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Wesley Vieira
1 crítica
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5,0
Enviada em 11 de julho de 2023
Uma obra prima, amo os filmes do Lars, só quem é inteligente o bastante de entender os conceitos desse cineasta, Dogville é um dos melhores filmes que assisti. Num cenário estilo teatro, sem muitos apetrechos num filme de 3 horas de duração e você fica hipnotizado com os personagens enxergando a hipocrisia, chantagem e abuso que os mesmos fazem com a principal, lars faz muito isso né de provocar as pessoas.
O filme DOGVILLE é uma verdadeira obra prima do cinema. Sem grandes efeitos especiais, sem grandes cenários e cenas triviais, o filme mostra com realidade a Condição Humana. Com perversidade a cidade pequena se mostra com as mesmas maldades da metrópole. É muito difícil não ficar até a última cena desse longo e magnifico filme. O cenário simples e angustiante sufoca o espectador por ser terrivelmente original. A cidade é mostrada em sua essência mais pura. Cada cena mostra como a dinâmica de uma cidade pequena acontece. Ver o filme é uma necessidade para todos que estudam a cidade e o urbano... Os pesquisadores sobre cidades pequenas, em especial os da Geografia, têm nesse filme uma lição muito valiosa.
1.Não é um filme, é uma peça de teatro filmada ( melhor ir ao teatro ) 2.Longo demais pra pouco conteúdo ( são 3 horas entediantes e desnecessárias) 3. Não é um filme feito para o público ( é vim filme feito para críticos de cinema que se julgam mais inteligentes que o público ) 4. Os personagens são seres fictícios ( rasos, confusos e alguns até medíocres ) Resumindo: se quer ver uma peça de teatro e se tem muito tempo livre assista esse projeto mal acabado.
Com certeza um dos melhores filmes que já assisti, largo e profundo a trama se desenvolve com um poder de nos envolver em uma auto analise e o final é revelador.
Esse filme é uma obra prima. O cenário é um palco delimitado, imitando uma cidade. Quando vi isso me encantei de cara. É pura magia! É longo, mas tão envolvente que nem senti o tempo. Tem uma história maravilhosa, dinâmica e um final maravilhoso. Outro do Lars pra ficar na história. Nota 11
A grande maioria dos brasileiros imbecilizados pela Globosta e pelo método Paulo Freire não é digno e nem está apto a apreciar um filme com tamanha genialidade como esse.
Dogville (2003) de Lars von Trier, trata-se de co-produção dos países Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Reino Unido, França, Alemanha e Países Baixos que entrou para a história como um dos melhores e mais inusitados filmes do século XXI. Usando como cenário um palco em que as marcações são feitas a giz no chão, o diretor provou que a força de um filme está em seu enredo bem elaborado e na maneira como contá-lo. Um filme bem longo para os padrões, que se estende por quase três horas , mas de maneira alguma é cansativo ou retórico, o espectador fica hipnotizado com os personagens que vão se mostrando cada vez mais e circulam por aquele cenário simples e, ao mesmo tempo, bem inusitado. Uma jovem chamada Grace (Nicole Kidman, irretocável), é perseguida por mafiosos e pela polícia se refugiando em Dogville. O diretor expõe de forma brilhante a hipocrisia, insensibilidade e as vantagens servis que a jovem forasteira pode proporcionar à comunidade. Uma sociedade perversa, ignorante e violenta. Há várias referências críticas aos Estados Unidos, que vão desde nomes como Tom Edison, James Caan na pele de um mafioso, a presença da própria Nicole Kidman. Em 1995 junto aos seus colegas dinamarqueses, Las von Trier assinou o Manifesto Dogma, com propostas de retirar o cinema de seu torpor e fascínio desmesurado e escravizado pelos efeitos especiais. Em Dogville atingiu de maneira crucial seu objetivo, câmera na mão, ausência de trilha sonora e de deslocamentos temporais ou geográficos. Quem não se afeiçoar a essa aula de cinema quase teatral, não pode ser considerado um cinéfilo. Dogville foi indicado a Palma de Ouro no festival de Cannes e somente rendeu ao diretor o Prêmio do Cinema Europeu de melhor realizador. Uma grande injustiça desconcertante para uma obra-prima inigualável.
Sensacional! Incrivel como nossa mente transcende os nossos sentidos e como diretor soube brincar com isso e nos surpreender. Enredo forte e chocante, com a exposição nua e crua da natureza humana. Uma experiência surreal!
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A revolução de tudo que já foi visto no Cinema. Um longa, relate longo, filmado em um único espaço, sem ter um cenário. Como uma grande peça de teatro, o diretor convida o espectador a mergulhar no mundo do imaginário é poder dar forma para o que está em cena. Contanto com uma brilhante direção de “palco” e atuações fenomenais. O filme permite explorar o íntimo de boa parte dos personagens, entendendo o porque de suas decisões e atitudes. Enquanto a narrativa em si, caminha de um drama, a uma tragedia, deixando o espectador atendo e incrédulo com o rumo da história. Muito bom para se ver sozinho ou a dois. Essencial para quem gosta da sétima arte
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