Média
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Não gostei. Usaram o nome do Pelé para expressar a opinião politica dos autores. Esperava um filme voltado para tragetoria esportista do melhor jogador da história e não entrevistas com esquerdistas sobre ditadura.
me falaram que devia ter sido melhor ver o filme do pelé aí eu vim ver mas não era melhor não
Viva o Rei! Mais que merecido e ainda mais em vida um documentário lindo, bem dirigido e com sua participação ilustre. Muito bom!!!
Infelizmente estragaram o filme colocando jornalistas e figuras comunistas politizando o documentário que tinha tudo pra ser nota 10. Se tivessem editado pelo menos meia hora de faláciaa esquerdista a homenagem seria perfeita.
Qualquer obra que fale sobre Pelé tem, querendo ou não, um importante significado, não só para o futebol, mas também para o Brasil. O documentário em si, é bem produzido, bem contextualizado. Porém, poderia ter sido um pouco mais elaborado. Poderiam ter dado mais ênfase ao genial time do Santos FC das década de 60 e 70. Assim, como poderiam ter escutado jornalistas internacionais, e até mesmo, os fã ingleses que o Rei colecionava em seu auge. Fora isso, acredito que seja sim uma boa obra, e que mostra para essa nova geração quem sempre será o melhor de todos os tempos.
Uma coisa boa esse documentário sobre o pelé acho,ķķkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Curti que o documentário não se contenta em celebrar os feitos do Pelé, mas busca sobretudo entender como um jovem de 17 anos se torna progressivamente um verdadeiro símbolo nacional. As imagens de arquivos são impressionantes e permitem medir a que ponto o talento dele e as três Copas do Mundo têm ultrapassado o simples quadro do futebol para participar da construção de uma imagem do Brasil. Acho apaixonante a maneira como o documentário repõe o percurso dele no contexto da ditadura militar e mostra a situação extremamente complexa de um homem cuja imagem se tornava suficientemente potente para ser utilizada politicamente. O filme não esconde as críticas endereçadas à Pele pela ausência de oposição pública dele ao regime, mas mostra também o quanto é difícil julgar simplesmente os escolhos de um esportivo vivido em cima de uma ditadura e se tornando ele mesmo um símbolo nacional. Curti que o documentário deixa aparecer as contradições do homem atrás do personagem, as hesitações, a vida pessoal imperfeita e o peso de dever constantemente encarnar Pele quando ele fica Edson Arantes do Nascimento. A Copa do Mundo de 1970 constitui naturalmente o pico do relato, ao mesmo tempo em que é um momento extraordinário de alegria popular e um evento recuperado pelo poder político. Mais do que uma biografia completa, vi um excelente documentário sobre a fabricação de um mito e sobre o que acontece quando um esportivo acaba por representar muito mais do que ele mesmo.
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