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62 críticas
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5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2026
Amo muito a vibe deserto do filme,e sinto que ele deveria ser mais reconhecido por mexer muito com astrologia,um assunto que deveria ser mais discutido em gêneros de filmes,e ele pode ser meio confuso,mais ao decorrer da história você consegue entender oque o filme quer transmitir sabe? Atuação impecável por mais que as vezes parecia que os atores não estavam tão animados,mais a vibe do filme em si,não é a comédia certo,mais eu gostei muito da atuação e os figurinos,então eu sinceramente recomendaria esse filme para pessoas que gostam muito de astrologia porque ele é um exemplo fiel do tema.
Filme que visualmente é nota máxima. Que perfeição de imagens! O elenco é recheado de atores consagrados que faz com que não deixemos de assistir. Mas confesso que é uma penúria conseguir assistir do início ao fim. Muito chato!
Tom Hanks lidera um elenco poderoso com um roteiro um tanto pragmático, que por algumas vezes funciona, mas em sua maior parte não! Ficou um gostinho que poderia ter sido melhor.
Wes Anderson assenta a sua tonalidade de cineasta expressionista nesta obra. Não lhe considero por enquanto um filme revisionista. Mas o seu novo experimento é tão somente de forma satírica e com recursos minimalistas a estória do fim de uma nação imperialista em decadência...
O Wes mais chato de todos, mas ainda assim delicioso! Sempre genial seu olhar europeu agudo, amoroso, interrogativo, lúdico sobre a cultura americana e as paranoias da guerra fria. Diálogos esculpidos, entre a sátira e a dor. Não sei por que lembrei do nosso Machado.
Estilo visual impressionante, mas falta profundidade emocional e uma falta de narrativa envolvente. Asteroid City, de Wes Anderson, é mais uma celebração do estilo visual único do diretor do que uma história envolvente. Ambientado em 1955, o filme se passa em uma cidade fictícia, onde uma convenção de jovens cientistas é interrompida por um evento surreal: a chegada de uma nave espacial e um alienígena, forçando os habitantes a entrarem em quarentena. Com um elenco repleto de estrelas como Scarlett Johansson, Tom Hanks e Adrien Brody, o filme impressiona visualmente, com cenários meticulosamente construídos e a fotografia impecável. No entanto, a busca por criar elementos surreais e a apatia dos personagens deixam a experiência cinematográfica monótona e repetitiva.
Interessante. Asteroid City é filme para ser entendido, e não para se explicar para os telespectadores. É como se você se sentasse para uma partida de um jogo que você não sabe nada sobre. Você se irrita, e por não entendê-lo, o cita como ruim, quando na realidade ele apenas não foi feito pra você. A prova disso são os bons atores. A boa filmagem. O filme é bem feito. Apenas é difícil compreender porque.
Asteroid City de Wes Anderson e um filme muito bom, com uma história extremamente divertida e engraçada, o filme está repleto de nomes importantes como Scarlett Johansson, Maya Hawke, Tom Hanks entre outros alem de ter como história principal do filme Um acontecimento revolucionário altera uma conferência de jovens fãs de astronomia.
Ao meu ver, um filme extremamente inteligente sobre comportamento geracional, e uma crítica à realidade que plantamos pela falha em prever consequências - ou pelo egoísmo ao assumí-las de forma irresponsável.
As falas predominantemente rapidas, contrapostas a algumas mais lentas, retratam de forma agonizante para o espectador a quantidade de informação que recebemos.
O diretor ainda satiriza a forma como as novas gerações lutam pra fixar o aprendizado, numa busca cansativa por diferentes métodos e técnicas.
Os professores acabam tomando um papel secundário na educação. Mesmo presente na tentativa de guiar os menores na educação, a personagem de Maya Hawke, insegura e recatada, é constantemente interrompida e sobreposta por Montana.
Parece que, apesar do caráter inclusivo de todas as cobranças sociais (personificados nos figurantes travestis), isso tudo é orquestrado e "para inglês ver", já que os líderes de start ups de tecnologia e responsáveis pela explicação acessível da educação atual são majoritariamemte homens cis héteros a la cowboy.
As histórias rasas, como sugerem as críticas, são propositais. Um paralelo pode ser traçado com a forma como, hoje em dia, as pessoas lêem as notícias pelas redes sociais e acompanham as fofocas, mas não pesquisam conceitos importantes afundo. Uma grande dualidade, já que as novas gerações podem ir muito mais além com as novas tecnologias.
O filme se passa em uma época mais antiga porque, ao mesmo tempo em que as críticas são pertinentes, parece bastante antiquado fazê-las. A cada nova geração, a anterior torna-se ultrapassada - e sempre foi assim. no final das contas, sempre recorremos aos nossos antecessores quando não sabemos o que fazer.
Os millenials, machucados pela falta de tato e sensibilidade de seus pais, tornam-se inabilitados existencialistas - já que lhes falta casca. Aquela desenvolvida pelos seus pais, porque também a reveberam de seus antecessores, mas não tinham tempo pra refletir e se tratar, já que não tinham uma situação economcamemte favoravel.
Por fim, o filme carrega a dúvida de estarmos ou não fadados ao desastre - o que pode ser respondido com a afimaçao de que "Só se acorda quando se dorme" - a dualidade que expressa o aprendizado pelos erros.
Os pontos positivos do filme são o elenco, as atuações , a fotografia e esse humor diferente de Wes. Mas é um filme que não chega a lugar nenhum, não passa mensagem alguma, era melhor que fosse realizado algo diferente.
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