Média
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Fantastico! A dinamica dos personagens é deliciosa e cativante! Comedia simples porem que te prende do inicio ao fim!!!
Comédia romântica que custou 100 milhões de dólares, e que, apesar de algumas boas sacadas (principalmente a do gato), falha na comédia e também no romance. O mais interessante do filme foi combinar a realidade com ficção a respeito da viagem do homem à lua, que é motivo de muitas teorias conspiratórias até hoje.
Como Vender a Lua (2024), dirigido por Greg Berlanti, é uma comédia romântica que surpreende pela sua abordagem criativa, elenco carismático e uma mistura bem-sucedida de humor, romance e sátira histórica. Ambientado no contexto da missão Apollo 11, o filme oferece uma narrativa envolvente que combina fatos históricos com uma ficção divertida, explorando a ideia de "vender" o pouso na Lua. Com atuações brilhantes de Scarlett Johansson e Channing Tatum, uma trilha sonora nostálgica e uma mensagem que provoca reflexão, Como Vender a Lua é uma produção que merece cinco estrelas por sua originalidade e capacidade de entreter.
O coração do filme está nos seus protagonistas, Kelly Jones (Scarlett Johansson) e Cole Davis (Channing Tatum). Kelly é uma marqueteira astuta, cheia de energia e inteligência, cuja habilidade de "vender qualquer coisa" é trazida à vida pela performance vibrante e multifacetada de Johansson. Ela equilibra perfeitamente humor, charme e vulnerabilidade, tornando Kelly uma personagem cativante e memorável. Tatum, por sua vez, entrega um Cole Davis sério, idealista e leal à missão da NASA, criando um contraste perfeito com Kelly. A química entre os dois é inegável, evoluindo de tensões iniciais para um romance que, embora previsível, é executado com sinceridade e charme. Personagens secundários, como Moe Berkus (Woody Harrelson) e Henry Smalls (Ray Romano), adicionam humor e profundidade, com atuações que complementam o tom leve e satírico do filme. Cada personagem é bem desenvolvido, com motivações claras que enriquecem a narrativa.
O roteiro, escrito por Rose Gilroy, é um dos pontos altos do filme, misturando fatos históricos com uma premissa fictícia ousada: a ideia de encenar um pouso falso na Lua como plano B para a Apollo 11. Embora o filme tome liberdades criativas, ele nunca pretende ser historicamente preciso, utilizando a teoria da conspiração como pano de fundo para uma comédia romântica inteligente. A história acompanha Kelly, contratada para melhorar a imagem pública da NASA, e suas interações com Cole, o diretor de lançamento da missão. O enredo equilibra momentos de humor, como as tentativas de Kelly de "vender" a Lua ao público, com tensões dramáticas sobre ética e patriotismo. Apesar de algumas críticas apontarem uma leve queda de ritmo no meio do filme, o terceiro ato amarra a narrativa de forma satisfatória, com reviravoltas que mantêm o espectador engajado. A história é acessível, divertida e oferece uma perspectiva fresca sobre a corrida espacial, destacando o poder do marketing e a manipulação da opinião pública.
Trilha Sonora: Nostalgia e Energia
A trilha sonora de Como Vender a Lua, composta por Daniel Pemberton, é um deleite, evocando a vibração dos anos 1960 com uma mistura de músicas pop da época e uma partitura energética que complementa o tom do filme. Canções clássicas reforçam a nostalgia, enquanto a música original adiciona leveza às cenas cômicas e emoção aos momentos românticos. A escolha musical é acertada, criando uma atmosfera que transporta o espectador para a era da Guerra Fria, ao mesmo tempo em que mantém a narrativa dinâmica e envolvente.
O filme mergulha o espectador em um mundo visualmente rico, com uma direção de arte impecável que recria os anos 1960 com autenticidade, desde os figurinos até os cenários da NASA. A cinematografia, combinada com imagens de arquivo, dá uma sensação de vivenciar o lançamento da Apollo 11, mesmo sabendo do desfecho histórico. A mensagem central do filme, que explora a linha tênue entre verdade e manipulação, convida à reflexão sobre o papel do marketing na construção de narrativas públicas e as implicações éticas de "vender" uma ideia. A jornada de Kelly e Cole também toca em temas de ambição, redenção e confiança, apresentados de forma leve, mas com profundidade suficiente para ressoar com o público. A sátira às teorias da conspiração é tratada com humor, sem cair no exagero, o que torna o filme acessível e provocador.
O coração do filme está nos seus protagonistas, Kelly Jones (Scarlett Johansson) e Cole Davis (Channing Tatum). Kelly é uma marqueteira astuta, cheia de energia e inteligência, cuja habilidade de "vender qualquer coisa" é trazida à vida pela performance vibrante e multifacetada de Johansson. Ela equilibra perfeitamente humor, charme e vulnerabilidade, tornando Kelly uma personagem cativante e memorável. Tatum, por sua vez, entrega um Cole Davis sério, idealista e leal à missão da NASA, criando um contraste perfeito com Kelly. A química entre os dois é inegável, evoluindo de tensões iniciais para um romance que, embora previsível, é executado com sinceridade e charme. Personagens secundários, como Moe Berkus (Woody Harrelson) e Henry Smalls (Ray Romano), adicionam humor e profundidade, com atuações que complementam o tom leve e satírico do filme. Cada personagem é bem desenvolvido, com motivações claras que enriquecem a narrativa.
