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Vislei
92 críticas
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3,5
Enviada em 12 de abril de 2026
o filme não é espetacular, mas se você desconsiderar que se trata do final de Peaky Blinders, é um bom filme. quanto ao final, acho natural que spoiler: Thomas Shelby tenha morrido , embora não seja o o que a gente deseje ver, mesmo após tudo que ele fez. nota: 7,5
Um reencontro poderoso com Tommy Shelby preso dentro de um filme que nunca alcança o próprio tamanho.
Peaky Blinders: O Homem Imortal tem cara de despedida, mas funciona mais como aquele reencontro que a gente queria muito… e percebe que talvez não precisasse acontecer.
Ver Cillian Murphy de volta como Tommy Shelby ainda é magnético, e o filme vive muito disso. O problema é todo o resto: tenta ser maior, mais épico, mais “cinema”… e esquece de desenvolver o básico. A relação com o filho promete muito e entrega pouco, o vilão mal entra no jogo e a trama corre como se tivesse atrasada.
No fim, é um episódio de luxo com orçamento inflado. Funciona pelo personagem, pela nostalgia… mas como encerramento? Fica devendo.
Não vi a serie, mas já tinha ouvido falar. Minha esposa me falou um pouco sobre a família Shelby e os personagens. Resolvi ver o filme com a explicação dela e fui entendendo um pouco sobre a história. Vi muitas pessoas falando que o filme foi ruim em comparação com o segmento da história apresentada na séria, mas falar que foi ruim, creio que não. O filme contou com uma excelente atuação dos atores, foi direto ao assunto e mostrou a frieza dos personagens com um figurino muito bom. Já disse que não vi a séria, e confesso que pegou de surpresa saber que ele matou o irmão. Quanto ao Tommy morrer, ficou claro que ele estava em uma depressão e queria partir, apenas encontrou uma forma pra isso.
Enfim, se o filme dura 3 horas o povo reclama, se dura 1:30 também reclama, se morre, reclama, se vive reclama! Difícil agradar a todos!
Após conquistar o público durante seis temporadas, a história da família Shelby retorna ao cinema com Peaky Blinders ganhando uma continuação cinematográfica em Peaky Blinders: The Immortal Man. Lançado em 2026, com cerca de 130 minutos de duração, o filme funciona como um epílogo da série que começou em 2013 e se tornou um dos dramas criminais mais cultuados da televisão moderna.
Mesmo para quem nunca acompanhou a série — como é o seu caso — o filme consegue despertar curiosidade para mergulhar na saga completa dos Shelby.
Principais atores e personagens Thomas Shelby — Cillian Murphy Erasmus Shelby — Barry Keoghan Beckett — Tim Roth Kaulo — Rebecca Ferguson 易 Primeiras Impressões
O filme funciona como uma ponte entre o passado da série e o futuro da família Shelby.
A narrativa mostra um Thomas Shelby envelhecido, exilado e aparentemente afastado do mundo do crime, mas ainda carregando a aura fria e estratégica que sempre definiu o personagem.
Mesmo distante de Birmingham, o destino o força a voltar ao jogo.
Enredo
A história se passa anos após o fim da série, em um período em que a Europa vive as tensões da Segunda Guerra Mundial.
Thomas Shelby vive isolado, tentando se afastar das sombras de sua própria história. Porém, enquanto ele está longe, quem assume os negócios da família é seu filho Erasmus Shelby.
Sem a experiência e o controle emocional do pai, Erasmus comete erros perigosos — o maior deles é fazer uma aliança com Beckett, um homem ambicioso e calculista que já foi inimigo de Thomas.
A situação se torna ainda mais grave quando Beckett começa a eliminar seus rivais e expandir seu poder em meio ao caos da guerra.
O assassinato da irmã de Shelby se torna o gatilho definitivo.
Thomas Shelby retorna do exílio — não como um homem em busca de redenção, mas como o estrategista frio que sempre dominou o submundo do crime.
A partir daí, o filme se transforma em uma disputa de poder que mistura política, crime e vingança.
里 História e construção dramática
O ponto mais interessante da narrativa está na relação entre pai e filho.
