Intenso, forte, tenso e bem contextualizado. Sem grandes explicações, não necessárias, somos jogados em meio a uma guerra civil política arrasadora que não tem lado. Os protagonistas são impecáveis com Wagner Moura no auge, elevando nosso país mais uma vez a grandes produções, não que ele não tenha provado isso antes com o cinema nacional e Kirsten Dunst que apesar de costumeiros papéis medíocres, nesse se mostra incrível apenas com suas expressões. É um ótimo conjunto. A crítica social exata.
De um lado, a eterna aranha-girl, nada contra ela, mas tem um carisma de um tubo de vinagre; do outro, o contraditório Moura, crítico do sistema que o beneficia. Torcendo para o filme flopar no Brasil.
O filme é polarizado para o lado que lhe agrada. Não prende a atenção, Wagner Moura seria melhor em tropa de elite, mas nesse filme defende o sistema que o abaste. Quando falar de polarização se eles são os mais agressivos nesse discurso.
Para quem espera por um tenso conflito político, ação como reproduzido no trailer, pitada de emoção estilo "Tropa de Elite" e uma apresentação inesquecível de W. Moura, esqueça. O filme está mais para uma homenagem à imprensa, especificamente aos repórteres de guerra. Esperava muito mais.
Filme sem enredo, atuações medíocres. Classico sessão da tarde, não há uma coerência entre as histórias, personagens aleatórios sem conteúdo ou profundidade. Inversão de valores e sentidos.
Toda trama tem foco na visão dos jornalistas em meio a guerra. Ação, boas atuações e Wagner Moura brilha. No cinema o som é o diferencial. Vale a pena. FILMAÇO!
Filme parado e surreal . Achei a história sem pé nem cabeça, trilha sonora chata e uma lacracão nem tão oculta por trás dos diálogos e contexto. Eu não indico, esperem lançar nas plataformas
Bom filme de Garland, que tira o espectador do conforto não dando um lado para se ter por quem torcer, não há bandidos ou mocinhos, e isso deve frustrar alguns acostumados aos Rambos da vida. Dunst passa bem a perspectiva da fotojornalista que já viu demais nesta vida, seu olhar é morto e cansado, e no confronto final do filme ela é abalada por estes fantasmas. A fotojornalista novata vivida por Spaeny, pela falta de experiência, se excita com adrenalina e se arrisca demais, mas na cena final não hesita e segue o ensinamento dado por Dunst a sua pergunta sobre a eterna questão ética do jornalismo, "interferir ou apenas registrar?". Wagner Moura esta excelente no papel do jornalista falastrão e malandro, que também se entrega a adrenalina da guerra mas sabe que ela cobra seu preço. A cena do encontro com o guerrilheiro Plemmons é épica e faz pensar bastante. O final também é icônico, principalmente pensando o jornalismo e o fotojornalismo, vale tudo mesmo por uma foto? Por uma matéria? Quais são os limites éticos? No filme várias questões ficam sem resposta, mas não é assim uma guerra? Nenhuma guerra contará toda verdade, pois a história é sempre escrita apenas por uma lado, o dos vencedores.
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