Destruição Final 2
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2,8
123 notas

31 Críticas do usuário

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Enio
Enio

10 seguidores 66 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 23 de julho de 2026
Uma mistura de ingenuidade e desprezo pelo mínimo de realismo.
O motivo dessa continuação é apenas um: tirar proveito do sucesso do primeiro.
Por isso, o roteiro é tão descartável, servindo apenas de pano de fundo a uma mensagem clichê de esperança à sobrevivência da humanidade.
Nelson J
Nelson J

51.046 seguidores 1.983 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de janeiro de 2026
Boa reflexão sobre tudo que sentimos como nosso e sem risco de perda. A sobrevivência e a humanidade que resta em cada um é o tema.
Jackson A L
Jackson A L

13.711 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2026
Gosto bastante desses filmes com esse tema. Seu antecessor, em 2020, não precisava de uma continuação, mas já que fizeram...
Os efeitos visuais não são uma obra-prima, mas pelo menos, são decentes. Os trechos onde mostram as cidades alagadas foram interessantes. O filme termina puxando para mais uma sequência... não tenho boas previsões...
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.779 seguidores 876 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2026
O primeiro é bem melhor, esse final do segundo dá uma quebrada, mas... um bom passatempo. Nada além disso, a diabetes do guri sarou por milagre
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.175 seguidores 981 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2026
Uma boa e justa continuação. Mantém os aspectos sobre o fim do mundo e se faz interessante. Falta talvez, mais elementos de destruição.
NerdCall
NerdCall

64 seguidores 502 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de janeiro de 2026
Destruição Final 2 parte de um desafio ingrato: dar continuidade a um filme que encontrou impacto em um momento muito específico. O primeiro longa, lançado em 2020, dialogava diretamente com um mundo em colapso, em isolamento e tomado pela incerteza. Cinco anos depois, a sequência tenta expandir esse universo para um cenário de reconstrução pós-apocalíptica, mas acaba tropeçando justamente no que fazia seu antecessor funcionar. O resultado é um filme que aposta mais na jornada e no espetáculo do que na construção emocional, entregando um entretenimento funcional, porém genérico e significativamente menos impactante.

A sequência acompanha novamente a família Garrity, agora como sobreviventes do fim do mundo. Após anos vivendo em um bunker na Groenlândia, John (Gerard Butler), Allison (Morena Baccarin) e seu filho são forçados a deixar o abrigo em busca de um novo local habitável. A promessa de um lugar onde a vida possa florescer serve como motor narrativo para uma travessia perigosa por um planeta devastado, congelado e instável.

Criativamente, Destruição Final 2 mantém boa parte da equipe responsável pelo sucesso do primeiro filme. Ric Roman Waugh retorna à direção, enquanto Chris Sparling volta ao roteiro, agora ao lado de Mitchell LaFortune. Butler e Baccarin reassumem seus papéis, trazendo uma continuidade direta à história iniciada em O Último Refúgio. O problema não está na ausência de identidade ou coerência narrativa, mas na mudança clara de abordagem.

O filme de 2020 usava o desastre como pano de fundo para discutir comportamento humano, medo, egoísmo e sobrevivência coletiva. O cometa era uma ameaça real, mas as pessoas, suas decisões e suas falhas eram o verdadeiro perigo. Havia um tempo marcado para o fim, e isso dava peso emocional a cada escolha. Já na sequência, esse relógio desaparece e com ele, grande parte da tensão.

A principal fragilidade de Destruição Final 2 está na decisão de abrir mão dessa construção emocional em favor de uma narrativa mais movimentada, focada em eventos e deslocamentos. O filme se estrutura quase inteiramente como uma jornada de um ponto A a um ponto B, marcada por obstáculos naturais, ataques externos e cenas de fuga. Falta, porém, densidade emocional que sustente esse percurso.

Há uma contradição clara na proposta: o filme se posiciona como uma história sobre reconstrução e esperança, mas se recusa a desacelerar para explorar o impacto real de cinco anos vivendo em confinamento, escassez e medo constante. O bunker, que poderia ser um espaço riquíssimo para desenvolver conflitos internos, traumas e transformações, funciona apenas como um ponto de partida funcional. Quando os protagonistas deixam esse ambiente, o longa já perde a chance de aprofundar sua própria premissa.

