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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,5
Enviada em 10 de janeiro de 2023
Christian Bale estrela esse filme que nos presenteia com uma direção de arte digna de óscar e uma fotografia escura brilhante e clara quando necessária, já seu roteiro é bem inscrito e tem primeiro ato excelente e um 2° razoável e fecha com um terceiro um pouco decepcionante, faltou peso , mesmo assim O pálido olho azul é atrativo.
Bale e Melling em um roteiro engenhoso com muito suspense e mistério, navegando ainda pelo ocultrismo. muitas reviravoltas que prendem a atenção o tempo todo. O duelo intelectual e artistico entre ambos os protagonistas é intenso e o final condiz com a excelente obra.
Ambientação impecável e profundidade emocional, mas o ritmo exige paciência. Em 1830, um detetive aposentado investiga, com ajuda do jovem Edgar Allan Poe, o assassinato de um cadete em West Point. O filme mergulha no gótico com uma narrativa atmosférica e atuações sólidas, destacando Harry Melling como um Poe estranho e cativante. A trama combina mistério policial e elementos sombrios, explorando rituais macabros e a melancolia característica do autor. A fotografia fria e o inverno rigoroso criam um cenário que intensifica o tom depressivo e poético da história. Contudo, o ritmo lento pode afastar espectadores menos interessados no clima denso.
Muito bom, te pega do começo ao fim, ótimas atuações e boas viradas. Um mistério muito bem desenvolvido. Inclusive, o que cansa alguns, encanta quem aprecia bons diálogos (para uns, soa extenso e desnecessário).
Um ótimo filme, com diálogos bem bolados, suspense na medida certa e muito bem dirigido. As atuações também estão muito boas, tornando o roteiro do filme em um drama pessoal profundo e compreensivo. A história conta a investigação de um crime ocorrido na Academia Militar dos E. Unidos e para isso o detetive Augustus Landor (Christian Bale) é contratado. Durante a investigação o detetive Landor conhece o cadete Edgar Allan Poe (Harry Melling) e ambos trabalham juntos para decifrar o crime. A história em alguns momentos fica lenta e os diálogos arrastados, mas a trama flui e o resultado é surpreendente.
Uma adaptação magnífica! Apesar de não ter lido o livro, penso que o filme é megnânimo em seus detalhes. Os belos cenários e figurinos, a nada novidade de grande atuação de Christian Bale e uma atuação fantástica do menino Harry Melling, uma ótima homenagem ao poeta Edgar A. Poe Um filme com muitos mistérios e reviravoltas e com um gatilho forte sobre estupro...
Um homem está morto, pendurado pelo pescoço, mas baixo o suficiente para que seus pés toquem o chão. A densa neblina torna quase impossível notar mais detalhes; quase uma silhueta. O Olho Azul Pálido será mórbido e melancólico.
O filme começa direto com a chamada à ação. A Academia Militar convoca o inspetor aposentado Sr. Landor para investigar o caso. Em 1830, as coisas eram diferentes --- um tanto arcaicas.
Este é um filme de mistério sobre quem fez isso. A peculiaridade é que quem ajuda Landor é ninguém menos que Edgar Allan Poe, sim, o escritor.
A atuação é ótima de Bale e Melling. Em geral, a atuação é boa e convincente.
A trama se desenrola aos poucos, em estilo de investigação, onde os fatos se desenrolam aos poucos, sem pressa. Com 2 horas e 8 minutos de duração, não achei o filme longo ou chato.
No entanto, tenho algumas desvantagens:
O acontecimento que marca uma virada no meio da história tenta criar uma situação de urgência, mas essa situação acaba sendo artificial. Não parece que o tempo está se esgotando para Landor, embora a Academia tente insinuar o contrário --- o problema é que nada acontece que fortaleça a sugestão de urgência; há apenas uma linha, mas o ritmo da trama parece inalterado.
Landor é alcoólatra, como Hitchcock insinua, e vemos que Landor sofre de fantasmas do passado. No entanto, esse fato, no final, é irrelevante. As complicações não acontecem por causa do álcool.
O uso de Poe parece apenas explorador. Sua excentricidade é notável, mas sinto que poderíamos substituí-lo por qualquer outro personagem com as mesmas características e teríamos a mesma história. Isso ocorre porque Poe é secundário.
The Pale Blue Eye é um filme de mistério com um ritmo propositalmente triste. Se você é fã de filmes antigos de investigação, este filme é recomendado.
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