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Juan M
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28 críticas
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0,5
Enviada em 17 de junho de 2022
Mais uma vez a Netflix lançando porcarias de consumo rápido, esse filme não tem nada que salve. Come teu tempo à toa, eles deveriam ter vergonha na cara e serem mais criteriosos.
O que mais me intriga é que o trailer não tem nada a ver com filme, assisti por alguns comentários que sairam na mídia mas não correspondem com o filme, não indico.
Que nome maravilhoso! "A Ira de Deus". Imediatamente me trouxe à lembrança "Aguirre, a Cólera de Deus" de Werner Herzog. O nome prometia muito e, ansioso, me dispus a vê-lo. E vi atores horrorosos, com roteiro e direção que fez jus a eles. Fotografia e trilha sonora exagerando no soturno talvez para criar um suspense que não se efetivou. Diálogos primários repletos de pausas dramáticas que não cumpriam seu objetivo dada a sua previsibilidade. Já vi muito filme ruim, mas este, indiscutivelmente, leva a estatueta. Apenas o vi devido a um comentário muito positivo de um desses influenciadores digitais que abundam na internet. Antigamente, quem se dedicava a esse objetivo era denominado Formador de Opinião. Termo que não se adaptaria a essas pessoas portadoras de um único par de neurônios que buscam influenciar, já que não têm capacidade de formar uma opinião que não possuem. Sorte deles que têm nas redes sociais uma infinidade de ignorantes para os seguirem. Que tristeza!
O decorrer do filme é interessante. Mas o final é um lixo. Inclui até o velho psicopata tendo um romance com a irmã adolescente da vítima principal. Não assistam! Decepcionante.
Horrível horrível horrível Filme sem pé ,sem cabeça e o nome completamente nada a ver com filme. A irá que vemos no filme é do diabo,não de Deus. Exalta-se um homem como Deus. RIDICULO,Não percam seu tempo.
Filmes baseados em livros, em bons livros, geralmente possuem boas chances de também serem bons. Essa tag sempre me faz pelo menos ler a sinopse do filme, e A Ira de Deus ganhou os requisitos para que eu o assistisse. 97 minutos bem investidos.
Suspense psicológico é um gênero para poucos. Seu ritmo lento, sem ação frenética, sem carros voando, sem lutas épicas, pode entediar os inquietos. A complexidade das tramas, marcada pela sutileza de eventos, pode espantar os desavisados. A Ira de Deus não foge a essas características, possuindo uma trama envolvente e um ritmo pacato e tenso.
O filme falha apenas em explorar melhor o fator investigativo. Esteban não consegue levantar nenhuma evidência senão coincidências perturbadoras. Talvez a obra-fonte faça um trabalho melhor em levantar mais suspeitas, mas o livro está na minha fila de leitura.
Li alguns comentários sobre as atuações de Achaga e Minujín serem um pouco sem sal e sem açúcar. Gostei do estilo reservado e meticuloso de Esteban e achei que Luciana me pareceu bem desequilibrada, emocionalmente afetada. A dublagem para minha língua talvez tenha ajudado avivar melhor as personagens.
Com uma duração aceitável, A Ira de Deus prende pelo tempo necessário para entregar uma história forte de vingança e luto. Até onde as coincidências são apenas isso: coincidências? Em A Ira de Deus, o desfecho pode lhe surpreender.
Filme mediano para fraco. Deixa no ar uma decepção estampada. Para quem viu o excelente: "O segredo dos seus olhos", somente o sentimento de ausência de lógica adequada. Tem personagens que parecem só estar cumprindo presença, parece que vão entregar algo, mas não fazem. Até a dança entre a loucura e a sanidade parece entregar os pontos, pois não flui. Deixa um sentimento de que poderia mas não foi.
Achamos muito bom esse filme. Inteligente pra pessoas que curtem o bom cinema argentino. Filme bem feito e com enredo. Nada das baboseiras nem tiroteios da Netflix. Nota 4.
Excelente filme. Suspense bem construído. Ótimos atores. Interpretação muito boa também. Trama consistente. E a imagem/locação da livraria Grand Splendid (El Ateneo) é simplesmente inspiradora para quem curte Buenos Aires, livros bons e uma das mais belas livrarias do mundo.
Que nome maravilhoso! "A Ira de Deus". Imediatamente me trouxe à lembrança "Aguirre, a Cólera de Deus" de Werner Herzog. O nome prometia muito e, ansioso, me dispus a vê-lo. E vi atores horrorosos, com roteiro e direção que fez jus a eles. Fotografia e trilha sonora exagerando no soturno talvez para criar um suspense que não se efetivou. Diálogos primários repletos de pausas dramáticas que não cumpriam seu objetivo dada a sua previsibilidade. Já vi muito filme ruim, mas este, indiscutivelmente, leva a estatueta. Apenas o vi devido a um comentário muito positivo de um desses influenciadores digitais que abundam na internet. Antigamente, quem se dedicava a esse objetivo era denominado Formador de Opinião. Termo que não se adaptaria a essas pessoas portadoras de um único par de neurônios que buscam influenciar, já que não têm capacidade de formar uma opinião alheia já que não possuem uma própria. Sorte deles que têm nas redes sociais uma infinidade de ignorantes para os seguirem. E, no caso, fui um deles. Que tristeza!
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