Ric Roman Waugh opta por ampliar o escopo da narrativa, levando a história para uma dimensão mais ampla, quase épica, mas essa expansão não vem acompanhada de profundidade. O mundo pós-apocalíptico é apresentado de forma superficial: vemos sinais de colapso social, grupos sobrevivendo à margem, conflitos pontuais, mas raramente sentimos o peso desse cenário. Tudo é mostrado, pouco é realmente vivido junto aos personagens.

As cenas de desastre cumprem bem seu papel visual. Apesar de alguns deslizes pontuais no CGI, o filme entrega sequências impactantes de tempestades, terremotos e instabilidade climática. O problema é que esses momentos se acumulam sem gerar progressão dramática. No primeiro filme, cada evento empurrava os personagens para limites emocionais mais extremos. Aqui, os desastres funcionam mais como obstáculos episódicos do que como catalisadores de transformação.

Outro ponto que enfraquece a narrativa é a ausência de um senso real de urgência. Sem uma ameaça clara e iminente, como o cometa do primeiro longa, a jornada perde intensidade. A busca por um local melhor soa abstrata, distante, quase como um objetivo genérico, o que diminui o envolvimento do espectador. A sensação é de constante movimento, mas pouco avanço emocional.

O roteiro de Sparling e LaFortune tenta sustentar o filme com uma mensagem otimista sobre esperança e recomeço. No entanto, essa ideia entra em conflito com a própria condução da história. A necessidade de manter a narrativa em fluxo contínuo impede o desenvolvimento dos coadjuvantes e esvazia a dinâmica familiar, que antes era o coração do filme. A família Garrity deixa de ser o motor emocional da trama e passa a reagir mecanicamente aos acontecimentos.

No fim, Destruição Final 2 se revela uma continuação que não compreende totalmente a força de seu antecessor. Ao trocar intimidade por escala, emoção por deslocamento e tensão por espetáculo, o filme perde identidade e impacto. Ainda há momentos eficazes de ação e um entretenimento que pode agradar fãs menos exigentes do subgênero de filmes de desastre, mas isso não é suficiente para justificar sua existência.

Trata-se de uma sequência que não apenas falha em superar o original, como também evidencia que talvez ele não precisasse continuar. A mudança de proposta é sentida, especialmente por quem revisita o filme de 2020 antes desta continuação. Falta urgência, falta profundidade e falta envolvimento emocional. O que sobra são boas cenas isoladas, um elenco subaproveitado dramaticamente e a sensação de que a saga encontra aqui um encerramento mais funcional do que memorável.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 925 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 17 de julho de 2026
Destruição final 2 aconteceu 5 anos após o lançamento do primeiro filme. A direção segue com Ric Roman Waugh e roteiro de Chris Sparling e Mitchell LaFortune. A trama segue após os 5 anos da queda do meteoro e continuamos a acompanhando John Garrity (Gerad Butler) e sua esposa Allison (Morena Baccarin) e seu filho Nathan (Roman Griffin Davis), que estao alojados com vários sobreviventes em um Bunker na Groelandia. Ainda sem condições de sair por conta do ar, a base enfrenta problemas relacionado a escassez de comida e suprimentos. Além de problemas estruturais por conta de constantes tempestades e de tremores de terra. Com isso, a família precisou sair da base e decidiu apostar todas as suas fichas para ir na cratera do cometa, no Sul da França, pois acreditam que uma comunidade por existir ali. Fico pensando a necessidade dessa continuação, uma vez que o primeiro foi muito arroz com feijão, mas mal feito. Seguindo a mesma premissa do primeiro filme, vemos a família novamente desesperada, mas dessa vez saindo do Bunker e indo em direção a cratera, mais longe, na França. Porém, arriscam tudo numa teoria da Dra. Amina (Amy Rose Revah), uma cientista que vive no Bunker e que acaba se juntando a família nessa empreitada. A aposta é que exista um paraíso verde em meio ao caos. Para isso, o roteiro coloca dificuldades no meio do caminho como milícia, assaltantes, fragmentos de meteoros que ainda caem de forma aleatória etc. É interessante que a trama ainda coloca a ideia de que as pessoas viram selvagens numa falta de ordem ou no despero para salvar suas vida. Vemos isso quando o Bunker é destruído pelo terremoto e todos saem procurando alguma embarcação para se salvar. Pode-se dizer que o roteiro esbarrar nos mesmos problemas: a falta de originalidade e ainda com obras do acaso (tanto para ajudar a família quanto para atrapalhar). Podemos citar como exemplo, a embarcação que para por conta da falta de combustível, mas as correntes marinhas que mudaram por conta do cometa fez o barco chegar na Europa numa boa (isso pq estavam sem comida). Meteoritos que caem aleatoriamente , tremores de terra em momentos decisivos, tudo para elevar a dificuldade, mas que vai cansando pela fórmula ja batida. Sem contar nas incongruências: a família ao chegar na França é ajudada e o chefe da familia francesa, simplesmente pede para levar a sua filha adolescente por uma família estranha (a dos protagonistas) e ainda sem saber o que vai ter nessa cratera. O filme tbm segue apostando no discurso de John de levar a família para um lugar seguro quando está em um beco sem saída. Prova que o roteiro é muito preguiçoso. Em termos de personagens, esqueçam os que aparecen no primeiro ato no Bunker, pois sao todos descartáveis para a trama e o foco é a família mesmo. Por falar em família, temos a troca do ator mirim por um mais velho ( nao faz diferença, pois dos 3 o filho é o personagem mais sem sal). Por falar em sem sal, o casal permanece sem química alguma. Tentam forçar um arco narrativo entre pai e filho, mas que cai por terra, pela limitação do ator mirin. O que ainda salva é a simpatia de Butler. resumo, o filme tem uma queda brusca no drama e segue com seus erros do primeiro filme. Um sequência deplorável e desnecessária.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

