Média
2,8
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O primeiro filme foi melhor e mais bem escrito. O segundo não inovou em nada e foi mais do mesmo. Por se tratar de um filme de catástrofe, ele prende a atenção do início ao fim, mas apresenta algumas falhas. Ele poderia ter sido muito melhor, mas é um bom passatempo, com bastante drama, ficção e um pouco de ação e aventura. Assim como no primeiro filme, as boas atuações de Gerard Butler e Morena Baccarin ajudam bastante. No geral, é um filme razoável, mas que tinha potencial para ser muito melhor. Recomendo assistir, principalmente para as pessoas que gostam de filmes de ficção e de catástrofe.
Destruição final 2 aconteceu 5 anos após o lançamento do primeiro filme. A direção segue com Ric Roman Waugh e roteiro de Chris Sparling e Mitchell LaFortune. A trama segue após os 5 anos da queda do meteoro e continuamos a acompanhando John Garrity (Gerad Butler) e sua esposa Allison (Morena Baccarin) e seu filho Nathan (Roman Griffin Davis), que estao alojados com vários sobreviventes em um Bunker na Groelandia. Ainda sem condições de sair por conta do ar, a base enfrenta problemas relacionado a escassez de comida e suprimentos. Além de problemas estruturais por conta de constantes tempestades e de tremores de terra. Com isso, a família precisou sair da base e decidiu apostar todas as suas fichas para ir na cratera do cometa, no Sul da França, pois acreditam que uma comunidade por existir ali. Fico pensando a necessidade dessa continuação, uma vez que o primeiro foi muito arroz com feijão, mas mal feito. Seguindo a mesma premissa do primeiro filme, vemos a família novamente desesperada, mas dessa vez saindo do Bunker e indo em direção a cratera, mais longe, na França. Porém, arriscam tudo numa teoria da Dra. Amina (Amy Rose Revah), uma cientista que vive no Bunker e que acaba se juntando a família nessa empreitada. A aposta é que exista um paraíso verde em meio ao caos. Para isso, o roteiro coloca dificuldades no meio do caminho como milícia, assaltantes, fragmentos de meteoros que ainda caem de forma aleatória etc. É interessante que a trama ainda coloca a ideia de que as pessoas viram selvagens numa falta de ordem ou no despero para salvar suas vida. Vemos isso quando o Bunker é destruído pelo terremoto e todos saem procurando alguma embarcação para se salvar. Pode-se dizer que o roteiro esbarrar nos mesmos problemas: a falta de originalidade e ainda com obras do acaso (tanto para ajudar a família quanto para atrapalhar). Podemos citar como exemplo, a embarcação que para por conta da falta de combustível, mas as correntes marinhas que mudaram por conta do cometa fez o barco chegar na Europa numa boa (isso pq estavam sem comida). Meteoritos que caem aleatoriamente , tremores de terra em momentos decisivos, tudo para elevar a dificuldade, mas que vai cansando pela fórmula ja batida. Sem contar nas incongruências: a família ao chegar na França é ajudada e o chefe da familia francesa, simplesmente pede para levar a sua filha adolescente por uma família estranha (a dos protagonistas) e ainda sem saber o que vai ter nessa cratera. O filme tbm segue apostando no discurso de John de levar a família para um lugar seguro quando está em um beco sem saída. Prova que o roteiro é muito preguiçoso. Em termos de personagens, esqueçam os que aparecen no primeiro ato no Bunker, pois sao todos descartáveis para a trama e o foco é a família mesmo. Por falar em família, temos a troca do ator mirim por um mais velho ( nao faz diferença, pois dos 3 o filho é o personagem mais sem sal). Por falar em sem sal, o casal permanece sem química alguma. Tentam forçar um arco narrativo entre pai e filho, mas que cai por terra, pela limitação do ator mirin. O que ainda salva é a simpatia de Butler. resumo, o filme tem uma queda brusca no drama e segue com seus erros do primeiro filme. Um sequência deplorável e desnecessária.
Péssimo, entediante, lutei do começo ao fim para não cochilar, e nada a ver com a primeira história que era boa, cheio de furo e clichês bobos. Como que no primeiro filme o mundo foi devastado e nesse segundo que se passa 5 anos depois, as cidades estão cheias de construção, carros inteiros, árvores e florestas, e cheio de pessoas que sobreviveram fora dos bunkers?? Nada a ver. Sem contar que quanto mais eles chegavam perto da cratera do cometa, mais bonito o cenário, que deveria estar mais devastado. Do nada no meio aparece uma guerra sem sentido kkkk
Uma mistura de ingenuidade e desprezo pelo mínimo de realismo.
O motivo dessa continuação é apenas um: tirar proveito do sucesso do primeiro.
Por isso, o roteiro é tão descartável, servindo apenas de pano de fundo a uma mensagem clichê de esperança à sobrevivência da humanidade.
O motivo dessa continuação é apenas um: tirar proveito do sucesso do primeiro.
Por isso, o roteiro é tão descartável, servindo apenas de pano de fundo a uma mensagem clichê de esperança à sobrevivência da humanidade.
Fraco! É um filme que julga o tempo todo sua inteligência.
Exemplo é a casa de uma amiga que cuida de idosos a mais de 5 anos, e não falta comida e remédios, mesmo a cidade em chamas.
Exemplo é a casa de uma amiga que cuida de idosos a mais de 5 anos, e não falta comida e remédios, mesmo a cidade em chamas.
Extremamente fraco um filme que não entregou nada, historias sem contexto, mortes e acontecimentos aleatorios. Sem sentido perda de tempo assistir
O primeiro foi muito melhor, pois relata o principal tema do filme que é a Catástrofe. Já o segundo, fica num longo e cansativo drama de sobrevivência e reconstrução, certa parte do filme, chega até ser cansativo. Por fim, a longa metragem, acaba deixando uma bonita e emocionante mensagem onde expressa a ideia de cuidado, lealdade e amor familiar. Resumo: De 0 a 10, nota: 7
Não é péssimo, mas também não é bom. Ainda consegue ser inferior ao seu antecessor. Eu teria ido de arrasta umas 5 vezes, mas parece que eles são indestrutíveis hahaha
Bem mais ou menos filme fraco mas esperar o que de planeta a beira da extinção. A tempestade simplesmente some com o passar do filme
Roteiro muito fraco, sem peso nenhum. Vou fingir que esse filme nunca existiu e só considerar o primeiro como uma obra clássica.
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