Close
Média
4,2
230 notas

48 Críticas do usuário

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16 críticas
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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de setembro de 2025
Close é um filme de drama francês/belga que foi dirigido por Lukas Dhont que também participou do roteiro ao lado de Dirk filme foi indicado ao Oscar 2023 na categoria de melhor filme internacional. Na trama, acompanhamos 2 garotos de 13 anos Léo (Eden Dambrine) e Rémi (Gustav De Waele) que são amigos inseparáveis de longa data. Além da amizade ambos têm um vínculo que parece ser inquebrável. Porém, com o ingresso de ambos na escola, Rémi percebe que vem sendo escanteado por Léo que procura se enturmar com os demais adolescentes. Isso pode provocar consequências trágicas para um deles. O filme foca no personagem Léo, o jogo de câmera (focando mais em seu rosto) denuncia bem isso. Mas o que a direção pretende é captar a passagem da infância para a juventude. Isso acontece com maestria, pois a amizade genuína de ambos acaba sendo julgada por alguns alunos da escola. O filme toca em temas como bullying, luto e preconceito. Entre esses temas, o luto é o mais bem trabalhado. O filme perde o folego no segundo ato quando acontece a tragédia, mas aqui podemos passar pano, pois como dito antes, o foco é em Léo e estamos falando de uma criança passando de fase da vida, que mal sabe se expressar ou dizer o que está sentindo. Então durante boa parte do filme parece que Lucas não sente nada e para contornar a situação, o roteiro cria uma atmosfera pesada ao mostrar os adultos do filme sentido da um a sua maneira. As últimas cenas do filme são poderosas, pois é usado de forma simbólica o braço quebrado de Léo para demostrar que ele também está quebrado internamente.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 357 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de junho de 2025
Close é uma obra sobre luto, culpa, masculinidade e o silêncio que nos corrói. É uma crítica à sociedade que reprime os afetos e associa carinho entre meninos à fraqueza ou à sexualidade – como se demonstrar amor fosse algo vergonhoso. É um lembrete doloroso de que muitas tragédias nascem daquilo que é reprimido, daquilo que não se pode dizer.
Cid V
Cid V

271 seguidores 668 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de junho de 2025
Dois amigos inseparáveis em tenra adolescência, Léo (Dambrine) e Rémi (De Waele), tem sua amizade valorizada igualmente por suas respectivas famílias, e tornam-se vítimas de chacotas e constrangimentos por parte dos colegas.

mais em:
Luan A.
Luan A.

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de março de 2025
Um bom filme, bem construído, bons diálogos, boas cenografias, mas muito impactante no sentido emocional. Acho que faltou o autor desenvolver melhor o papel do Remi e sua vida particular e a relação entre os amigos, pois no filme Remi simplesmente se auto extermina no começo do filme, sem nenhuma justificativa de como estava a sua situação particular além do convívio com o amigo...
Inez Chaves
Inez Chaves

