Muito bom, mais um grande trabalho do grande Adrian Lyne. A temática d o filme não é nada novo no cinema, mas os acontecimentos que se desenrolam são muito interessantes. É super interessante ver um casal feliz e tranquilo, especialmente o marido, sendo destruído aos poucos pela desconfiança e mentiras e como alguns fatos podem mudar completamente a vida de uma família em questão de dias. O filme começa um pouco morno, mas na última hora o filme toma rumos muito interessantes com o suspense sendo muito bem construído a cada cena por Lyne. O espectador fica querendo saber como vai tudo terminar. Ao contrário de alguns, gostei bastante do final do filme.
Um drama comum com alta previsibilidade de VDM (vai dar merda) mas ainda assim não é de todo ruim. Richard Gere está ok no papel de pai de família apaixonado pela esposa, Diane Lane está convincente e Olivier Martinez entrou ok e saiu ok. Enfim, não tem muito o que descutir sobre esse filme porque em nenhum momento o longa te impressiona de verdade, o telespectador só fica "putz, que merda" mas não passa disso.
Podemos até tirar proveito que traição não vale a pena e o melhor é o diálogo, se não resolver ...... a solução é uma separação p/ magoar menos as pessoas. Vamos ser felizes , mas honestamente conosco mesmo. Mas é só um filme né...........??????!!!!!!!!!!!!
...Eu gostei desse filme.Não é o meu filme predileto,mais foi bom assisti-lo,saber o que acontece com uma pessoa que tem tudo para ser feliz,e aparentemente é,um otimo marido,filho, enfim uma familia feliz.Mais mesmo assim acaba se envolvendo com um homem ,e pronto,a traição está feita.
Infidelidade é um filme de romance/drama que foi dirigido por Adrian Lyne e contou com o roteiro de Alvin Sargent e William Broyles Jr. O filme recebeu 1 indicação no Oscar 2003: melhor atriz (Diane Lane). Na trama, acompanhamos o casal Edward (Richard Gere) e Connie (Diane Lane) que está em crise. Connie passa a ter encontros, mantendo um caso com um jovem francês vendedor de livros chamado Paul (Olivier Martinez). Edward descobre a traição e tem um momento de fúria e mata Paul. Com isso, ambos passam a ficar receio da consequência desse ato em suas vidas. Sendo esse filme uma refilmagem do clássico Sthepane (mulher infiel), aqui podemos dizer que mantiveram toda a estrutura da obra original, além de conseguir adaptar para o tempo presente (embora que a história em si é atemporal). Aqui temos uma “inversão”, pois é a mulher que trai sem motivos aparentes o seu marido “bonzinho”. O roteiro da chance para Diane Lane brilhar por meio de sua ação, que hora é aventureira e sensual e outra uma mãe recatada do lar. Lane é o centro e o coração desse filme. Ademais, Gere e Martine entregam um papel com muitos clichês e estereotipado ( o francês romântico, bom de cama e de lábia). O filme decepciona na parte mais aguardada que é o terceiro ato que começa após o assassinato de Paul. O filme perde o folego e vai a passos lentos e previsíveis para o seu encerramento.
A solução encontrada pelo marido da infiel me pareceu totalmente irreal, deveria ter tratado de forma diferente, ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém, por isso, a nota é duas estrelas e meia mais pelas atuações de Richard Gere, Diane Lanne e seu amante no filme, pelo enredo nota zero.
Já vi o filme... Muito verdadeiro, independente de quem é o traidor, pois discorre sobre algo muito verossímil, a rotina que um casamento corre o risco de cair, e as consequências, que vão de um erro após outro até a conclusão brutalmente óbvia a que chega o casal. Final coerente. Grande filme de Adrian Lyne, destaque para a atuação de Diane Lane.
Eu tava amando o filme, o plot é bom, as cenas de sexo são ótimas e quentes. Mas o final foi péssimo. Eu achava que eles iam se matar ou algo assim, que iam bater o carro ou se jogar da ponte, eles morreriam juntos e ninguém saberiam o segredo deles.
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