24 seguidores 452 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de abril de 2026
Não é péssimo, mas também não é bom. Ainda consegue ser inferior ao seu antecessor. Eu teria ido de arrasta umas 5 vezes, mas parece que eles são indestrutíveis hahaha
Carlos Taiti
Carlos Taiti

10 seguidores 339 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de março de 2026
Destruição Final 2

A tentativa de expandir universos apocalípticos no cinema muitas vezes esbarra em um problema comum: como manter a tensão e a originalidade após o primeiro impacto? Essa é exatamente a questão que surge em Greenland: Migration, conhecido no Brasil como Destruição Final 2, sequência de Greenland.

Com previsão de lançamento em 2025 e duração estimada em aproximadamente 110 minutos, o filme retorna ao universo de sobrevivência global iniciado no primeiro longa, novamente estrelado por Gerard Butler.

 Gêneros: Ação, Ficção científica, Suspense, Catástrofe
 Sequência: continuação direta de Greenland (2020)

 Principais personagens e atores

John Garrity — Gerard Butler

Allison Garrity — Morena Baccarin

Nathan Garrity — Roger Dale Floyd

Camille — personagem introduzido na jornada rumo a Greenland

易 Primeiras Impressões

Se o primeiro Greenland conseguiu criar tensão ao mostrar a luta desesperada de uma família tentando sobreviver ao impacto de um cometa, Destruição Final 2 tenta expandir esse mundo devastado.

O problema é que, ao invés de ampliar a escala dramática, o filme muitas vezes parece reduzir o universo narrativo, concentrando-se quase exclusivamente na jornada isolada da família Garrity.

Isso cria um contraste curioso: um mundo destruído… mas que parece quase vazio de sobreviventes.

 Enredo

A história começa após os eventos devastadores do primeiro filme.

John, Allison e Nathan Garrity estão vivendo em um bunker na Groenlândia, onde parte da humanidade sobreviveu ao impacto do cometa.

Mas a segurança do abrigo dura pouco.

Um violento terremoto compromete a estrutura do bunker, obrigando os sobreviventes a fugir novamente para um mundo ainda devastado.

A família acaba escapando em um bote salva-vidas e chega a um novo continente. A missão agora é clara: encontrar novamente um refúgio seguro em Greenland, considerado o último bastião da civilização.

Durante essa jornada encontram tanto pessoas solidárias quanto sobreviventes perigosos, refletindo o lado mais humano — e também o mais brutal — da sobrevivência.

No caminho, a família passa a proteger Camille, jovem que se junta ao grupo após terem sido salvos por seu pai.

A jornada, no entanto, cobra seu preço — e o destino de John se torna uma das decisões dramáticas mais marcantes do filme.

里 História e construção narrativa

Um dos elementos mais curiosos da narrativa é o papel do acaso.

Muitos acontecimentos parecem ocorrer por coincidências sucessivas — encontros inesperados, salvamentos improváveis e mudanças repentinas de rumo.

