Marte Um
Média
3,3
120 notas

28 Críticas do usuário

5
9 críticas
4
3 críticas
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1 crítica
2
3 críticas
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7 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de maio de 2023
Bom filme nacional! Elenco bem integrado ao projeto num roteiro bem feito e seu desenvolvimento é bom, apesar de alguns exageros do gênero, mas nada que atrapalhe esse bom filme.
Ronaldo Mendes
Ronaldo Mendes

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de maio de 2023
A única coisa boa desse filme é que pela sinopse já sabemos o que esperar, nada além de proselitismo político e ideológico, e é exatamente isso que o filme entrega. Só.
A história é aquele draminha mais raso que um pires, nada que você já não tenha visto centenas de vezes em outros filmes melhores. As atrações são pavorosas, fazem qualquer episódio da malhação parecer digno de Oscar. Tecnicamente consegue piorar, tem vídeos do Tik Tok com produção mais técnica e caprichada resumindo, para ser aplaudido apenas pela galera cheirosinha do Leblon. Dei uma estrela de pena.
Luis Regadas
Luis Regadas

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de abril de 2023
Na verdade, a eleição do genô não tem muita relevância para o filme e não há responsabilizacao dele para nada. A eleição e a posse são usados apenas para situar os acontecimentos (final de 18 e início de 19).
De resto o filme é ruim e não tem como defender. Atuações pifias, diálogos que parecem um comercial da verisure, ausência de fio condutor, som horrível, enquadramentos péssimos. 2 estrelas pela boa vontade
Tiago Marcial
Tiago Marcial

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de abril de 2023
Acho que nem precisa ser muito inteligente para perceber que é um mero panfleto político transvestido de filme, né? Película para atrofiar ainda mais o cérebro de quem idolatra político, seja de um lado ou de outro.
Oziel Soares
Oziel Soares

14 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de março de 2023
Fraco de direção e de roteiro e com atuações pífias e desastrosas. Até que o cara que faz o personagem do porteiro demonstrou alguma noção de atuação, entretanto, limitado, e o restante dos atores, cruz credo, fraquíssimos... Ainda enfiaram um tal de Coquinho, Toquinho, sem lá o apelido do sujeito, rsrs...
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 26 de março de 2023
"Será que existe filme mais lacrador que esse? menos mal, que deixou claro seu objetivo, não é como os outros".
Anderson
Anderson

20 seguidores 190 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2023
"Marte 1" descerra as cortinas com o anúncio da vitória real de um candidato de extrema direita à presidência do País. E a citação se esgota no mero anúncio sem futura indicação, pelo menos superficial, de que esse fato terá alguma relevância sobre a vida dos quatro personagens do filme. Se foi indicado para o festival internacional de Sundance e se destacou no festival de Gramado, imagine-se a precariedade das demais produções do cinema nacional que não tiveram esses privilégios. Suspeito que toda a filmagem foi feita com apenas uma câmera que o tempo todo registra apenas o primeiro plano, sempre frontal. Quando terminou fiquei na dúvida se os personagens teriam quadril e pernas, uma vez que o enquadramento se restringe a closes abrindo, no máximo, até a região do umbigo das pessoas. Todos são pretos, exceto raros patrões que aparecem rapidamente em duas ou três ocasiões. À exceção de Carlos Francisco, um excelente ator, os demais precisam procurar urgente outra profissão. Espero que nenhum argentino o veja.
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

19 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de janeiro de 2023
O ESPAÇO E O SONHO

