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Mariana Rezende
1 crítica
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5,0
Enviada em 25 de agosto de 2020
Quem não assistiu ao filme, não leia minha crítica, que está cheia de spoilers! Adoro essa adaptação da obra de Alexandre Dumas feita para o cinema. É meu filme preferido! Faz a gente se apegar aos personagens e trabalhou muito bem a questão da mudança do spoiler: Edmond, como ele passa do rapaz ingênuo e de coração puro ao perspicaz e eu diria até maquiavélico Conde de Monte Cristo. Tudo é bem justificado, a trama é legal e até o Fernand é um vilão que a gente acaba gostando, de tão arrogante, invejoso, ruim, leviano e egoísta que ele é. Considero que a história se desenvolve muito bem e deixa o filme bem emocionante. Apesar de achar que a forma como fizeram as explicações que culminaram no encontro da Mercedez com o Albert, Edmond e o Fernand no fim meio corrida, não considero que afetou em nada o filme, que termina muito bem e remete a frase que ele contornava na parede da cela onde ficou preso injustamente por tantos anos . Ai, eu adoro, mesmo que não seja fiel ao livro, vale pela história bem contada.
Decepcionante! Essa é a única palavra que posso utilizar para avaliar este filme! Fiquei com uma expectativa muito grande, quando vi o anúncio do filme, porém, ao assistir, vi que mutilaram a saga Edmond Dantès, distorcendo completamente a estória, deixando de apresentar personagens importantíssimos para a saga. Quem fez a leitura do livro (aliás, o melhor livro que já li), e assistiu ao filme, simplesmente ODIOU a versão cinematográfica. Sei que é quase impossível transpor tudo o que existe em um livro para a tela de cinema, mas poderiam ter sido mais fiéis ao livro! Simplesmente impossível gostar deste filme! Horrível! Um das piores ou talvez a pior adaptação que já assisti...
O filme é só um aglomerado de clichês idiotas. Ainda bem que existe o filme O prisioneiro do castelo de if (Узник замка Иф)/ O conde de Monte-Cristo de 1988.
spoiler: Muito forçado esse final do conde com a Mercedes, afinal sentimentos mudam, principalmente com um casal que se distância.
Na versão soviética, o diretor do filme era casado e se apaixona por Nadira Mirzayeva que interpreta Haydee e deixa sua esposa por ela depois de 20 anos de casamento. A vida imitando a arte e provando que Dumas estava certo. Sentimentos mudam e nada se compara a beleza de uma linda mulher.
Dumas teve um filho com uma mulher casada chamada Anna Bauer, o marido deixou Anna e nem assim Dumas se casou com ela. Fazer acredita que Albert seria filho do conde, seria uma ligação entre Edmond e Mercedes é besteira.
Fazer Mercedes se casar com Mondego porque estava grávida é outro clichê idiota, lembro do caso real de Oona O’Neill e o escritor Salinger, ela o abandona por causa da distância para se casar com Chaplin. Basta a distancia e solidão para casar com um relacionamento. Muito mais crível que Mercedes se casou por solidão como fez Oona.
O Conde de Monte Cristo é um filme bom, com muitos personagens maravilhosos, com um elenco muito bom, mas a história do nada vira outra. O ''melhor amigo'' de Edmond Danté o traiu por causa que tinha inveja, pois Edmond tinha uma linda mulher. Para mim, a história é muito boa, e eu adorei muito. Essa é minha crítica.
O filme é maravilhoso, gostei da reviravolta, pois elaboraram muito bem. O filme faz a gente rir um pouco, além de trazer algumas verdades, também traz emoção, porém o meu personagem favorito morre, e isso não faz sentido. Tirando isso, achei maravilhoso. Recomendo muito o filme. Está de parabéns!
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