Além disso, diferente de muitos filmes apocalípticos onde grupos de sobreviventes se formam e evoluem juntos, aqui a narrativa insiste em manter a família isolada, mesmo quando estão cercados por outras pessoas.

Isso acaba criando uma sensação estranha:
como se apenas eles estivessem realmente buscando Greenland, enquanto o restante do mundo parece perdido ou sem direção.

 Produção

A produção tenta manter o tom realista que marcou o primeiro filme, evitando exageros de ficção científica.

No entanto, a escala do desastre parece menor nesta sequência, o que diminui a sensação de ameaça global.

O foco fica quase inteiramente na jornada da família.

 Fotografia

A fotografia aposta em cenários frios e devastados, reforçando a ideia de um planeta marcado pela catástrofe.

Paisagens vazias e ruínas reforçam o clima de solidão e incerteza.

 Efeitos especiais

Os efeitos são competentes, mas menos impressionantes que no primeiro filme.

Aqui o desastre já aconteceu — então os efeitos são mais usados para mostrar consequências do que eventos catastróficos.

 Atuações

Gerard Butler mantém sua presença forte como protagonista, interpretando novamente o pai determinado a proteger sua família.

No entanto, o roteiro não oferece grandes variações dramáticas para o personagem, o que faz com que sua atuação pareça mais contida.

Morena Baccarin continua sendo o equilíbrio emocional da história, enquanto o jovem Roger Dale Floyd mantém o lado humano da narrativa.

 Filmes semelhantes

Quem gosta desse tipo de narrativa apocalíptica pode encontrar experiências mais impactantes em:

Bird Box

The Book of Eli

Resident Evil

The Road

Todos exploram de forma mais profunda o colapso da civilização e o comportamento humano diante do fim do mundo.

⭐ Avaliação Final

Destruição Final 2 tenta expandir o universo iniciado no primeiro filme, mas acaba parecendo menor em escala e impacto.

A jornada da família ainda tem momentos interessantes, mas o roteiro não consegue criar a mesma urgência ou intensidade emocional do original.

O resultado é um filme que entretém em alguns momentos, mas que dificilmente será lembrado como um grande capítulo do cinema apocalíptico.

E inevitavelmente surge uma pergunta:
será este apenas mais um filme de transição na carreira de Gerard Butler?

 Vale a pena assistir?
Somente para quem gostou muito do primeiro filme ou aprecia histórias de sobrevivência pós-apocalíptica.

⭐ Nota final: 4 / 10
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

8 seguidores 146 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de março de 2026
Eu realmente não entendi o motivo do pai querer levar sua familia para a cratera do impacto do cometa, assim spoiler: ele sabe que está morrendo, não terá mais que alguns meses de vida, então logo não teria tempo algum para sequer montar uma fazenda para deixar para a família
e mesmo assim ele decide ir ? Quero dizer, logo no ínicio do filme eles encontram uma parente distante que cuida dos idosos com Alzeimer que foram deixados para trás, sinceramente ali pareceu ser um ótimo lugar (bom até demais me deixando descrente, pq ela sozinha sem ajuda consegue ter comida,energia,segurança e água) a coroa literalmente se adaptou melhor que o governo americano que estava enfiado num bunker sem ter mais suprimentos para postergar a sobrevivência humana.

Mas as cenas de aventura são boas e de tirar o fôlego, eu tenho enorme preconceito com fundos verdes e CGI, aqui tem bastante mas são aceitáveis, eu fico triste pois os filmes dos anos 90 e 2000 todos tinham seu esforço para efeitos práticos, locação de lugares para criar os cenários tinha muito mais valor, amor e capricho que essas aberrações digitais atuais.

Atuações ok, com destaque para nossa brasileira Morena Baccarin que além de ser uma grande e gostosa milf, atua muito bem entrega em seu papel, Gerard Butler também não tem comentários eu acho um absurdo Hollywood não valorizar esse ator e lhe entregar projetos AAA.

Outra coisa que me incomodou também foi no final, que a familia francesa conhece nossos protagonistas em 12 horas decidem deixar a sua filha irem com eles, tipo, totalmente desconexo da realidade, até a fala do pai frances diz "eu não costumo confiar em ninguém mas você sim" (isso pq se conheram a 12 horas) enfim, no final ainda dá tudo errado spoiler: o plano era sobreviver o máximo para construir uma fazenda para família e ele morre ao chegar baleado kk
.

Enfim, uma aventura se tiver com tempo livre vale sua assistida.
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