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Vito Andolini
9 críticas
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3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2026
assistido em 2026: Gostei desse faroeste moderno, me lembrou dos western antigos, o cara mau se torna o mocinho, no fundo é uma pessoa boa, apenas mata porque não tinha outro jeito de viver a vida! A fotografia me agradou e a música também, me lembrou a sonoridade do Enio Moricone em diversas passagens. Por isso talvez tenha feito eu lembrar dos faroestes antigos. é um bom filme, 3,5.
Filme ok ! Padrão Neeson anti-herói perturbado, que volta a fazer o que não gostaria pelo senso de justiça. Mas dessa vez num roteiro mais simplista, com uma fotografia linda da costa Irlandesa. vale a pipoca
" Forte na ambientação e nas atuações, o filme dosa ação e drama com equilíbrio, mas se mantém dentro da fórmula já conhecida dos anti-heróis atormentados." Em meio à Irlanda dos anos 70, Finbar (Liam Neeson), um assassino de aluguel à beira da aposentadoria, vê seus planos interrompidos com a chegada de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon). Forçado a enfrentar seu passado, ele se encontra no centro de um último confronto entre ideologias, violência e redenção. Sangrento e reflexivo, "Na Terra de Santos e Pecadores" mergulha no peso das escolhas em tempos de guerra. O longa equilibra ação brutal e dilemas morais, contrastando a beleza da paisagem irlandesa com a brutalidade dos conflitos políticos. Com um ritmo cadenciado e um protagonista em crise existencial, o filme resgata elementos clássicos do faroeste e do cinema noir, entregando uma obra intensa e bem dirigida por Robert Lorenz. O trio Neeson, Condon e Ciarán Hinds traz profundidade a personagens imersos na luta entre convicção e arrependimento.
Filme: Na Terra de Santos e Pecadores Assistido: 8-12-24 Elenco: @neeson_liam @gleeson1542 @kerrycondon Clarán Hinds, Colm Meaney, @thefella @desmondeastwood Modelo: #ação #assassino Duração: 1h 46m Ano: 2023 Minha opinião: Hoje Liam com seus 72 anos, sabemos que o peso da idade é grande, os filmes de grande ação para ele já são limitantes. E vemos neste filme, onde como sempre faz o papel de um assassino “bom”. Aqui a estória se passa na década de 70 na Irlanda, quando existiam os grupos terroristas, e um grupo liderado por Doireann (Condon) que teve a melhor atuação do filme. Se esconde em uma pequena cidade, depois do atentado em Belfast. E quando 1 deles começa a maltratar de uma menina, então ele toma providência, mas isso faz com que os e a irmã venha procura-lo e isso faz uma perseguição ainda mais quando descobre que seu irmão esta 7 palmos debaixo da terra. E ao estilo Charles Bronson, Finbar elimina todos, com classe da idade. Roteiro e enredo um roteiro conhecido que o diferencial foi a época e o local. Vale apena assistir? Sim para os fãs de Liam. Nota: 6
Filme com uma atmosfera e trilha sonora excelentes. Ação na medida, interpretações bem executadas e narrativa bem contada dentro de seus 106 minutos de duração. É uma ótima opção pra quem gosta do estilo
Clichê, ok, mas é um filmaço sim! Bel dirigido, atuações fortes e seguras e linda fotografia. Pra quem gosta dos filmes de ação do Sr. Liam, não assista. Ou assista com um olhar diferente pra entender um bom drama.
Personagens de índole duvidosa como os matadores de aluguel são figuras carimbadas e até comuns no cinema, e humanizá-los também é praxe ao contarmos uma história assim. Tendo a ver Liam Neeson como eterno Jedi mas, na verdade, ele é muito frequente em filmes de ação. Mas é um bom filme.
A trama é ambientada na década de 1970, na Irlanda e acompanhamos um assassino de aluguel chamado Finbar (Liam Neeson) em uma forte crise existencial sobre o seu futuro após o falecimento de sua esposa, com isso, o nosso protagonista pensa em larga a sua vida de matador para viver uma vida em uma cidade campestre de poucos habitantes. O filme tem seu ritmo bastante lento nos dois primeiros atos e toda a sua tensão acaba ficando para o seu último ato. Os porquês e problemática parece ser muito simples e o seu real motivo vai se perdendo ao longo da trama quando existe o envolvimento de participantes do grupo IRA. O ponto positivo do filme é sua fotografia perfeita.
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