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[24/04/2024 - Star Plus]
Gostei, o filme é muito bom. Fotografia e cenografia fantásticas.
Um elenco muito bom. Emma Stone brilhante e Willem Dafoe muito bom.
Gostei da direção do Yorgos Lanthimos e o modo como ele conduziu todo o filme por vezes usando o olho de peixe o que deixou em certos momentos como se a Bella Baxter estivesse sendo observada. Ao menos para mim o a sensação que eu tive...
Gostei, o filme é muito bom. Fotografia e cenografia fantásticas.
Um elenco muito bom. Emma Stone brilhante e Willem Dafoe muito bom.
Gostei da direção do Yorgos Lanthimos e o modo como ele conduziu todo o filme por vezes usando o olho de peixe o que deixou em certos momentos como se a Bella Baxter estivesse sendo observada. Ao menos para mim o a sensação que eu tive...
Um filme muito ruim, terrivelmente ruim. Maçante, enfadonho, grotesco... Esse filme é a prova de que o Oscar de Hollywood é carta marcada!
Filme digno de Oscar e todos prêmios disponíveis no planeta. Emma Stone perfeita. Mark Ruffalo se superou. O filme representa o que é cinema, entretenimento, cultura e informação. Atingiu a meta a que se propôs. Parabéns diretor Yogos e sua equipe. Me satisfez como espectador.
Pobres Criaturas é algo impressionante, A jovem Bella Baxter é trazida de volta à vida pelo cientista Dr. Godwin Baxter. Querendo ver mais do mundo, ela foge com um advogado e viaja pelos continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella exige igualdade e libertação. O trabalho da direção juntos com o cuidado dos mínimos detalhes este filme com a Direção de Yorgos Lanthimos nos proporcionou um longa-metragem indescritível.
“Pobres Criaturas”, filme dirigido por Yorgos Lanthimos, se passa durante a era Vitoriana, que marcou o regime liderado pela Rainha Vitória, num momento de muitas transformações econômicas, políticas e culturais para os países que vivem sob o regime da Monarquia Inglesa. Saber desse pano de fundo é muito importante para que possamos compreender um pouco sobre o que iremos assistir no longa.
A história de “Pobres Criaturas” é centrada na figura de Bella Baxter (Emma Stone, numa atuação vencedora do Oscar 2024 de Melhor Atriz), uma jovem mulher que é trazida de volta à vida por um médico/cientista excêntrico (Willem Dafoe). Na experiência de Godwin Baxter, o médico, Bella é uma mulher com cérebro de bebê, por isso, ela vai atingindo certos marcos temporais que são dignos da sua idade mental.
Uma mulher presa, sem contato com o mundo exterior; a verdadeira jornada de Bella, ao longo de “Pobres Criaturas” é a que a coloca enfrentando o mundo, usando seu corpo e o sexo como moedas de liberdade. É aqui que voltamos à Era Vitoriana, com seus momentos de luzes e de trevas, metaforizados pela fotografia de Robbie Ryan: o mundo da prisão de Bella é retratado em preto e branco; o mundo que Bella passa a conhecer lá fora é cheio de cores vibrantes, como a personalidade que ela revela ter.
Ao vivenciarmos a viagem de Bella, Yorgos Lanthimos desnuda diante de nós uma trajetória de uma mulher, numa época de pensamento conservador, em busca de sua liberdade, da igualdade e de poder ser aquilo que ela quiser, da forma que ela quiser. É uma história de força, que utiliza muito bem o tom irônico a seu favor.
A história de “Pobres Criaturas” é centrada na figura de Bella Baxter (Emma Stone, numa atuação vencedora do Oscar 2024 de Melhor Atriz), uma jovem mulher que é trazida de volta à vida por um médico/cientista excêntrico (Willem Dafoe). Na experiência de Godwin Baxter, o médico, Bella é uma mulher com cérebro de bebê, por isso, ela vai atingindo certos marcos temporais que são dignos da sua idade mental.
Uma mulher presa, sem contato com o mundo exterior; a verdadeira jornada de Bella, ao longo de “Pobres Criaturas” é a que a coloca enfrentando o mundo, usando seu corpo e o sexo como moedas de liberdade. É aqui que voltamos à Era Vitoriana, com seus momentos de luzes e de trevas, metaforizados pela fotografia de Robbie Ryan: o mundo da prisão de Bella é retratado em preto e branco; o mundo que Bella passa a conhecer lá fora é cheio de cores vibrantes, como a personalidade que ela revela ter.
Ao vivenciarmos a viagem de Bella, Yorgos Lanthimos desnuda diante de nós uma trajetória de uma mulher, numa época de pensamento conservador, em busca de sua liberdade, da igualdade e de poder ser aquilo que ela quiser, da forma que ela quiser. É uma história de força, que utiliza muito bem o tom irônico a seu favor.
História inteligente e muito curiosa.
Amei a participação da atriz Emma Stone e outros atores de peso e mais, figurino, roteiro, fotografia e os efeitos sonoros.
Eu só mudaria o final.
Tentando não deixar spoiler...
Trocaria o bode pelo pai, que a recriou.
Amei a participação da atriz Emma Stone e outros atores de peso e mais, figurino, roteiro, fotografia e os efeitos sonoros.
Eu só mudaria o final.
Tentando não deixar spoiler...
Trocaria o bode pelo pai, que a recriou.
Parei nos primeiros 40 minutos, muito chato!!! a intepretação da Emma Stone é muito forçada! Não consegui assistir de tão ruim. Não recomendo
Honestamente, a função desse filme é chocar. E chocou-me pelo fato de mostrar explicitamente os órgãos sexuais dos atores em todo o momento. É nojento o fato de Bella ser um experimento científico e ter o cérebro de uma criança, DE UMA CRIANÇA! Apesar de ser uma CRIANÇA mentalmente, ela faz suas escolhas tendo o aval de seu mentor, se tornando uma prostituta. Além do seu orgulho de ser SOCIALISTA ela é também muito orgulhosa de se tornar uma vagabunda sem nenhum caráter. Filme PODRE.
Tipo de filme que não deveria nem ter sido feito. Indução ao suicídi*, mutilação de cadávers e por aí. Quem faz esse tipo de filme certamente quer distrui* a menstruação daqueles que o assistem.
Um excelente filme, com um roteiro criativo e um elenco de peso ( destaque para a Emma Stone). O filme remete Frankenstein, porém na versão feminina. A personagem Bela, inicialmente inocente, facilmente manipulável, começa a trilhar um caminho de descobertas em busca de conhecimento e liberdade. Esteticamente o filme consegue brilha, pois ao decorrer desse percurso de liberdade e descobrimento, o tom das cores no filme vão ficando mais viva, saindo de um preto e branco para cores vivas e reais. Agora com suas descobertas conquistadas em diversos países da Europa ( em especial a França), Bela não é vista mais como uma inocente e sim como uma ameaça, principalmente para os homens a quem manipulavam e que agora tentam controla-la. O filme trás diversas criticas e entre elas está o sentido em que vivemos para a sociedade e quando fugimos disso, somos criticados.
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