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Dorminhoco
1 crítica
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3,0
Enviada em 21 de dezembro de 2012
Filme assistido duas vezes. Muda o momento que vivemos, muda também a maneira como enxergamos e interpretamos um filme. Não foi diferente com "Infidelidade". Não falarei sobre minha opinião na primeira vez em que assisti; discorrerei um pouco sobre minhas impressões da "segunda mirada". O filme tem uma história um pouco batida. Um caso de traição em uma família norte-americana, aparentemente normal. Um marido, fiel e mantenedor, uma esposa, preocupada com as funções domésticas, e um pequeno filho. Logo no início, sabe-se que a esposa será a traídora da relação; será a infiel. Aí, entra algo interessante: a mulher, inicialmente pura, demonstra toda a potencialidade humana, com sua carga instintual/sexual, ao trair o marido com um jovem de origem francesa. Mostra toda a força sexual e apaixonada, que não guarda limites; não leva em conta a relação estável, nem mesmo ao filho. Faz sexo com o amante de maneira louca e apaixonada. O marido, por sua vez, inicialmente normal, bem sucedido e condescendente com a traição, põe à mostra seus instintos agressivos, ao visitar o amante e assassiná-lo. Mostra frieza ao "limpar" a cena do crime e ao desfazer-se do corpo do amante em um lixão. Até aí, de maneira superficial, temos uma mudança entre os papéis sociais de ambos os cônjuges: o normal mostra-se um assassino, e a casta mostra-se uma mulher com um desejo, próprio dos humanos, incontrolável. Muito mais poderia ser dito e pensado sobre este filme. O sentimento pelo amante que perpetua-se até o fim do filme, o sentimento de culpa do marido, a forma como esse acaba por castigar imensamente a esposa, com o assassinato do amante, e a justificativa implícita de que os males causados a todos eram de responsabilidade dela, etc. Um filme que inicialmente pareceu-me razoável, acabou se transformando, em um segundo momento, diferente e mais crítico, em um bom filme. Serve como uma relembrança daquilo de que realmente somos feitos e daquilo de que somos capazes.
A solução encontrada pelo marido da infiel me pareceu totalmente irreal, deveria ter tratado de forma diferente, ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém, por isso, a nota é duas estrelas e meia mais pelas atuações de Richard Gere, Diane Lanne e seu amante no filme, pelo enredo nota zero.
Esperava mais por esse filme, mas...que decepção. Um marido corno manso que se vinga tirando a vida do amante. Ora, muito burro fazer isso, vai adiantar? O problema está no caráter dela que vai trai-lo de novo lhe colocando novamente outro belo par de chifres. Uma decisão sábia por parte dele seria cair fora desse casamento e procurar alguém que lhe ame de verdade.
Um drama comum com alta previsibilidade de VDM (vai dar merda) mas ainda assim não é de todo ruim. Richard Gere está ok no papel de pai de família apaixonado pela esposa, Diane Lane está convincente e Olivier Martinez entrou ok e saiu ok. Enfim, não tem muito o que descutir sobre esse filme porque em nenhum momento o longa te impressiona de verdade, o telespectador só fica "putz, que merda" mas não passa disso.
Bem, o tema do filme não e algo novo no cinema, mas a maneira com que o diretor e os atores fazem deixar o filme único. Ótimo filme, bom de ver com os amigos ou namorada.
...Eu gostei desse filme.Não é o meu filme predileto,mais foi bom assisti-lo,saber o que acontece com uma pessoa que tem tudo para ser feliz,e aparentemente é,um otimo marido,filho, enfim uma familia feliz.Mais mesmo assim acaba se envolvendo com um homem ,e pronto,a traição está feita.
Eu tava amando o filme, o plot é bom, as cenas de sexo são ótimas e quentes. Mas o final foi péssimo. Eu achava que eles iam se matar ou algo assim, que iam bater o carro ou se jogar da ponte, eles morreriam juntos e ninguém saberiam o segredo deles.
Já vi o filme... Muito verdadeiro, independente de quem é o traidor, pois discorre sobre algo muito verossímil, a rotina que um casamento corre o risco de cair, e as consequências, que vão de um erro após outro até a conclusão brutalmente óbvia a que chega o casal. Final coerente. Grande filme de Adrian Lyne, destaque para a atuação de Diane Lane.
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