A Substância
Média
3,0
1159 notas

469 Críticas do usuário

5
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Mahayana  S Alvarenga
Mahayana S Alvarenga

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de janeiro de 2025
Uma crítica social interessante e atual, porém, pessoalmente não fico tão confortável assistindo a tanta violência, quantidade de sangue e imagens viscerais. Mas para quem gosta de ficção/ terror deverá gostar.
Ana Kassia
Ana Kassia

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de janeiro de 2025
Sensacional! Atuações impecáveis, efeitos de imagem, trilha sonora, crítica social, sinceramente, melhor filme que assistir no ano de 2024. Espetacular!
elias j.
elias j.

2 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de janeiro de 2025
Filme muito estranho, para não dizer bizarro, tem uma ideia atual e que precisa ser mais abordada, mas como foi nesse filme, acaba se perdendo, assim como as cenas desconexas. Demi Moore, Denis Quaid e Margaret Quailey atuam brilhantemente, fora isso nada mais a acrescentar. Ah! Demi ganhou Globo de Ouro na categoria Melhor atriz comédia ou musical? Para mim esse filme é terror.
kevin_cristian
kevin_cristian

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2025
O filme me prendeu no começo, de verdade. Gostei muito da crítica que ele faz, mostrando como a gente se importa demais com o que os outros pensam e acaba fazendo coisas só pra não ser trocado/julgado. Os efeitos são muito realistas, e curti bastante a forma como eles colocaram a biologia na história, deu um toque bem diferente.

Mas depois o filme começa a ficar meio nojento e o final não faz muito sentido. Mas entendi a parte que ela some sem ser lembrada. No geral, até que é bom, mas podia ser melhor. (o final)
Jonathan Silva Da Costa
Jonathan Silva Da Costa

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de janeiro de 2025
*Crítica do Filme A SUBSTÂNCIA por Jonathan Costa - 30/12/2024*

O filme *A SUBSTÂNCIA* , que fez sua estréia no dia 19 de setembro de 2024 no cinema, tendo duração de 2 h e 20 min, pertencendo ao gênero Drama e Terror, contando com a Direção e Roteiro de Coralie Fargeat, trouxe no Elenco: Demi Moore, Margaret Qualley, Dennis Quaid, nos traz um misto de... Eu Jonathan Costa diria indagações e também reflexões.
Em A Substância, Elisabeth Sparkle (Demi Moore) é uma celebridade em declínio que enfrenta uma reviravolta inesperada ao ser demitida de seu programa fitness na televisão. Desesperada por um novo começo, ela decide experimentar uma droga do mercado clandestino que promete replicar suas células, criando temporariamente uma versão mais jovem e aprimorada de si mesma. Agora, a atriz se vê dividida entre suas duas versões (Margaret Qualley), que devem coexistir enquanto navegam pelos desafios da fama e da identidade. "Já sonhou com uma versão melhor de si mesmo? Você. Só que melhor em todos os sentidos. De verdade. Você precisa experimentar este novo produto, A Substância. MUDOU A MINHA VIDA. Ele gera outro você. Um você novo, mais jovem, mais bonito, mais perfeito. E há apenas uma regra: vocês dividem o tempo. Uma semana para você. Uma semana para o novo você. Sete dias para cada um. Um equilíbrio perfeito. Fácil, certo?"
Acima você leu um trecho da sinopse. O filme me fez refletir sobre o preço que muitos de nós estamos dispostos a pagar para nos mantermos jovens, desejáveis, produtivos, dispostos e muito mais. Noto ainda que esse desejo em manter a juventude tão reverenciada atinge principalmente o público feminino e a comunidade lgbtqiapn+, o culto ao corpo, ao "belo". Hoje uma parte grande dos homens hétero cisgênero vem se cuidando mais também. Voltando ao culto do corpo, vemos que a personagem tinha como objeto de trabalho seu corpo, sua imagem, e que já não era mais a mesma e já não agradava mais ao público como antes, o velho principalmente neste universo de fama necessita meio que obrigatoriamente dar lugar para o novo. A personagem então absorvida logicamente pela profissão a qual dedicou toda sua vida, se vê, ou melhor entra em um drama pessoal, pois precisa dizer para si mesma quê? Que envelheceu. Aceitar isso para ela, mulher, símbolo sexual, se torna muito, muito mais difícil. Ali ela então topa o que surge na vida dela, primeiro desacredita e logo realiza o procedimento, pois naquele momento desesperador por mais absurdo que pareça à oferta é o que lhe parece como única saída. E daí a história se desenrola.
*Por várias passagens do filme me perguntei:*
 Sério mesmo que o corpo precisaria ter ficado no banheiro pelos 7 dias, não poderia ter cuidado melhor do corpo, colocado em uma cama?
 A personagem procura por paredes ocas. Até aí tudo bem. Mas não aguentei, ela me acha uma parede oca e faz um local mais seguro pro corpo matriz, gente, o oco virou um cômodo. Quê? Kkkkkk
 No início a cópia jovem parecia ser então ela mesma, ou seja, a mente delas estavam em sincronia, uma só, depois parecia que eram vidas distintas apenas ligadas pelo processo... Fiquei confuso, hora pareciam serem a mesma, hora pareciam serem distintas... Não sei se você que assistiu teve essa percepção... Para mim não ficou bem claro, pois parece que a cópia quis assumir todo o controle, mas como se fosse uma outra pessoa literalmente, porém lá pro fim veio memórias, que novamente mostra que eram a mesma pessoa. Imagino que o diferenciamento de identidade, meio que era uma espécie de efeito colateral...
 No fim para ficar melhor quando um loucooooooo corta a cabeça dela o sangue esguicha. Ok. Mas daí virou uma mangueira do corpo de bombeiros, que tanto de sangue foi aquele? Kkkkkkkk. A tá certo, as células do sangue multiplicaram absurdamente, culpa da substância, kkkkkkk.
Bom, até que foi bom, dá para tirar reflexões, mas pelos atores eu esperei mais, muito mais, como foi bem realístico, assim deveria ter sido até o final, levando o público a crer na história, pois até na ficção certos limites são bons para que convença o público e assim pareça ser algo verídico, possível. *E você toparia fazer o experimento?* 藍藍藍藍
Cinephilo
Cinephilo

