Na Bélgica atual, um menino e uma adolescente que viajaram sozinhos da África colocam sua amizade invencível contra as condições cruéis de seu exílio no país europeu.
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4,0
Muito bom
Tori et Lokita
A iminência da tragédia é um banho de realidade
por Aline Pereira
Os irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne já são figurinhas carimbadas no Festival de Cannes há mais de 20 anos: vencedores em diversas categorias, a edição de 2022 rendeu a eles mais um troféu. Quando o ótimo Triangle of Sadness recebeu a Palma de Ouro, foi um alívio ver Tori et Lokita também ser prestigiado com um prêmio honorário comemorativo dos 75 anos. O longa foi, sem dúvidas, uma das produções mais importantes da edição porque nos leva a uma realidade quase invisível, mas avassaladora. A primeira cena nos mostra a jovem Lokita (Joely Mbundu) em uma entrevista na imigração belga em busca da legalização de sua permanência no país, contando que seu irmão mais novo, Tori (Pablo Schils), já está lá. Os argumentos dela não convencem os oficiais: Tori e Lokita não são irmãos biológicos, embora tenham uma profunda conexão emocional. Para sobreviver enquanto a protagonista corre atrás de seus
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Nacionalidades
Bélgica,
França
Distribuidor
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Ano de produção
2022
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Francês
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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