Não recomendado para menos de 14 anos
A História do Som acompanha a jornada de dois homens, Lionel (Paul Mescal) e David (Josh O’Connor), que vão atrás de registrar as vidas, vozes e canções de ex-soldados americanos que lutaram na Primeira Guerra. Os dois se conhecem no ano de 1917 no Conservatório de Boston e compartilham uma paixão pela música folk. Anos mais tarde, eles se reencontram e partem juntos numa viagem pelo interior do estado do Maine, nos Estados Unidos, com o objetivo de coletar canções tradicionais. Enquanto viajam pelas paisagens rurais da Nova Inglaterra e catalogam as músicas folk da época, os dois se apaixonam.
Veja todas as opções de streaming
Prime Video
Alugue a partir de R$ 14,90
Veja todos as ofertas online
3,0
Legal
A História do Som
Paul Mescal e Josh O’Connor provam que é possível brilhar em um filme indeciso, frio e, às vezes, covarde
por Diego Souza Carlos
Intitular um filme com certeza é um fardo gigantesco. A partir de uma mensagem breve, mas convidativa, é preciso escolher palavras poderosas o suficiente para condensar quase 2 horas de acontecimentos. Existem desde os curtos e diretos, como Os Incríveis, Maligno e Abracadabra - todos ótimos, por sinal -, às ideias completas (e complexas), como Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios e Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo, duas preciosidades que apenas o Brasil poderia proporcionar.Com A História do Som, a premissa pode até ser clara, mas cai em uma armadilha subjetiva: trata-se de um relato histórico guiado pela sonoridade ou uma ficção que utiliza a música para falar de amor? Neste caso, o longa de Oliver Hermanus (Beleza Arrebatadora) tenta seguir pelos dois caminhos, fruto de duas origens também, mas fica preso em uma redoma melancólica que oscila entre a delicade
Ler a crítica
2:28
1:07
2:21

Faço minhas as palavras do amigo Eduardo do Cinematografia Queer. "Mescal e O'Connor entregam performances marcadas por delicadeza e introspecção, explorando a timidez, a fragilidade e os silêncios carregados de significado, traduzindo a experiência afetiva queer sem dramatizações excessivas. O filme privilegia um ritmo contemplativo que convida à reflexão sobre a efemeridade dos encontros e a memória queer.
O som e a música funcionam ...
Leia Mais
Leia Mais
spoiler:
Mais uma história de amor não vivido, de arrependimentos, de momentos não vivenciados, me tocou muito o final que mostra que há segredos que podem levar quase uma vida toda para serem descobertos, foi muito tocante.
Filme me emocionou muito. O equilíbrio entre os diálogos e o silêncio, evoca exatamente como era ter que viver uma relação daquela época, cheio de dúvidas, incertezas e receios. Em paralelo, nao menos importante. a história dos registros das músicas é fantástico. A maioria das pessoas talvez esperariam mais contornos nessa história e acho que seria bom tambem. Mas a forma como foi construída talvez essa tenha sido a intenção.
Sensível, delicado e profundo. Pegou na minha veia.... Paul é magnífico e em entrevista disse que depois desse filme e da entrega que fez, precisou de um tempo pra se recuperar.
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
IMAGEM FILMES
Ano de produção
2025
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-