Horizon: An American Saga - Chapter 1: Recentes críticas
Horizon: An American Saga - Chapter 1
Média
4,0
69 notas
19 Críticas do usuário
5
11 críticas
4
3 críticas
3
1 crítica
2
2 críticas
1
1 crítica
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Propicio Souza
1 crítica
Seguir usuário
5,0
Enviada em 6 de outubro de 2025
Em Horizon: An American Saga – Chapter 1, Kevin Costner retorna não apenas ao velho oeste, mas à sua verdadeira zona de conforto como contador de histórias épicas. Três décadas após Dança com Lobos, o ator, diretor e produtor reafirma sua vocação para explorar o espírito da América em formação — um território tão vasto quanto indomável, moldado por sonhos, ambições e conflitos que ecoam até hoje.
O primeiro capítulo dessa grande saga é uma obra de construção paciente e profundamente humana, que prefere o passo do tempo às explosões fáceis. Costner conduz o espectador por uma multiplicidade de histórias que se entrelaçam lentamente, apresentando colonos, nativos, soldados e famílias comuns em meio à dura travessia rumo ao Oeste. Essa escolha, deliberadamente contemplativa, confere ao filme um peso quase literário — um épico de fundação, que olha para o mito da expansão americana com respeito, mas sem ingenuidade.
Visualmente, o filme é um banquete cinematográfico. A fotografia de panoramas imensos, iluminados por um sol poente que parece respirar junto com os personagens, remete ao faroeste clássico, mas com uma textura moderna. Cada enquadramento reforça a sensação de imensidão e isolamento, lembrando ao espectador que a beleza do Oeste vinha sempre acompanhada de perigo e solidão. É um retorno à essência do gênero: o homem pequeno diante da vastidão da natureza e do destino.
Costner demonstra maturidade e confiança como diretor. Ele não busca reinventar o faroeste — ele o respeita. Em vez de estilizações contemporâneas ou revisionismos extremos, o cineasta opta por recontar o mito americano com sobriedade, emoção e honestidade, valorizando o olhar humano sobre os grandes eventos históricos. Sua câmera é paciente, sua trilha sonora comedida, e seu foco permanece nas relações: pais e filhos, colonos e nativos, amor e dever, fé e sobrevivência.
É verdade que Horizon exige do público o mesmo que o Oeste exigia de seus pioneiros: paciência e fé. O ritmo lento, as múltiplas tramas e a sensação de “prelúdio” podem afastar os espectadores mais impacientes. Mas quem embarca de coração aberto encontrará um filme grandioso em propósito, que não teme o silêncio nem o espaço.
Horizon: An American Saga – Chapter 1 é mais que um faroeste; é o início de uma declaração artística. Costner aposta em um cinema que respira, que constrói mundos e personagens aos poucos, e que ainda acredita no poder das grandes histórias contadas na tela grande. Em tempos de pressa, ele oferece tempo. Em tempos de cinismo, ele oferece sinceridade.
Kevin Costner não apenas revisita o gênero que o consagrou — ele o honra. E, ao fazer isso, lembra a todos nós por que o faroeste nunca morre: porque ele é, no fundo, a metáfora mais pura da busca humana por pertencimento e redenção.
O filme tem impressionantes 3 horas de duração, mas, surpreendentemente, entrega um roteiro fragmentado e confuso que dificulta acompanhar a história como um todo. O grande atrativo acaba sendo mesmo os cenários, que retratam de forma primorosa o Velho Oeste e nos transportam para essa atmosfera única. Agora, resta aguardar o capítulo dois para ver se as pontas soltas se encaixam e se teremos mais uma imersão visual caprichada nesse universo que tanto encanta.
Kevin Costner dar mais uma vez um show de interpretação e Direção nessa primeira parte lindíssima numa direção de arte magnífica e um elenco excepcional, já muito ansioso pela segunda parte.
Fãs de velho oeste com uma narrativa mais lenta e detalhada iram adorar! O filme conta com um excelente elenco e traz a sensação de como era a realidade naquela época. Ansioso pela parte 2
Simplesmente excepcional, devemos ter o entendimento de que a obra é uma saga, e os desdobramentos irão se dar no decorrer de todos os capítulos, com esse entendimento esse primeiro capítulo me tirou as melhores notas possíveis
A culpabilização das etnias indígenas é no mínimo ridículo, um roteiro de extrem direta e fascista, transformar invasores em vítimas. Um total absurdo que só se compara a Klan
Achei o filme excelente. Apesar de falaram que sao muitas histórias qie nao se ligam, eu achei interessante porque mostra os diferentes lados das pessoas que estao nessa história. Muito bom para quem gosta de filmes com histórias antigas! Não vejo a hora de sair o segundo!!
Muito ruim , nenhum personagem tem sequência e o filme é uma colcha de retalhos , eu ainda não entendi se Kevin Costner tem um papel cômico ou fracassou como " mocinho " , com aquele chapéu ridículo está mais para Buster Keaton do que para um John Wayne ...talvez ele venha a ter saudades de Waterworld.
Esperava mais , esperava que fosse bom mesmo pelo elenco , é bem feito sim , mas na verdade são várias histórias que não se ligam , e não explicam nada , espero que no segundo filme seja melhor
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade