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Babe Diego
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4,5
Enviada em 22 de março de 2026
O mundo está desmoronando. Não há mais como impedir. A escassez de recursos é onipresente e insolúvel. Há fome em todos os lugares. Isso é devastador. Há confusão nas ruas, violência e medo que só têm se acentuado depois que as crianças passaram a ser os alvos, tiradas de suas famílias para serem submetidas à custódia do regime. O totalitarismo simplesmente se estabeleceu e ninguém está seguro. A suficiência é uma ideia do passado. Por mais estranho que possa parecer, estamos vivendo em uma distopia. Uma distopia que criamos e da qual não conseguimos fugir por mais que tentemos. Nós lutamos, nos adaptamos, sobrevivemos, mas a fome é implacável. Não dá tréguas e nos deixa preocupados. Damos o melhor de nós, nos arriscamos e nos reinventamos constantemente. Estamos determinados a ir até o fim. Nos recusamos a padecer. Nosso esforço não será em vão. Imagine o mundo onde a escassez dita as regras, onde as incertezas são abundantes, a comida é um recurso raro. O colapso pode ser visto a todo instante enquanto buscamos driblar o totalitarismo. Diante de um cenário desolador, a esperança é o que nos alimenta e nos sustenta. Estamos firmes porque temos esperança. Estamos determinados porque temos esperança. Mudamos e criamos porque temos esperança. E, às vezes, a esperança vem na simples vida de uma criança. Ela é o que permite que possamos atravessar os desafios e continuar. As pessoas precisam disso. Nada pode tirar isso delas. Nem a violência do regime. Nem a brutalidade da falta de recursos. Não sabemos os desafios que o futuro trará, nem como sobreviver ao pior desse mundo, mas vamos sobreviver, porque podemos dar tudo para nos adaptar, para enfrentar. A fome… isso nos esmaga. O tempo inteiro nos impelindo. Estamos pensando em como superá-la. Estamos passando por isso. Vamos nos virar. Essa distopia não é capaz de acabar com a gente. Essa distopia não vai tirar nossas esperanças. Ao fim, o porto virá, chegaremos em um porto estável, e não vamos precisar mais sobreviver. O totalitarismo não vai prevalecer. Não vingará. Estamos certos disso.
Talvez o pior filme que já assisti na minha vida, conta a história de uma sobrevivente que não se sabe o por que? Filme se passa dentro de um Contêinere e o personagem quase sempre com roupas secas, onde existe várias roupas e que na realidade, ela embarca sem elas, sem se preocupar com sequencias de senas, aparece objetos do nada. sem justificativa de um conteiner ser embarcado em um navio praticamente vazio. Enfim. péssimo.
Que filme ruim, a história quase que toda se passa dentro de um container furado inafundavel... Com choro de criança como fundo musical e uma melancolia tosca, a parte que a mulher abriu o container com um canivete eh de cair o * da bunda, não consigo entender como alguém investe dinheiro e produz uma merda dessas.
" Ritmo irregular no início, mas evolui para um tenso thriller de sobrevivência com direção criativa e protagonista convincente." Em um futuro distópico, uma grávida à deriva em um contêiner no oceano luta para sobreviver contra todas as probabilidades. Apesar da introdução apressada e genérica, o filme melhora quando foca na sobrevivência. A direção inteligente e a fotografia exploram bem o espaço confinado, enquanto Anna Castillo cresce na atuação conforme a tensão aumenta. O roteiro, apesar de algumas facilidades narrativas, mantém o interesse e cria bons desafios.
Achei interessante , mas claro que naquelas condições , sobreviver nem por milagre.. O filme prende atenção do início ao fim .. Mas não comove .. Atriz não encarnou o personagem. Achei clichê.. Sem carisma .. Mas valeu . Não me arrependo em ter assistindo..
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