O roteiro, escrito por Rose Gilroy, é um dos pontos altos do filme, misturando fatos históricos com uma premissa fictícia ousada: a ideia de encenar um pouso falso na Lua como plano B para a Apollo 11. Embora o filme tome liberdades criativas, ele nunca pretende ser historicamente preciso, utilizando a teoria da conspiração como pano de fundo para uma comédia romântica inteligente. A história acompanha Kelly, contratada para melhorar a imagem pública da NASA, e suas interações com Cole, o diretor de lançamento da missão. O enredo equilibra momentos de humor, como as tentativas de Kelly de "vender" a Lua ao público, com tensões dramáticas sobre ética e patriotismo. Apesar de algumas críticas apontarem uma leve queda de ritmo no meio do filme, o terceiro ato amarra a narrativa de forma satisfatória, com reviravoltas que mantêm o espectador engajado. A história é acessível, divertida e oferece uma perspectiva fresca sobre a corrida espacial, destacando o poder do marketing e a manipulação da opinião pública.
Trilha Sonora: Nostalgia e Energia
A trilha sonora de Como Vender a Lua, composta por Daniel Pemberton, é um deleite, evocando a vibração dos anos 1960 com uma mistura de músicas pop da época e uma partitura energética que complementa o tom do filme. Canções clássicas reforçam a nostalgia, enquanto a música original adiciona leveza às cenas cômicas e emoção aos momentos românticos. A escolha musical é acertada, criando uma atmosfera que transporta o espectador para a era da Guerra Fria, ao mesmo tempo em que mantém a narrativa dinâmica e envolvente.
O filme mergulha o espectador em um mundo visualmente rico, com uma direção de arte impecável que recria os anos 1960 com autenticidade, desde os figurinos até os cenários da NASA. A cinematografia, combinada com imagens de arquivo, dá uma sensação de vivenciar o lançamento da Apollo 11, mesmo sabendo do desfecho histórico. A mensagem central do filme, que explora a linha tênue entre verdade e manipulação, convida à reflexão sobre o papel do marketing na construção de narrativas públicas e as implicações éticas de "vender" uma ideia. A jornada de Kelly e Cole também toca em temas de ambição, redenção e confiança, apresentados de forma leve, mas com profundidade suficiente para ressoar com o público. A sátira às teorias da conspiração é tratada com humor, sem cair no exagero, o que torna o filme acessível e provocador.
Um típico filme americano clichê, mas que acerta ao entregar uma experiência leve e divertida. O carisma dos protagonistas dá o tom da narrativa, fazendo com que mesmo os elementos previsíveis funcionem bem. Visualmente bonito e com um roteiro bem montado, é o tipo de filme que não revoluciona, mas cumpre muito bem sua proposta de entreter.
Filme legal! Começa muito bem, mas depois tem uma queda no ritmo. Acredito que o ponto negativo do filme é que fica um pouco lento em alguns momentos e também o tempo de duração, não precisaria ser tão longo. A resposta que o filme traz para a polêmica da ida do homem à lua e as discussões do vídeo "real" ter sido feito em estúdio foi meio patético, tirando isto, gostei.
Eu adorei, juroooo, tem romance, tem história, não é lá daquelas mais profundas e INCLUSIVE achei impressionante os Estados Unidos ter feito um filme q mostre um pouco da mídia manipuladora q eles tem
Excelentes atores, ótima direção.
Mas, foi feito pra ser mais um filme "romântico", prioriza portanto o par romantico.
Usa a história de escada e brinca com teorias sem se preocupar com qualquer consequência.
Mas, foi feito pra ser mais um filme "romântico", prioriza portanto o par romantico.
Usa a história de escada e brinca com teorias sem se preocupar com qualquer consequência.
Eu dduvido que as criticas posiposiivas sejam sinceras. Horrivel. Não atos foi um fracasso. Feminismo/woke
Estrelado e produzido por Scarlett Johansson, o filme explora a teoria de que a chegada do homem à Lua foi forjada. Johansson é Kelly Jones, marqueteira contratada para promover o Apolo 11 em 1969. Envolvida em um plano secreto da Casa Branca, ela lidera uma campanha ousada enquanto enfrenta tensões com Cole (Channing Tatum), chefe de operações.
Combinando comédia romântica e drama, a produção se destaca pela química do elenco e pela direção de arte impecável, embora seu ritmo arrastado e longa duração possam cansar, mas vale muito ser visto.
Combinando comédia romântica e drama, a produção se destaca pela química do elenco e pela direção de arte impecável, embora seu ritmo arrastado e longa duração possam cansar, mas vale muito ser visto.
Com um elenco afinado e cativante, “Como Vender a Lua” tem uma premissa inusitada e bem original. O filme mescla realidade, ficção, romance e comédia numa trama que indaga questionamentos sobre ética e patriotismo, mostrando o poder do marketing e uma ótica interessante sobre os bastidores de uma missão revolucionária.
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