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de janeiro de 2025
Brilhante a forma como esse jovem diretor tem uma visão tão delicada pra um tem tão sério e sensível. A gente espera um drama pesado mas ganha uma entrega dolorosamente sensível. Necessario!
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de agosto de 2024
O que pensar de um filme falado em francês com título em inglês? Os mais modernos vão dizer que isso já é superado, que franceses não gostam do idioma inglês.
Mas, “Close” não se refere a um tipo de significado; tem mais de um dentro do inglês: pode ser “perto” ou “fechar, fechado”. E o filme de produção franco-holandesa explora isso de maneira esperta, inteligente.
Não se trata de um filme policial claustrofóbico. O centro de interesse das câmeras e do enredo são duas crianças que não se desgrudam por manter uma forte convivência diária. Uma amizade cultivada a cada dia, a cada instante.
Léo e Rémi são pré-adolescentes e vão à escola juntos, correm pelos campos juntos, andam de bicicleta juntos. São como unha e carne.
Isso faz com que as câmeras comandadas pelo diretor belga Lukas Dhont insistam nesses momentos só deles, naquele mundinho fechado. Elas focalizam os dois no quarto quando brincam e dormem nesse estreito cômodo da casa de um deles.
O filme amplia sua lente com a entrada de adultos, neste caso, os pais dos garotos. A mãe de Rémi, Sophie adquire afeto por Léo. Um amor maternal estendido.
A fase da vida retratada em “Close” é típica em conflitos, autoafirmação, fofocas, questionamentos e brigas. Momentos de ebulição.
Justamente a proximidade e o grude de Rémi e Léo que vão surgindo algumas perguntas mais capciosas: em certo trecho, alguém dispara se eles são um casal. A atenção voltada para eles causa reações diferentes: enquanto um se fecha e se retrai, o outro nega com todas as suas forças.
Léo (vivido pelo ator mirim Eden Dambrine) busca sair do clichê afetivo e começa a treinar hóquei sobre o gelo, um esporte viril e combativo. Depois passa a ir sozinho à escola, sem esperar Rémi.
Em situações de mais convívio social, a proximidade dos dois vai se deteriorando, quando um evita procurar o outro.
Mais fechado de personalidade, Rémi (Gustav De Waele) sente ser ferido. A indiferença toma conta de ambos os lados.
Quando volta de uma excursão promovida pela escola, Léo recebe uma notícia que choca não só a ele como ao espectador da poltrona. Como será que o filme continuará sem a presença do companheiro e amigo? E mais: o filme tem sustentação e fôlego para prosseguir? Essa habilidade vai sendo respondida aos poucos. É um dos trunfos de “Close”.
O outro trunfo é mais desconcertante: colocar Léo como uma personagem de aparência andrógina. É possível se questionar por dentro, pois o recurso das imagens feitas de perto permite confundir os olhos; a semelhança com o sexo oposto é insinuada, provocativa, maliciosa. Mexe com a racionalidade de qualquer um.
Sem saber, Léo vai adquirindo em parte, a postura de Rémi: concentra-se nos treinos de hóquei, evita falar com os colegas de classe e ocupa seu tempo no trabalho de seus pais. Por dentro, sente as dores e os desconfortos da ausência de Rémi. Sentimento partilhado pela mãe desse último, porém com outro enfoque.
Essa coincidência é o denominador comum dos dois até que num desses encontros, Léo resolve se abrir, chocando parcialmente Sophie. Daí o filme toma um ritmo confessional, com pontos altos de extravasamento, de afastamento e de afeição.
Praticamente é um filme constituído por emoções, de cunho e de conflitos psicológicos – o que tem a ver com a adolescência de quase todo mundo, transformando-se numa afinidade entre o contado na tela e a vida real.
Boa parte do filme se concentra em imagens e os diálogos, apesar de ajudarem a explicar ou conduzir a película, fica em segundo plano às vezes. Mais ou menos o contrário do que acontece em produções francesas, as quais são bem prolixas e férteis em falatórios.
O nome é acertado, uma vez que a preferência de Lukas Dhont é retratar o universo de duas pessoas, de duas crianças em movimento e que se gostam. A participação das famílias é realizada de forma secundária, periférica, somente acompanhando o dia a dia dos protagonistas. Mas que compõe a paisagem.
Sabiamente, o roteiro não se torna chato em termos de cenografia porque, em certas ocasiões, é prazeroso ver a corrida de Léo e Rémi pelos campos floridos. Ou de ver estes mesmos campos em contraponto aos momentos particulares dos dois jovens. Não fica monótono.
A estreita relação entre Léo e Rémi e a aparência desconcertante de Léo fazem com que “Close” desperte a dúvida acerca das tendências de cada um. Apesar de sugerir, nada aparece ou demonstre que ambos ou um deles tenham gestos ou atitudes homossexuais. Para o filme, o mais importante é mostrar o vínculo. Um vínculo forte, mesmo que seja visto sob um ângulo suspeito proveniente de seus colegas de escola.
Porém, um dia esse vínculo pode acabar e “Close” transita no espaço que vai da amizade, da cumplicidade e da intimidade para a dor, a raiva, a tristeza e a culpa que marcam os relacionamentos entre amigos e a família desses amigos.
A concentração na figura de Léo mostra como ele demora no período de luto para correr em direção a uma nova fase: a de libertação e de autoaceitação.
Guilherme Vicente Santiago
Guilherme Vicente Santiago

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de maio de 2024
O bullyng, na realidade nao acontece. Na verdade é mais uma curiosidade das crianças, e a forma como elas tratam as coisas de forma estranha e diferente. Todo o desenrolar da historia acontece de forma sutil e solencioso.Toda a história é desenvolvida com as expressões dos personagens. A parte que mais me chocou e me emocionou, é a aproximação do rosto da mãe do Remi. Para mim. Um ótimo filme, e um drama envolvente e compreensivo.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.295 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de abril de 2024
Indicado a melhor filme estrangeiro no Oscar, aqui temos uma história dura, cheia de dor e de atuações ótimas de uma elenco Infanto. Muito bom
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 975 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de maio de 2023
Posterguei demais para assistir, pois pensei que seria muito pesado. No entanto é de uma delicadeza triste, sutil e doloroso. Ninguém deveria ser vítima desses sentimentos que sabemos ser movidos a pressão social que vivemos desde sempre. São sentimentos que não se apagam e um sofrimento eterno. Sem dúvida é um roteiro forte.
Layon Richard
Layon Richard

2 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de maio de 2023
É um filme muito bom e muito emocionante. Achei que poderia ter tido um pouco mais de intensidade em algumas cenas e emoções, mas fora isso é um filme bom.
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