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Ju L.
2 críticas
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3,5
Enviada em 17 de março de 2025
é uma ficção bem boazinha. com uma pitada de romance, ação e suspense. com tudo bem amarrado e explicado. pros filme terem fim em aberto bom, tem que ter um enredo muito top. mas nas últimas produções , sinceramente.... os filmes perdem o fôlego no meio, e a história termina pela metade.
Gostei muito do filme, o roteiro, atuação dos atores. Tenho lido muitas críticas sobre a falta de química entre os atores, mas isso é comum em culturas diferentes da nossa, que já é pegaçao no primeiro dia. É uma obra de ficção, quem assiste filmes de ficção deve entender que precisa viajar, ir a lugares e situações na maioria das vezes inexistente no plano real. Por exemplo eu tenho curso de sniper, caçador aqui no Brasil, e o recorde mundial de tiro a longa distância é 3.450 m feito por um soldado canadense contra um jihadista. Não é o que prega o filme. Mas é ficção, devemos aceitar. Excelente criatividade, o passado muito bem construído dos personagens, e um final feliz, quem não gosta de finais felizes? Filme show... já assisti várias vezes, talvez pq tem a ver com a minha profissão, sei lá...
O filme começa morno pra fraco e vai se transformando em uma história interessante e tensa. O casal atuou muito bem e tem ótimos efeitos gráficos. A história foi bem construida com excelente cenas de ação. A química do casal no filme e como foi construida o romance foi até bacana pra situação.
Interessante todo o conceito pós-guerra fria e a arma biológica que ambas potências adversárias criaram e queriam manter oculta. Mas os dois protagonistas são meio burrinhos em fazer "amizade" e esquecer a missão hahahaha Entretanto, isto rendeu o resto da história e a resolução de muitos problemas. Então vou perdoar. Eu gostei de como a história seguiu e terminou.
Sinopse: Dois agentes de elite que são enviados para proteger um desfiladeiro misterioso.
Crítica: "Entre Montanhas" é um filme que, apesar de suas ambições no gênero de ação romântico e ficção científica, acaba caindo em algumas armadilhas que prejudicam sua narrativa e desenvolvimento de personagens. A direção de Scott Derrickson e o roteiro de Zach Dean prometem uma história envolvente de dois atiradores de elite em um cenário intrigante, mas infelizmente falham em proporcionar a profundidade emocional necessária para conectar o público com os protagonistas.
Miles Teller e Anya Taylor-Joy, talentosos atores, tentam carregar o filme, mas suas performances são limitadas por diálogos pouco inspirados e uma trama previsível. A premissa, embora inicial seja cativante, desmorona sob o peso de clichês e reviravoltas que parecem forçadas. O dilema emocional de Levi quanto aos seus atos de violência e o sofrimento de Drasa em relação ao pai mereciam mais atenção, mas são apresentados de forma superficial e apressada.
Além disso, a falta de interação significativa entre os personagens dos lados opostos do desfiladeiro limita o crescimento da tensão que poderia ser explorada. As jornadas individuais dos protagonistas são interessantes, mas a sensação de isolamento, que deveria intensificar a narrativa, acaba transformando o filme em algo monótono.
Visualmente, "Entre Montanhas" apresenta alguns momentos de destaque, mas isso não é suficiente para elevar um enredo recheado de conveniências. O filme parece se perder em sua tentativa de equilibrar ação, romance e drama psicológico, resultando em um produto final que não consegue se decidir sobre o que realmente quer ser.
Em suma, "Entre Montanhas" oferece uma premissa que poderia brilhar, mas acaba se tornando uma experiência mediana, onde o potencial é ofuscado por problemas de roteiro e desenvolvimento de personagens. É um filme que pode entreter em algumas partes, mas não deixa uma impressão duradoura.
Um filme de ficção científica que mistura romance e ação.
Resumidamente se trata de um desfiladeiro que é mantido em segredo por obter um local onde um teste quimico foi comprometido por conta de um terremoto. Esse teste quimico visava aprimorar soldados, pois foi construido mediante a segunda guerra mundial, logo essa radiação acabou gerando monstros que são uma fusão de homens que se tornaram zumbis com palantas e animais. No entanto os personagens principais do filme são dois atiradores de elite experientes(O homem Levi e Drasa uma Mulher), são chamados para uma missão de contenção onde a tarefa é vigiar o desfiladeiro, mas vale ressaltar que eles não sabem de nada do que está lá embaixo, nem mesmo sabem qual é a missão de fato, somente são orientados a vigiar, mas eles não vigiam juntos e sim separados, um do lado oeste e outro do lado leste do desfiladeiro, onde estão separados por mais de um quilometro de distância e proibidos de se comunicar.
O Filme possui bastante ação e as vezes um clímax de suspense.
É interessante de se ver uma mistura de romance com jumpscares, nunca pensei que isso fosse dar certo.
O Filme é de ficção científica então não dá para se esperar muito realismo, horo ou outra temos uma cena que vai anti as leis da física, mas isso para um admirador de filmes de ação isso não é problema.
Os atores são bons e possuem rostos já bem famosos em hollywood.
A real vilã não é tão explorada, somente no final e acaba agindo de uma forma que claramente foi motivada por um roteiro sem sentido.
O filme é bem autoexplicativo nas questões políticas, como o motivo do desfiladeiro ter que ser vigiado por mais de 60 anos e o que eles querem escoder da sociedade.
O romance é até legal, não minha praia mas cria uma certa conexão legal entre os personagens. Mas eu diria ser um pouco clichê.
"Visualmente criativo e envolvente na ação, mas o roteiro superficial e os personagens pouco desenvolvidos limitam seu impacto emocional e narrativo." Em um mundo dominado por conspirações e forças ocultas, Levi (Miles Teller) e Drasa (Anya Taylor-Joy) se encontram em meio a eventos que desafiam a lógica. O que começa como um romance inesperado se transforma em uma jornada repleta de ação e mistério, onde a sobrevivência depende de decifrar um jogo mortal entre o passado e o futuro. Entre Montanhas" mistura gêneros com liberdade criativa, transitando entre romance, ação e ficção científica sem amarras. Scott Derrickson brinca com a linguagem cinematográfica, utilizando enquadramentos dinâmicos e mise-en-scène inspirada em videogames, aproximando-se de uma estética interativa. Apesar de um roteiro superficial e personagens secundários pouco desenvolvidos (com Sigourney Weaver no piloto automático), a energia do filme compensa. A química entre Teller e Taylor-Joy e o visual vibrante dão fôlego a uma narrativa que, mesmo caótica, diverte e instiga.
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