Filmes nacionais vêm ganhando mais projeção; tem sido gradual. No entanto, qual seria o porquê de eles não figurarem no grande circuito de exibição de cinema.
“Marte Um” se encaixa nesse estigma que marca as produções brasileiras. Dirigido e escrito por Gabriel Martins, o título foge das principais temáticas tratadas no filme.
Há de se pensar em algo qualquer de ficção científica ou de aventura espacial. Existe uma parte disso na personagem de Deivinho (vivido pelo ator Cícero Lucas), que sonha em ser astrofísico e frequentar uma palestra voltada aos assuntos dos planetas, meteoros e galáxias.
A história tem os pés bem fincados na terra, abordando o cotidiano de uma família brasileira de classe média baixa. Em muitos momentos, haverá coincidências reais vividas pelas famílias dos espectadores.
Tércia é a típica mãe dedicada ao marido e aos filhos. Além disso, divide seu tempo com o trabalho e as conversas em torno da mesa de casa. É na mesa de casa que certos assuntos, nem sempre bem deglutidos, são postos à tona.
Wellington é o chefe de família que trabalha num condomínio e sonha em ver seu filho, Deivinho, como um craque de futebol. Dá todo incentivo, pois Deivinho bate uma bolinha. Mas, a cabeça do filho está literalmente nas estrelas. O jovem vê vídeos na Internet sobre o que o realmente fascina: a astrofísica.
Até que um belo dia, sua irmã Eunice, (papel de Camilla Damião) ajuda a dar um empurrãozinho no sonho de Deivinho, bancando uma palestra a ser dada em São Paulo.
Nenhum dos pais sabe dessa investida; é um segredo. Outro segredo Eunice guarda em sua vida pessoal ao se envolver com Joana (Anna Hilário) e ficar relutante em contar isso para os pais. Então, medo e disposição rumo à autonomia plena se misturam.
O filme tem uma narrativa lenta, de estruturação densa, enquanto a história se monta. Se você é daqueles que preferem ação, esse filme não é o ideal. Para quem quer ter a paciência testada, recomenda-se ver o desenvolvimento da película.
As cenas se passam em Belo Horizonte, o que confere mérito ao filme, pois o drama da família é o mesmo vivido atualmente nos lares. Até seria um clichê se fosse escolhido o eixo Rio-São Paulo.
Em dado momento, Tércia se transforma do alicerce para uma antena receptora de energias. Chega a pensar que é uma pessoa azarada, que adquiriu más energias. Coincidência ou não, esse novo sentimento funciona como um gatilho. O que estava escondido, vem à tona.
Wellington perde o emprego e tem a decepção de Deivinho largar a oportunidade de jogar futebol. Hora de Eunice alçar outros voos. Parece que tudo desaba. É nesse instante que o filme mostra a importância de sonhar, de dar a volta por cima, do recomeço e de acreditar.
Mesmo que o título faça referência a uma missão real para o espaço, chamada de “Marte Um”, não seria a hora de deixar a nova geração seguir suas vontades e ambições? Saber o gosto da liberdade...
Pelo menos, é o que (in)conscientemente faz Wellington em relação ao filho Deivinho, o qual sem ter coragem para mostrar seu desejo, acata parcialmente o que o pai quer.
Entretanto, não se pode esquecer que nem sempre o futebol pode ser a solução para todos os problemas financeiros. Sim, Deivinho e seu pai não têm o mesmo interesse pela bola.
A produção aborda as questões frequentes que atemorizam o contexto de muitos. A questão econômica, sem grandes ganhos para levar uma vida digna; um orçamento que incomoda todo mês; as poucas opções oferecidas nas periferias; a sombra da violência e das drogas.
Cada membro da família é uma parte que se junta para transmitir uma mensagem de que não se pode desistir dos sonhos. Vemos um Wellington “reformado”, o que é incrível, enquanto Tércia dorme ou sonha.
Um fecho de ouro: todos os protagonistas são negros, com atuações mais do que aprovadas de Carlos Francisco, Rejane Faria e Camilla Damião. Eles trazem força, a mesma de que precisamos para enfrentar nossos desafios cotidianos num país mergulhado no caos, na divisão e com falta de direção.
Ricardo D.
Ricardo D.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de janeiro de 2023
Imagine um comercial onde um casal emula um ato como se fora uma filmagem expontånea daquele ato. Não convence.
A mesma falsidade aflora neste filme que usa um entremeio de dramas como "escada" para condenar o governo bolsonarista, a razão verdadeira por detrás dessa mal feita encenação novelesca apelativa. Enfim, o mesmo engodo maçante sempre presente nas narrativas das esquerdas.
Tathianna Cinema
Tathianna Cinema

2 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de outubro de 2022
Marte um

Brasil, 2022

Marte um é relevante, necessário e arrebata,  imediatamente o público, sem que este se dê conta. Partindo de uma premissa, aparentemente comum aos filmes ambientados em países (des) governados, por administradores mal (e maus!) preparados e eleitos, o cotidiano árduo e difícil de uma família simples e modesta, de Minas Gerais, inquieta e sensibiliza o espectador.
A dura batalha dos Martins é mostrada de forma leve e envolvente, a despeito de todo cenário desfavorável e hostil orbitando no dia a dia dos personagens.
Tércia (mãe), Wellington (pai), Eunice (filha) e Deivinho (filho) têm expectativas, medos, planos e sonhos. Quase todos, desalinhados entre eles. Mais normal, impossível. Numa sociedade opressora, como a nossa. Porém, o diretor e o espetacular quarteto de atores, transformam essa história banal e corriqueira em extraordinária e magistral.
Enquanto a vida segue, pequenas alegrias, alguns dissabores, muitas provações e privações aparecem para transformar, quebrar as barreiras e ressignificar os ideais da família. Sem (por um triz) perder o otimismo e a esperança.
Final terno, singelo e emocionante, como era de se esperar, de uma película tão cativante, desde seus primeiros minutos de exibição.
Merece ganhar uma vaga para disputar o Oscar de melhor filme internacional de 2023.
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