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de dezembro de 2024
A Substância (Coralie Fargeat) mistura ficção científica e horror psicológico com uma estética visceral e inquietante. A diretora explora poder e transformação em um universo único, mas o simbolismo pode parecer confuso e o ritmo irregular. Ainda assim, é uma experiência marcante para quem aprecia cinema desafiador.
Pedro Henrique S
Pedro Henrique S

10 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de dezembro de 2024
A Premissa do filme é muito interessante e faz uma abordagem bastante reflexiva sobre a beleza e respectivos padrões jamais alcançáveis. Contudo, o filme mais ao final se perde completamente, ficando sem nexo e inconcebível perante o próprio enredo criado. Se o filme tivesse acabado no momento certo (qualquer espectador saberá qual seria o suposto momento...), poderia ser considerado um dos melhores de 2024.
Mateus Sotero
Mateus Sotero

8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
Filme bem bizarro! Da pra ver tranquilamente. É totalmente fora do comum mas n é maravilhoso n…………….
SR SINCERO
SR SINCERO

3 seguidores 72 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de dezembro de 2024
O filme realmente tem uma proposta muito interessante mesmo! Dês do primeiro minuto até suas 2 horas , mas aí os últimos 20 minutos se perderam no roteiro parece que virou até comédia . A parte onde ela vira um monstro ficou muito ruim , spoiler: se o filme terminasse ali onde a cópia tenta fazer outra cópia , seria 10!
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de novembro de 2024
O filme começa como uma grata surpresa, com um ritmo frenético e um soco no estômago dessa sociedade etarista, especialmente no que diz respeito às mulheres. Demi Moore brilha no início, e o filme claramente faz alusão à sua própria trajetória em Hollywood. Uma atriz que começou com força, mas que, ao longo dos anos, foi relegada a papéis menores, à medida que as grandes produções passaram a priorizar atrizes mais jovens para os papéis maiores. Essa é, inclusive, a essência da história que envolve a protagonista do filme. (PS: Qualquer semelhança não é mera coincidência).

Porém, à medida que a trama avança, o filme entra em uma espiral de acontecimentos surreais, mergulhando no gore e seguindo um caminho que, pessoalmente, não me agrada. Em certo ponto, Demi Moore perde o protagonismo, cedendo espaço à excelente Margaret Qualley. Sua atuação é muito boa, mesmo com diálogos limitados, entregando uma expressividade corporal impressionante. O trabalho artístico em sua personagem é algo digno de elogios.

Por outro lado, a exposição do corpo feminino em demasia vai de encontro à proposta do filme. Embora o enredo torne essa abordagem necessária em alguns momentos, acredito que a direção poderia ter preservado mais as atrizes, especialmente Moore.

O roteiro tem suas falhas, deixando algumas pontas soltas e muitas questões à livre interpretação do espectador. Ainda assim, vale destacar a performance de Dennis Quaid, que interpreta de forma convincente um agente canastrão e caricato. Seu papel serve como um alívio cômico em meio ao peso e à violência gráfica do filme.

Falando sobre premiações para Demi Moore, que têm sido especuladas pela crítica, acredito que não venham a se concretizar. Primeiro, porque a academia raramente premia atuações em filmes desse gênero. Segundo, porque, na minha opinião, Margaret Qualley teve um desempenho mais destacado que o da própria Moore.

A Substância é um bom filme, mas poderia ter entregado mais. Os exageros e o foco excessivo no gore diminuem o impacto da história, que, se contada de forma mais séria e menos gráfica, poderia alcançar maior relevância e, quem sabe, até mesmo premiações.
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