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Adriano Côrtes Santos
1.010 seguidores
1.229 críticas
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3,0
Enviada em 22 de janeiro de 2025
" Filme divertido, mas previsível, que destaca Glória Pires como o coração da trama familiar." Glória Pires carrega o filme com talento, elevando a simplicidade do roteiro de Bruno Barreto. Com leveza e lições previsíveis, o longa explora conflitos familiares e apresenta uma avó inusitada como heroína. Embora divertido e bem-intencionado, falta profundidade na construção dos personagens, especialmente dos netos. A direção, embora competente, fica aquém do histórico do talentoso Bruno Barreto.
Amei, filme leve e divertido, com pureza e ensinamentos, que nos levam a pensar o quanto é bom ser criança e colocar esta criança para fora. Parabéns a toda equipe, amei o elenco infantil do filme.
Filme divertido e familiar, a estética é linda, a fotografia muito limpa, roteiro divertido e despretensioso com sacadas engraçadas. Glória Pires está bem no seu papel e cumpre muito bem com a proposta do filme. O elenco mirim é ótimo, todo carismático e verdadeiramente engraçado, principalmente Ângelo Vital Monteiro que conduz o fio narrativo da trama. A questão entre a Cleo e a Glória Pires foi desenvolvida muito às pressas ppara gerar um sentimento de comoção ainda maior no público, ainda assim não faz o filme perder em diversão. Matheus Ceará e Dadá Coelho também estão ótimos, gostaria de ver mais cenas com eles. Bruno Barreto comanda esse filme familiar de conforto de maneira mmuito bem conduzida e com muito carinho, longe da zona de conforto dele o diretor ainda se prova um ótimo artista e esse filme se mostra uma boa pedida para uma passeio com a família.
O filme é um resgate da Nostalgia do cinema brasileiro. É aquele filme que sentimos saudades de assistir na "Sessão da tarde " Pois tem Atores e Atrizes da Vanguarda que são uma verdadeira escola do teatro e da sétima arte ! A Glória traz consigo toda essa essência. e a grande novidade do filme é a entrada de novos atores que direcionam o filme a uma outra estética e provam que o Brasil é um País pioneiro quando se trata de renovação e direcionamento. É um filme família, gostoso de assistir, para dar altas gargalhadas e resgatar em nosso âmago a felicidade de tempos atrás. O Ator Mirim Ângelo Vital monteiro é sem dúvidas uma das grandes atracões do filme, me faz lembrar um pouco os saudosistas trapalhões. Espero que possam dar continuidade a este belíssimo filme, quem sabe ai venha a continuação com o titulo de : "O Jovem ninja" e dar oportunidade para essa juventude perpetuar nos cinemas a obra prima Brasileira.
eu gostei do filme, apesar de o roteiro ser previsível e a trama não desenvolvida detalhadamente, é o típico filme de sessão da tarde, deixa o coração quentinho e leva de volta à infância
Roteiro Simples e Previsível: Apesar da premissa criativa, a trama é previsível e sem grandes surpresas, o que tornar o filme monótono em boa parte do tempo, as risadas são limitadas
Personagens Secundários Pouco Desenvolvidos: A protagonista se destaca, mas os personagens coadjuvantes são pouco explorados, o que diminui a profundidade da história.
Efeitos Visuais e Ação Limitados: As cenas de ação são modestas e os efeitos visuais refletem as limitações de orçamento, o que pode decepcionar quem espera algo mais impressionante.
"Vovó Ninja", dirigido por Bruno Barreto, apresenta-se como uma comédia que, embora possua momentos divertidos, destaca-se, sobretudo, pela sua surpreendente carga dramática. A narrativa é conduzida com competência pela direção de Barreto e encontra em Glória Pires uma intérprete de grande talento, cuja performance confere profundidade e autenticidade à obra.
O elenco, escolhido com precisão, exala carisma e contribui significativamente para o sucesso do filme. A química entre os atores, especialmente nas cenas em que o elenco principal está reunido, proporciona um deleite ao espectador. Barreto demonstra uma sensibilidade notável ao explorar a relação entre avó e netos, e essa dinâmica é magistralmente potencializada pela atuação de Pires. Vale destacar também o desempenho do elenco mirim, que se revela um acerto e reforça a conexão emocional da história.
No entanto, o filme apresenta escolhas criativas que, em determinados momentos, comprometem a coerência narrativa. A inclusão da temática "ninja" e "kung fu", que perpassa a história, acaba por enfraquecer o enredo. Ainda que tal temática tenha sido empregada como uma tentativa de aproximar a relação da avó com os netos, seu uso é, em grande parte, superficial. Além disso, essa abordagem é utilizada como um artifício para justificar a separação entre mãe e filha, uma questão que, infelizmente, é apenas superficialmente abordada e resolvida de maneira insatisfatória no desfecho.
É inegável que "Vovó Ninja" possui um charme inquestionável, especialmente quando se concentra em desenvolver as relações interpessoais. Nessas ocasiões, o filme torna-se mais interessante e cativante, conseguindo emocionar, em especial, aqueles que possuem uma ligação afetiva forte com suas avós. Todavia, a insistência em impor a temática de "ninja" e elementos de ação resulta em um desvio que desarmoniza a narrativa, enfraquecendo-a consideravelmente.
Em suma, "Vovó Ninja" é uma obra que, embora cativante em muitos aspectos, peca por escolhas temáticas que acabam por diluir a força de sua narrativa. Se tivesse mantido o foco nas relações familiares e optado por outras motivações para explorar os conflitos entre os personagens, o filme poderia ter alcançado um resultado mais coeso e emocionalmente impactante.
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