Peaky Blinders: O Homem Imortal
Média
3,2
148 notas

62 Críticas do usuário

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kaa lne
kaa lne

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de março de 2026
Achei fraco, esperava mais. Não gostei. História acelerada. Pra mim não fez jus a série, que eh excelente.
Brian Tavares
Brian Tavares

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de março de 2026
Filme totalmente sem nexo, estragou a história da série, mas a maior cagada foi a morte do Arthur, sem comentários. Depois simplesmente fingiram que o Finn nao existia, um dos irmãos Shelby. Morte da Ada totalmente sem nexo também. Fingiram que o outro filho do Tommy não existia, só apagaram ele da história. Talvez o único acerto foi a morte do Thomas, que teve um fim digno, teve a paz que buscava. Mas no meio de tanta cagada o filme não pode ter mais de 1 estrela. O que todos deveriam fazer é fingir que esse filme simplesmente nunca existiu e ficar com o final da série.
Luciana Alves
Luciana Alves

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de março de 2026
Não gostei. Achei desnecessário a morte da Ada e do Tomás no final. O cara era top durante a série, bom de mira e em tudo e acaba morrendo de uma forma bem besta.
Marcelo_rodrigues
Marcelo_rodrigues

8 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de março de 2026
Acabei de assistir no Netflix e vou fingir que nunca vi esse filme. Foi tão ruim que não fez nenhum sentido.

(sem spoilers)

Enredo e Estrutura
Levou 45 minutos desses 1 hora e 50 minutos de filme para o Thomas Shelby finalmente sair de casa e para algo real acontecer.

O filme começa em um campo de concentração alemão, mostrando prisioneiros forçados a imprimir notas falsas de libras britânicas para os nazistas — é uma coisa real da Segunda Guerra Mundial (Operação Bernhard), então a princípio parece que estão construindo algo em torno de uma trama massiva de espionagem ou guerra econômica.

Mas logo pula para Birmingham, e de repente estamos seguindo o Duke — filho do Tommy, que mal sabemos algo sobre ele além de uma rápida introdução na última temporada. Onde ele esteve todo esse tempo? Como tem sido sua vida? O filme não se dá ao trabalho de explicar muito. Ao invés disso, somos jogados na confusão dele se envolvendo em contrabando ou lidando com essas mesmas notas falsificadas.

A trama do dinheiro nazista é completamente abandonada e não vai a lugar nenhum. De repente, a Ada morre — sem realmente construir a cena, sem peso emocional, só bam, ela se foi — e o filme muda totalmente para uma história de vingança por sua morte?!.

Agora é tudo sobre o assassinato da Ada e a repercussão na família, não sobre o grande capítulo final do Tommy Shelby.

O Tommy começa como esse cara recluso, fumando ópio, um loser quebrado assombrado por fantasmas, vivendo em uma casa em ruínas escrevendo suas memórias, completamente isolado do poder e da ambição.

O cara que passou toda a série buscando controle e dizendo que nunca iria cair assim? Reduzido a um personagem secundário patético no próprio filme.

A história pula entre ideias mal formuladas — coisas de espiões nazistas, a atividade criminosa do Duke, e então uma tragédia familiar instantânea — e nada disso é desenvolvido de forma adequada. Eu entrei esperando um olhar profundo sobre o fim do Tommy Shelby, a lenda que acompanhamos em guerras e traições. Em vez disso, é uma confusão que não consegue escolher uma trama e deixa o Tommy parecendo fraco e irrelevante.

Tommy Shelby

Tommy estava completamente fora de personagem o tempo todo. Ele foi retratado como uma versão incompetente e fraca de si mesmo.

Esse é um personagem que sobreviveu a tudo na série, e aqui ele simplesmente parece uma pessoa totalmente diferente.

O grande Thomas Shelby, que sobreviveu a tanta coisa ao longo da série, é morto por um vilão qualquer com um total de 10-15 falas no filme?!!! Esse vilão foi o cara que “finalmente” tirou Thomas Shelby de cena? Fim patético para um personagem lendário.

