para a criação e manutenção das relações próximas, incluindo as familiares. Isso é um ponto que para nós, latinos, levamos mais em consideração do que os europeus, acostumados a serem mais frios e secos. Para estes últimos, o recado ou a lição de “Aftersun” cai como uma luva na reavaliação da condução do relacionamento humano. E, portanto, de mostrar e viver emoções.
Adriana Castro
Adriana Castro

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de janeiro de 2023
Um filme lindo. Lento, da para ir saboreando cada detalhe do filme. Me trouxe tantas lembranças da minha adolescência. Um pouco melancólico por causa do pai. Muito gostoso de assistir e ficar lembrando depois . Atores trabalham muito bem Tudo perfeito.
Francisco Rüdiger
Francisco Rüdiger

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 8 de janeiro de 2023
O filme é tão sutil que vinte minutos depois de assisti-lo você já o esqueceu, nunca mais vai falar a respeito.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2023
O que eu gostei desse filme foi a sutileza.
Sutileza essa que faz com que não se saiba muito bem o que o filme quer dizer, mas mesmo assim entramos na história.
Com relação aos sentimentos dos personagens e da relação dos dois, não sabemos porque era assim e como foi após o final do filme. O filme nos traz apenas a história. E essa falta de detalhes no contexto, ao invés de ser um ponto fraco, se torna o ponto forte do filme. Faz com que a gente simplesmente se envolva nessa bela história. Essa imersão é magnífica.
Anderson
Anderson

20 seguidores 190 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de janeiro de 2023
"Aftersun" é um filme sobre o amor mostrado por recordações de uma filha, das férias que passou com seu pai na Turquia, quando tinha 11 anos. Segue do começo ao fim sem nenhum ponto de virada o que talvez seja o que o faz um pouco melancólico. Muitas cenas são gravadas através de reflexos em espelhos ou na tela de uma TV, outras por frestas ou fechaduras transformando o espectador quase em uma espécie de voyeur. Não permite que se forme uma imagem completa dos personagens, tornando-as fragmentadas, o que não permite que nos consideremos íntimos. Somos estranhos. Como estranhos, à distância, construímos pouco a pouco uma grande simpatia por eles.
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