A Substância
Média
3,0
1159 notas

469 Críticas do usuário

5
57 críticas
4
64 críticas
3
36 críticas
2
46 críticas
1
74 críticas
0
192 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Nathalie Magalhães Santos
Nathalie Magalhães Santos

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de março de 2025
Um filme provocativo, com cenas chocantes, o final entregou cenas bizarras, acredito que a ideia foi mostrar de forma horrenda o destino de uma pessoa que busca perfeição a todo custo e por outro lado a falta de maturidade e inteligência emocional,, a trama envolve duas personagens e o enfrentamento das consequências dos seus atos, ambas muito bem interpretadas por Demi Moore e Margaret Qualley.
Karina Nuzzo
Karina Nuzzo

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
É bom porém não sensacional. Muito viajante. A fotografia é muito boa, a história é bem mais ou menos. Recomendo mas não assistiria de novo.
Marianny Maciel
Marianny Maciel

Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
Finalmente assisti a "A Substância". Confesso que estava com a expectativa lá em cima e me decepcionei um pouco. O filme tem, sim, uma boa ideia, mas a forma como ela é executada não é das melhores. Demi Moore e Margaret Qualley entregaram atuações maravilhosas, Dennis Quaid conseguiu me fazer odiá-lo, e confesso que me apaixonei pelas roupas das protagonistas, especialmente as de Sue.

Como disse anteriormente, a história é boa. Até a metade do filme, eu estava cada vez mais surpresa, mas o final não me agradou. Achei que o filme se perdeu bastante, mas, com certeza, é um filme com uma crítica muito boa.
Anderson
Anderson

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2025
Terminei de ver “A Substância” e vim correndo escrever enquanto toda a memória de sensações produzidas imediatamente pelo filme estão aqui fresquinhas. Sim, porque a obra toca neste ponto. Estupefação. O nó no estômago, a garganta seca, o asco, o nojo. São sensações despertadas imediatamente pelo roteiro inteligente e original, pelas atuações, pela qualidade da produção da maquiagem, cabelo, caracterização.

Os sentimentos causados pelo filme são sensações urgentes, imediatas que, primeiro, se fazem sentir, não tenho outro sinônimo para o que quero dizer – pelo menos não o encontro agora.

Depois de um certo tempo da poeira baixada, sensações acentuadas, daí, sim, se torna um filme capaz de nos levar à reflexão. Foi meu caso. Só consegui refletir sobre a questão da beleza, da autoaceitação, da objetificação do corpo feminino, do etarismo – tudo isso – depois que o filme acabou. Porque durante a experiência cinematográfica é um conjunto de sensações que não dão muito espaço para reflexão profunda.

“A Substância” conta a história da atriz, Elizabeth Sparkle, vivida por Demi Moore (sim, a adversária direta de Fernanda Torres na corrida pelo Oscar, mas vamos falar disso melhor daqui a pouco). O etarismo surge quando a rede de TV em que Sparkle trabalha decide substituí-la por alguém mais jovem. A atriz entra em crise até que se depara com a possibilidade de consumir uma substância capaz de criar uma versão mais jovem de si mesma. As duas versões coexistem num equilíbrio que é quebrado e daí se desenrola a trama.

O roteiro é assinado por Coralie Fargeat, que também dirige o filme. A obra recebeu vários prêmios ao longo de 2024 e 2025 e concorre em cinco categorias no Oscar 2025: Melhor Direção, Melhor Roteiro Original, Melhor Atriz e Melhor Cabelo e Maquiagem.

O filme é um body horror, ou terror corporal, um subgênero dos filmes de horror, que foca na deformação, mutilação e transformação física do corpo humano. É um tipo de horror que explora medo e repulsa relacionados a mudanças grotescas no corpo. A linguagem é usada com assertividade pelo filme, contrastando a beleza sensual jovial com as tais imagens repulsivas com as quais a obra, digamos, brinda o público.

“A Substância” desperta repulsa, medo, nojo, sensações muito primitivas por se valer de uma história que propicia isto: cenas grotescas, extremas, explosivas mesmo. É neste contexto que está a atuação de Demi Moore. Ela dispõe de ferramentas muito abertas, expostas, à mão, para fazer uma atuação altamente dramática, sem muito comedimento, com exagero que a obra exige. Por isso é uma atuação carregada de uma forte carga emocional.

Talvez o acesso a expressão de tal carga emocional seja algo menos dispendioso para o ator ao compararmos, por exemplo, a atuação de Moore com a de Fernanda Torres, em “Ainda estou aqui”, em que esta precisa exprimir uma emoção humana verdadeira sem exageros, com comedimento, portanto com menos espaço de extravasar que aquela teve.

