Média
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Se você quer ver o empoderamento da mulher através da tipificação da prostituição, este é o filme. Não recomendo, fiquei com pena das mulheres se este for o caminho de seu empoderamento.
Um filme repetitivo e chato. Boa parte do filme parece ter a intenção apenas de chocar e nada mais, mas o efeito passa rápido e se torna cansativo. O filme parece ainda preso a ideia do nú e dio sexo como formas de arte . A história em si tem elementos que a tornariam muito mais interessante sem tanta apelação. Tirando todo exagero é interessante até certo ponto ver a evolução da personalidade da personagem. Mas o final é feito novamente apenas para chocar e estraga de vez a história.
Emma stone até que se esforçar para atuar com trama tão fraca. Mais sinceramente é um filme super estimado e uma atuação fraca. O filme parece uma Pornochanchada Hollywoodiana .
Em resumo não é para qualquer um, tão pouco deve ser visto por crianças. E claramente é um filme feito para pessoas com um visão de mundo peculiar em especial grupos ligados a ideias de esquerda.
Sinceramente creio ter perdido meu tempo assistindo.
Emma stone até que se esforçar para atuar com trama tão fraca. Mais sinceramente é um filme super estimado e uma atuação fraca. O filme parece uma Pornochanchada Hollywoodiana .
Em resumo não é para qualquer um, tão pouco deve ser visto por crianças. E claramente é um filme feito para pessoas com um visão de mundo peculiar em especial grupos ligados a ideias de esquerda.
Sinceramente creio ter perdido meu tempo assistindo.
Filme que adapta o livro de Alasdair Gray, que eu nunca cheguei a ler, mas fiquei com uma vontade imensa de ler depois desse magnífico filme. Grande atuação de Emma Stone, ela mereceu o Oscar e na minha opinião, foi um filme muito melhor que Barbie. Sensacional.
O filme é bem grotesco e assim.. ele começa em um nível repulsante com toda ideia, e aí vem a maturação do cérebro e o reconhecer como um ser na sociedade (todo aquele lance de Freud), mas tem muita problemática dentro de outra problemática, bem nas entranhas da realidade humana.. arte Frankenstein, tem sua beleza.
Uma obra de arte! Fotografia, enredo com criticas sociais e morais, atuação, direção, figurino, trilha sonora. Esse filme é sensacional.
O filme começa de forma muito interessante mas ao decorrer a história fica muito arrastada e desinteressante, sem falar das várias cenas de sexo explícito que são totalmente dispensáveis, se quiser ver sexo é só ir ver porno.
Achei uma história fraca e sem sentido! A vida de Bella é erotizada do começo ao fim. Coisas bizarras colocadas em cena somente para chocar, o que sequer acontece como o esperado. Achei mto bobo
um dos piores filmes que já vi. num valeu nem meu tempo. longo, chato, arrastado, é quase um pôrno...
Pela quantidade de comentários criticando o filme, cheguei a duas conclusões.
1) A crítica ao patriarcado, incomoda, o pior, que algumas mulheres. Ver o Duncan comilão chorar em posição fetal é um tapa na cara dos machões comedores, mas as mulheres submissas se incomodam quando o assunto é libertação.
2) Precisamos ensinar nas escolas a pensar, a entender obras quando apresentam simbolismos, a maioria das religiões nos obrigou a sempre literalizar a vida.
Baita filme, não indicado para defensores da família tradicional, berço do patriarcado e do totalitarismo.
1) A crítica ao patriarcado, incomoda, o pior, que algumas mulheres. Ver o Duncan comilão chorar em posição fetal é um tapa na cara dos machões comedores, mas as mulheres submissas se incomodam quando o assunto é libertação.
2) Precisamos ensinar nas escolas a pensar, a entender obras quando apresentam simbolismos, a maioria das religiões nos obrigou a sempre literalizar a vida.
Baita filme, não indicado para defensores da família tradicional, berço do patriarcado e do totalitarismo.
spoiler:
O filme começa com uma mulher que foi criada dentro dos padrões sociais se jogando de uma ponte: os cabelos presos, joias, o vestido e sua cor destacam que era uma mulher requintada, com muita feminilidade, porém recatada - o que a sociedade espera de uma mulher.
