Peaky Blinders: O Homem Imortal: Críticas - Página 5
Peaky Blinders: O Homem Imortal
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Patrick Azevedo
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0,5
Enviada em 23 de março de 2026
Feito pra ganhar dinheiro e resolver questões políticas entre elenco e produção... Claramente o roteiro é apressado e tira toda a profundidade do enredo que marcou a série. Os personagens tem um desfecho tão contraditório com o que foi desenhado em toda a série que o melhor a fazer aqui é simplesmente ignorar a existência desse filme. Péssimo!
Após conquistar o público durante seis temporadas, a história da família Shelby retorna ao cinema com Peaky Blinders ganhando uma continuação cinematográfica em Peaky Blinders: The Immortal Man. Lançado em 2026, com cerca de 130 minutos de duração, o filme funciona como um epílogo da série que começou em 2013 e se tornou um dos dramas criminais mais cultuados da televisão moderna.
Mesmo para quem nunca acompanhou a série — como é o seu caso — o filme consegue despertar curiosidade para mergulhar na saga completa dos Shelby.
Principais atores e personagens Thomas Shelby — Cillian Murphy Erasmus Shelby — Barry Keoghan Beckett — Tim Roth Kaulo — Rebecca Ferguson 易 Primeiras Impressões
O filme funciona como uma ponte entre o passado da série e o futuro da família Shelby.
A narrativa mostra um Thomas Shelby envelhecido, exilado e aparentemente afastado do mundo do crime, mas ainda carregando a aura fria e estratégica que sempre definiu o personagem.
Mesmo distante de Birmingham, o destino o força a voltar ao jogo.
Enredo
A história se passa anos após o fim da série, em um período em que a Europa vive as tensões da Segunda Guerra Mundial.
Thomas Shelby vive isolado, tentando se afastar das sombras de sua própria história. Porém, enquanto ele está longe, quem assume os negócios da família é seu filho Erasmus Shelby.
Sem a experiência e o controle emocional do pai, Erasmus comete erros perigosos — o maior deles é fazer uma aliança com Beckett, um homem ambicioso e calculista que já foi inimigo de Thomas.
A situação se torna ainda mais grave quando Beckett começa a eliminar seus rivais e expandir seu poder em meio ao caos da guerra.
O assassinato da irmã de Shelby se torna o gatilho definitivo.
Thomas Shelby retorna do exílio — não como um homem em busca de redenção, mas como o estrategista frio que sempre dominou o submundo do crime.
A partir daí, o filme se transforma em uma disputa de poder que mistura política, crime e vingança.
里 História e construção dramática
O ponto mais interessante da narrativa está na relação entre pai e filho.
Enquanto Thomas Shelby representa o passado — um líder calculista moldado pela guerra e pela violência — Erasmus simboliza uma nova geração ainda perdida entre ambição e ingenuidade.
Durante todo o filme permanece uma dúvida central:
Erasmus está realmente ao lado do pai… ou está sendo manipulado por Beckett?
Essa tensão sustenta a trama até o último ato.
Atmosfera e fotografia
Um dos grandes pontos fortes do filme é a fotografia.
A estética mantém o estilo visual característico da série:
ambientes sombrios iluminação dramática cenários industriais e decadentes
O resultado é uma atmosfera que mistura elegância com brutalidade.
Atuações
Cillian Murphy mais uma vez entrega uma atuação magnética como Thomas Shelby. Mesmo com menos tempo de tela do que na série, sua presença domina o filme.
Seu Shelby continua sendo um personagem marcado por silêncios, olhares calculados e decisões implacáveis.
Barry Keoghan, como Erasmus, representa bem a insegurança de alguém tentando ocupar o lugar de uma lenda.
Já Tim Roth constrói um vilão convincente. Seu Beckett é frio, manipulador e perigoso — exatamente o tipo de adversário que força Shelby a voltar ao campo de batalha.
Obras semelhantes
Quem gosta do estilo de Peaky Blinders também pode apreciar histórias como:
Boardwalk Empire The Godfather — O Poderoso Chefão Road to Perdition — Estrada para Perdição The Sopranos
Todas exploram o poder, a família e o crime organizado sob uma perspectiva dramática profunda.
⭐ Avaliação Final
Peaky Blinders: O Homem Imortal funciona muito bem como conclusão de uma saga.
Mesmo quem não assistiu à série consegue acompanhar a história sem grandes dificuldades — embora a experiência certamente fique ainda mais rica para quem conhece o passado da família Shelby.
O filme entrega boas atuações, atmosfera intensa e um final que simboliza a passagem de uma era.
A morte de Thomas Shelby, seguida pela ascensão de Erasmus, sugere que o legado dos Shelby continuará — mesmo que sob um novo comando.
Vale a pena assistir? Sim. E provavelmente vai despertar vontade de assistir toda a série.
Sinceramente eu me esforcei muito pra não desligar a TV na metade do filme. Dá a impressão que trocaram de diretor/roteirista, porque o filme é medonho de tão ruim. Até a atuação do Cylian está um pouco a baixo. Muito diálogo e pouca ação, até as frases de efeito são patéticas. Início ruim, na metade parece que vai começar a melhorar, daí piora. Não chega nem aos pés da série.
O filme foi muito bom, porém ele matou o Arthur, já basta a família todos mortos, ele vai matar o Arthur eu gostava do Arthur o Arthur sempre foi fiel a ele, a Polly morreu porque tava se envolvendo no que não deveria até aí tudo bem, O Thomas deveria ficar vivo, o fim dele não deveria ser daquela forma, o próprio filho mete uma bala nele. O Thomas não deveria ter morrido, esse roteiro foi desnecessário.
Não gostei. Um vilão mal construído, criaram lembranças novas pra ele de uma vida pregressa que nunca tinham sido abordadas na série. Quem meio que arquiteta e trassa o destino final dele junto ao filho é uma mulher que ninguém nem sabia que existia. Muito corrido pra dar ponto final a história da série e de Thomas shelby. Fora várias outras pontas soltas que deixaram pra trás: Onde foi parar o Finn shelby depois que ele foi expulso dos peacky blinders? E o Oswald Mosley que fim levou ? Esse filme envergonha a série. Mto fraco
O filme é bom, mas pro final do filme parece que decidem encerrar com tudo, não querem mais dar continuidade. É uma pena, pois a série é boa e se acaba tudo num filme, simples assim, fim acabou. Só se os filhos dos irmãos Shelby dar continuidade, mas acredito que vai ficar sem graça.
Sinceramente, vou fingir que nunca vi esse filme. A história da família Shelby não merecia terminar dessa forma. O desfecho da 6ª temporada de Peaky Blinders já havia entregue algo muito mais coerente: um novo homem surgindo, um legado sendo construído e a família reunida, transmitindo uma sensação de fechamento e continuidade. Esse filme parece ignorar tudo isso. Dá a impressão de que foi feito apenas para destruir o símbolo que os Shelby representavam. A narrativa é corrida, sem o desenvolvimento necessário, o vilão é fraco e pouco memorável, e a história simplesmente não prende como antes. Falta profundidade, falta tensão — falta alma. No fim, o que deveria ser uma conclusão marcante acaba sendo um acréscimo desnecessário que enfraquece o impacto da obra original.
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