Duke (Barry Keoghan)

Barry Keoghan como Duke foi insuportável e horrivelmente escalado. O ator não tem nenhuma expressão, emoção ou presença. Apenas um olhar em branco no rosto, e ele é pequeno e jovem demais até para preencher os sapatos de Thomas Shelby.

Como ator, ele não tem a garra, inteligência ou força para preencher o papel que deveria interpretar. Ele não se aproximou do mundo que deveria habitar.

Barry estava atuando mais como um garoto arrogante de internato do que alguém que cresceu no ambiente de Peaky Blinders.

Assistindo ele interpretar o Duke, eu não me senti nem um pouco intimidado por ele. E se ele vai assumir o lugar do Tommy, o público precisa sentir medo. Para mim, ele parecia uma piada de personagem. Os outros atores mais experientes ao redor dele pareciam que estavam lidando com um ator de subnível - a energia estava completamente desequilibrada.

A primeira cena em que ele inclinou a cabeça e piscou como uma garota do ensino médio foi constrangedora. A voz suave também não ajudou.

Honestamente, parecia que eles escalaram um amador sem nenhuma habilidade de atuação.

Filmagem e Sensação Geral

O estilo de filmagem parecia totalmente diferente em comparação com a série original.

O trabalho de câmera, o ritmo do roteiro, tudo parecia errado.

No geral

Por que o Final Foi Tão Ruim

O problema com o final não é apenas que Tommy morre. É como e por que isso acontece.

Esse é um personagem que sobreviveu a guerras, inimigos, traições e tudo o que a série jogou contra ele. Cada temporada o construiu como alguém estratégico, calculista, e quase impossível de derrubar.

E então, no filme, ele é morto por um vilão qualquer?!! Esse vilão teve tipo 10 falas no filme todo, o verdadeiro Thomas Shelby teria lidado facilmente com ele. E esse vilão é o que, depois de toda a série, consegue derrubar o Tommy?? Eu não acho.

Não há tensão que leve a isso. Nenhum senso de que essa pessoa é uma ameaça real. Nenhum retorno. Não parece merecido.

Um personagem como Thomas Shelby deveria ou: ⁠sair por suas próprias escolhas
• ⁠enfrentar um inimigo poderoso e desenvolvido
• ⁠ou ter uma conclusão significativa e emocional Em vez disso, simplesmente acontece. Aleatoriamente. Sem profundidade. Vazio.

Faz tudo que ele sobreviveu antes parecer sem sentido.

Depois de tudo que a série construiu, seu final deveria ter peso.

Em vez disso, parece que só precisavam terminar o filme e escolheram o jeito mais fácil de fazer isso.

ÚLTIMO

Eu vou dizer que entendo que tentaram acomodar tudo em 1 hora e 50 minutos, quando provavelmente isso deveria ter sido uma temporada inteira. Mas ainda assim é decepcionante.
Gabriel
Gabriel

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de março de 2026
Em primeiro lugar, assisti à série Peaky Blinders completa cerca de oito vezes. Portanto, possuo autoridade para dissertar sobre a obra. Minha maior indignação é com a condução do roteiro no longa-metragem: a participação de Tommy Shelby na Segunda Guerra Mundial foi medíocre. Com tantos enredos possíveis, limitaram o protagonista a explosões vazias. O ponto mais absurdo foi o diretor decidir que o próprio Tommy mataria Arthur. Isso fere a essência do personagem que, na 3ª temporada, afirmou categoricamente: 'Para eles, a família é uma fraqueza, paa nós, a família é uma força '.
Ofereço uma visão muito mais elegante: imaginem Mussoline assassinando Ada e Arthur. Movido pela vingança e com o apoio de figuras icônicas como Alfie Solomons, Tommy se infiltraria na Itália fascista para eliminar Mussolini, selando o ato com o clássico 'Por ordem dos Peaky Blinders'. Enquanto isso, Duke ficaria encarregado do front contra Hitler. Seria um desfecho dez vezes mais emocionante. Afirmo com convicção: eu entregaria uma direção muito superior à desse cineasta de má perícia.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de março de 2026
Um reencontro poderoso com Tommy Shelby preso dentro de um filme que nunca alcança o próprio tamanho.

