Horrível, pois:
- É um filme arrastado, com cenas lentas desnecessárias, pois toda a ideia já é demonstrada anteriormente. Assim, o espectador fica o tempo inteiro pensando "Já entendi! Vá para o próximo tópico!"
- A primeira metade é completamente previsível. Já a segunda parece só existir para torturar o espectador.
- Ele parte de um tema complexo que envolve objetificação feminina, etarismo e como a indústria lida com isso. No entanto, simplifica esse tema e o resume de tal modo que os primeiros dez minutos de filme dão conta. Após isso, há apenas a repetição da mesma ideia, mas de forma cada vez mais bizarra.
- O filme mostra cenas completamente repugnantes sem a mínima necessidade, apenas faz questão de ser cada vez mais nojento.
- Os personagens são completamente rasos. Tanto a protagonista, Elizabeth/Sue como os raros personagens secundários se resumem a estereótipos, nunca saem desses estereótipos nem se desenvolvem, mudam, evoluem.
- A história é tão chata e a protagonista tão mal desenvolvida que não é possível criar empatia nenhuma com ela, que se torna apenas insuportável. A partir do meio da história, só dá vontade de gritar para Elizabeth/Sue: "Você destruiu sua vida com a substância e não tem volta. Agora se mata! Acaba logo com essa porcaria de filme! Você não tem mais o que fazer!"
- É um terror que não assusta. Afinal, pela falta de desenvolvimento da personagem e da empatia com ela, o espectador não torce pela protagonista e todo o seu medo e sofrimento não o toca.
- Cenas que copiam vários filmes, como Iluminado, de maneira completamente tosca.
- A história não faz sentido por vários motivos, como o fato da a protagonista vive completamente sozinha, não tem uma moça da limpeza pra ver o corpo escondido no banheiro. Além disso, a Elisabeth/Sue, uma atriz, consegue aplicar a substância em sua veia, fazer suturas e outras coisas que só um médico conseguiria. Ademais, a mulher abre um buraco na parede do banheiro e surge um quarto. Outro fator é a empresa misteriosa da substância. Isso só para citar erros da 1a metade do filme, porque depois, não tente achar uma lógica, ela não existe.
- A história quebra suas próprias regras e pretextos, como quando a Elizabeth e a Sue ficam acordadas ao mesmo tempo e lutam entre si. Isso é contrário ao funcionamento da substância.