Casada e grávida, Victoria escolhe o suicid*o, escolhe romper a propria vida do que permanecer vivendo uma vida que não escolheu pra si. Quantas de nós mulheres somos "empurradas" para vivermos o que não sonhamos e acabam "morrendo" por dentro?
Eis que uma nova chance: God, aquele que pode ceder uma nova vida, tira o cérebro do seu bebê e coloca na cabeça dela. Victoria agora passa a se chamar Bella. Uma nova vida, uma chance de ser feliz. God é eunuco, o que eu interpreto aqui como alguém "castrado do seu machismo, da necessidade do falo para ser homem".
Bella é criada por God e vê a vida com os olhos de uma criança curiosa, como todas nós um dia já vimos. Mas em seu lar ela não é privada de ser quem é. Sua roupa não é imposta a ela, ela veste ceroulas em casa quase o tempo todo. Pensem que é uma mulher sendo criada por uma pessoa "castrada" do machismo (sonho!)
Em um momento do filme, o auxiliar de God se encanta pela doçura e inocência da protagonista, mostrando que está encantado pelo seu interior, sem desejar primeiramente contato sexual.
Mesmo com a segurança da casa e do noivo apaixonado, Bella decide fugir para descobrir um novo mundo, e aí sua vida ganha cores (e o filme também, literalmente). Ela foge com o amante Dunkan.
As roupas coloridas, desconexas e os cabelos soltos destacam a felicidade da descoberta pelo novo. Percebam que apenas as roupas dela são coloridas e curtas - as demais personagens femininas usam roupas mais discretas e escuras: simboliza que apenas Bella vive a vida mais "cheia de cor", livre, sem impedimentos, sem as noções do que é certo e errado pela sociedade. Ela é feliz do seu jeito.
A leitura do amante interpretado pelo Mark Ruffalo também é bem interessante: um homem que está feliz fazendo sexo com uma mulher bonita, promete o mundo inteiro a ela, dá tudo que tem para seduzi-la, e quando percebe que ela não cede aos seus encantos, fica atordoado, perde tudo, se reduz a uma histeria e loucura de um menininho apaixonado, perde tudo que tem e...... a culpa! (Te soa familiar?)
A loucura é tanta, que ele a encaixota e a coloca em um navio para que fiquem juntos (claramente mostrando aqui que a visão de um homem sobre o amor é a prisão: se você ama, você aprisiona).
Ela e o amante retornam à terra e vão para Paris, onde ela se prostitui. No momento em que ela opta por isso, Duncan já não a vê mais como uma mulher, e sim como uma put* (?). Na verdade, ela só estava vivendo a vida que vários homens escolheram pra si: viver de sexo, sem se preocupar com os julgamentos sociais. Ela se descobre e estuda muito nesse período, além de fazer muitos amigos e amigas.
Ela descobre que o pai está doente e retorna para cuidar dele. Aqui podemos ver que suas vestes também sofrem mudança: tons mais escuros, roupas mais fechadas... mostram uma Bella mais madura, mais segura de si, mais dona do próprio caminho.
O filme se desenrola bastante e no final aparece o seu marido - ou melhor, o marido de Victoria. Uma figura máscula e imponente, simbolizando perfeitamente a figura do machismo: agressivo, vil, doentio, castrador. Quando Bella descobre que o objetivo do homem é reduzi-la a apenas um ser que procria, tirando-lhe qualquer desejo sexual (o que lhe movimenta), ela se rebela novamente e o reduz a um animal irracional - o que, na minha concepção, qualquer moralista o é.
No final do dia, ela sorri feliz e livre ao lado daqueles que a aceitam (a posição do noivo da Bella também é super simbólica, demonstrando que os homens podem ser parceiros na luta pela emancipação feminina e serem felizes com isso).
Sem guerras. Sem disputa de poder. Apenas uma "feliz forma prática de amar" - como relata a própria protagonista.
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