Peaky Blinders: O Homem Imortal tem cara de despedida, mas funciona mais como aquele reencontro que a gente queria muito… e percebe que talvez não precisasse acontecer.

Ver Cillian Murphy de volta como Tommy Shelby ainda é magnético, e o filme vive muito disso. O problema é todo o resto: tenta ser maior, mais épico, mais “cinema”… e esquece de desenvolver o básico. A relação com o filho promete muito e entrega pouco, o vilão mal entra no jogo e a trama corre como se tivesse atrasada.

No fim, é um episódio de luxo com orçamento inflado. Funciona pelo personagem, pela nostalgia… mas como encerramento? Fica devendo.
Anderson Ramos
Anderson Ramos

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de março de 2026
Filme nao compartilha a emoção da série melhor seria nao ter assistido, esperamos muito tempo para algo desconectado da serie
Diogenes Maurino
Diogenes Maurino

4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de março de 2026
Bem fraco! O filme parece ter sido feito as pressas de qualquer jeito, quatro anos de espera e esse foi o melhor que eles conseguiram entregar? Vou fazer de conta que não assisti e continuar com as lembranças que tenho da série. 
Ygora Sobrinho
Ygora Sobrinho

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de março de 2026
O filme está excelente. Esse fechamento realmente fechou com chave de ouro, assistiria mil vezes. Impecável!!!
Rafael Machado
Rafael Machado

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de março de 2026
Peaky Blinders: The Immortal Man | Quando o barulho substitui a mente

Existe um risco inevitável quando uma série construída na base de silêncio, tensão e inteligência resolve migrar para o cinema: a tentação de crescer demais. Peaky Blinders: The Immortal Man é o retrato exato desse erro.

A série sempre se destacou por transformar Thomas Shelby em algo raro — um protagonista cuja maior arma não era a violência, mas o raciocínio. Cada diálogo carregava ameaça, cada decisão tinha peso, cada movimento era parte de um jogo maior. Era menos sobre o que acontecia e mais sobre como e por que acontecia.

O filme, no entanto, parece esquecer isso logo nos primeiros minutos.

Ao colocar Tommy em meio à Segunda Guerra Mundial, a produção amplia o cenário, mas reduz a profundidade. O que antes era um estudo psicológico de poder, trauma e controle vira uma narrativa mais direta, mais apressada — e, principalmente, mais superficial. A guerra, que poderia servir como pano de fundo simbólico para o caos interno do personagem, acaba funcionando mais como ferramenta de espetáculo.

Explosões substituem tensão. Escala substitui nuance.

E nesse processo, o próprio Tommy Shelby perde força.

Não porque o personagem mudou — mas porque o ambiente ao redor deixou de exigir o que ele tem de melhor. O estrategista frio dá lugar a um protagonista que reage mais do que manipula. O silêncio carregado vira cena acelerada. A mente brilhante, que sempre esteve alguns passos à frente, agora parece apenas mais uma peça dentro de um cenário maior.

O resultado é um filme que não chega a ser tecnicamente ruim, mas que falha no ponto mais importante: compreender a essência do que está adaptando.

Para quem acompanhou a série, a sensação é inevitável — não falta orçamento, não falta ambição, mas falta identidade. Falta aquele desconforto silencioso, aquela construção lenta que fazia cada escolha importar.

No fim, The Immortal Man entrega algo que Peaky Blinders nunca precisou ser: grande por fora e pequeno por dentro.

E talvez esse seja o maior problema.

Porque quando um personagem como Thomas Shelby perde a complexidade, sobra muito pouco além do barulho.
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