Enquanto Thomas Shelby representa o passado — um líder calculista moldado pela guerra e pela violência — Erasmus simboliza uma nova geração ainda perdida entre ambição e ingenuidade.
Durante todo o filme permanece uma dúvida central:
Erasmus está realmente ao lado do pai… ou está sendo manipulado por Beckett?
Essa tensão sustenta a trama até o último ato.
Atmosfera e fotografia
Um dos grandes pontos fortes do filme é a fotografia.
A estética mantém o estilo visual característico da série:
ambientes sombrios iluminação dramática cenários industriais e decadentes
O resultado é uma atmosfera que mistura elegância com brutalidade.
Atuações
Cillian Murphy mais uma vez entrega uma atuação magnética como Thomas Shelby. Mesmo com menos tempo de tela do que na série, sua presença domina o filme.
Seu Shelby continua sendo um personagem marcado por silêncios, olhares calculados e decisões implacáveis.
Barry Keoghan, como Erasmus, representa bem a insegurança de alguém tentando ocupar o lugar de uma lenda.
Já Tim Roth constrói um vilão convincente. Seu Beckett é frio, manipulador e perigoso — exatamente o tipo de adversário que força Shelby a voltar ao campo de batalha.
Obras semelhantes
Quem gosta do estilo de Peaky Blinders também pode apreciar histórias como:
Boardwalk Empire The Godfather — O Poderoso Chefão Road to Perdition — Estrada para Perdição The Sopranos
Todas exploram o poder, a família e o crime organizado sob uma perspectiva dramática profunda.
⭐ Avaliação Final
Peaky Blinders: O Homem Imortal funciona muito bem como conclusão de uma saga.
Mesmo quem não assistiu à série consegue acompanhar a história sem grandes dificuldades — embora a experiência certamente fique ainda mais rica para quem conhece o passado da família Shelby.
O filme entrega boas atuações, atmosfera intensa e um final que simboliza a passagem de uma era.
A morte de Thomas Shelby, seguida pela ascensão de Erasmus, sugere que o legado dos Shelby continuará — mesmo que sob um novo comando.
Vale a pena assistir? Sim. E provavelmente vai despertar vontade de assistir toda a série.
o filme deveria ter 3 horas pra contar com calma a história e encerrar, o enredo foi muito corrido!!!!
Visualmente, o filme mantém a identidade que consagrou a série: fotografia fria, fumaça, enquadramentos que transformam personagens em estátuas, quase como se fossem lendas vivas. Existe uma sensação constante de que estamos vendo o fim de um mito, mas deveria ser tudo melhor aproveitado.
A série é maravilhosa. eu vi 2x. O filme em si foi muito corrido, 2 horas de filme com pouca ação. O filho do Thomas tbm achei mt mais aproveitado, ele tem uma postura no início do filme e do nada do meio pro final ele tem outra, existe uma quebra de coerência nesse sentido. Tbm achei q ele merecia um final muito mais marcante, e por ser um filme foi tudo mt corrido.
É, pra uma série que só fui conhecer em 2020 . Me acompanhou até hoje . Valeu a espera de 5 anos pro filme sair! Que filme pqp , que triste. Vc sente a vibe , da Polly que já se foi , Thomas já sem seus irmãos , sem ninguém . Sozinho, deu pra entender pq ele queria descanso!! . Os últimos 15 minutos a sala aqui ficou um silêncio, só admirando o espetáculo de atuação de Cillian Murphy. Que personagem!!! . Assistam !!! Um filme pra assistir uma única vez , pq na segunda o ar deve ficar ainda mais pesado . Um adeus a THOMAS SHELBY...
Peaky Blinders: O Homem Imortal é um fechamento digno, intenso e extremamente bem construído para uma das maiores séries dos últimos anos, mantendo a essência sombria, elegante e profunda que sempre marcou a história, com uma direção afiada, fotografia impecável e uma trilha sonora que potencializa cada momento; o desenvolvimento final de Tommy Shelby é carregado de significado, trazendo peso emocional e sensação de legado, amarrando tudo o que foi construído ao longo das temporadas de forma brilhante, e sendo bem direto, quem achou esse filme ruim simplesmente não entendeu sua proposta, porque Peaky Blinders nunca foi sobre ação fácil, mas sim sobre complexidade, poder e consequências.
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