Podemos dizer que Torres teve uma tarefa mais difícil que a de Demi Moore? Uns acham que sim. Outros que não. A minha sensação é a de que Demi Moore tem uma grande atuação dramática, perfeita para um filme de terror.
gz erasmo
gz erasmo

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
Achei uma mistura de O Médico e o Monstro, mais A Fogueira das Vaidades. Para mim o resultado não foi bom. A impressão que me deu é que algum drogado da elite holywoodiana bolou este enredo absurdo, ou então a esposa escutou uma história parecida num salão de beleza das atrizes em decadência, e o diretor resolveu encampar a ideia.
Jacqueline A
Jacqueline A

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
O filme tem um roteiro e performance dos atores incríveis e impecáveis. Te prende totalmente por sua originalidade e na minha percepção me fez sentir todo tipo de sensações como alegria, tristeza, raiva, nojo, choque entre outros. Apenas algumas partes finais é que foram um pouco exageradas pra mim. Super recomendo e torço por Demi no Oscar 2025 para melhor atriz.
Gilson Rocha
Gilson Rocha

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2025
Bom, vamos lá. Antes de mais nada tive que ter uma conversa de quase 2 horas com a pessoas que assistiu comigo, digamos que a nossa opinião se convergiu por mais que na maioria das cenas ela segurava minha mão de medo e eu, sem pensar muito, fechava os olhos enquanto ela me avisava se as cenas de gore haviam acabado.

Na visão dela, honestamente, primeiro que ela já foi completamente contra pois segundo ela seria perca de tempo até parar para ''comentar e avaliar'' o filme de tão ruim que foi. Mas, consegui convence-la por livre e espontânea pressão após prometer que daria um presente ainda essa semana. No final, ela ''curtiu'' a crítica que a diretora tenta passar nas cenas iniciais, ela concorda que a busca forçada por um nível de beleza que na maioria das vezes não retrata o real lado das mulheres acaba as encurralando em ambientes que sugam toda a energia assim como o filme retrata. E ah, ela também comentou que o ''monstro'' que a atriz se tornou a fez lembrar dos monstros do jogo The Forest, vocês conhecem, né?

Já na minha visão como crítica, e sim, ela está me forçando contar para vocês que assistimos no discord através de um site ''pirata''. Pensamos pelo lado bom, pelo menos não fomos até o cinema e pagamos por uma pipoca que custa quase 100 reais e que na maioria das vezes sem falar quase todas vem com muito óleo, fria e ainda temos que aguentar filas gigantescas.

Já sobre o filme, gostei, curti, fechei os olhos durante boa parte das cenas? Sim. Mas foi uma excelente desculpa para conseguir apertar a mão dela, não da moça do filme mas a da minha ''amiga''.

Por fim, ''minha amiga'' me recordou que a direção artística de áudio é muito mas muito boa.

Acho que é isso, caso tenha alguma outra contribuição futura volto e edito.

Ansiosos para o próximo filme que eu e minha ''amiga'' vamos assistir? Eu sei que sim. E com certeza não será A Substância 2, né? haha (risos risos). Sim, ela está rindo enquanto eu escrevo nossa contribuição. Me refiro a minha ''amiga'' novamente.

E gente, você que leu até aqui, tenho uma excelente notícia e spoiller. Curioso?

Clique aqui para ver mais...
pedro santos
pedro santos

1 seguidor 29 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
O filme A Substância é, sem dúvida, uma das melhores surpresas de 2024. Com um design de produção que é um show à parte e atuações que entregam tudo, ele te puxa pra dentro da história de um jeito que é difícil desviar o olhar. É aquele tipo de filme foda que a gente assiste com gosto, absorvendo cada detalhe visual e a vibe que o elenco passa.

Claro, o filme tem umas

escorregadas no roteiro. Algumas coisas vão incomodar quem é mais atento. Tipo, ninguém percebeu que a Elizabeth e a Sue moram no mesmo lugar? E aquela personagem que nasceu há pouquíssimo tempo já consegue todas as licenças e permissões de trabalho, como se fosse a coisa mais normal. São detalhes que, se você parar pra pensar, tiram um pouco da credibilidade da história.

Mas, mesmo com essas falhas, elas não chegam a prejudicar a experiência como um todo. O filme ainda se sustenta firme e entrega uma jornada poderosa, do tipo que fica na cabeça por

um bom tempo. Esses deslizes podem até atrapalhar quem curte encontrar esses detalhes, mas, pra quem embarca na história e vai pelo visual e atuações, A Substância é um baita filme. Mesmo com os furos, ele se destaca fácil entre os melhores do ano.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 443 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de janeiro de 2025
O filme apresenta uma premissa forte e promissora, mas, sinceramente, a dinâmica de troca de personagens me incomodou bastante, parecendo desorganizada e mal executada. No entanto, a intensidade da trama consegue prender a atenção, e em alguns momentos o humor inesperado oferece um alívio bem-vindo. O destaque fica para o desfecho, que, além de impactante, parece funcionar como uma crítica direta e sem rodeios à temática central. Apesar dos problemas, é um filme que provoca reflexões e deixa sua marca.
Hugo S.
Hugo S.

4 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2025
Vcs lembram do filme A Mosca, da década de 80? Pois é, finalmente conseguiram superar essa produção em termos de escatologia. O roteiro é interessante, mas as cenas na parte final são difíceis de assistir
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa