A Baleia
Média
3,9
608 notas

108 Críticas do usuário

5
24 críticas
4
32 críticas
3
22 críticas
2
11 críticas
1
9 críticas
0
10 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Anderson Andrade
Anderson Andrade

42 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2026
Que atuação do Brendan, além do filme super impactante sobre como os relacionamentos dele foram afetados pela morte do companheiro, mistura de tudo um pouco como melodrama, arrependimento e criação da filha. A redenção de Fraser é maravilhosa
Barbara C
Barbara C

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de outubro de 2025
Relutei para assistir esse filme, imaginava que seria uma história dramática, e foi. Mas não no sentido ruim. Com um cenário que se passa dentro de uma casa, com iluminação precária, a Baleia retrata a a vida do personagem principal sem escancarar como chegou nesse ponto, mas revelando aos poucos o que o levou até ali, deixando algumas perguntas sem uma resposta clara, levando o espectador a pensar. No final, mesmo com um cenário tão limitado, o filme prende a atenção e emociona.
Ricardo Gabriel
Ricardo Gabriel

1 seguidor 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de setembro de 2025
Um filme que marca. Charlie, obeso crônico, vive recluso, dando aulas de redação sempre com a câmera desligada. Vida triste, amarga, com cenas fortes de compulsão alimentar e uma relação complicada com a filha.
O filme acontece quase todo dentro da sala e da cozinha, e até a falta de higiene faz parte da composição. É um retrato cru de vidas solitárias: uns afundam na comida, outros nas mágoas, outros nos relacionamentos quebrados.
Memorável. A atuação do Fraser segura tudo e faz valer o Oscar.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de setembro de 2025
A baleia é um filme dramático que foi dirigido por Darren Aronofsky e contou com o roteiro de Samuel D. Hunter. O filme recebeu 3 indicações ao Oscar 2023: melhor atriz coadjuvante (Hong Chau), melhor ator (Brendan Fraser) e melhor maquiagem e penteados (vencendo as duas últimas categorias mencionadas). Na trama, acompanhamos um homem obeso chamado Charlie (Brendan Fraser) que é um professor universitário que dar aulas online. O mesmo busca se reconectar com a sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), com que não tem contato a anos. Ao mesmo tempo que conta com a ajuda de sua amiga Liz (Hong Chau). Aronofsky sempre buscou ser provocativo e incomodo em seus filmes e aqui poderíamos até mesmo acusa-lo de fazer isso já com o título, ao soar pejorativo com relação ao personagem principal. Mas logo sabemos que se trata do título da redação de sua filha. A escolha de tela 4:3 e a ideia do filme passar apenas na casa de Charlie da a ideia de dificuldade de locomoção e limitação que o personagem tem durante a trama. Fraser é o coração pulsante do filme e deu vida a um personagem cativante, mas que sofre por consequências da vida (seja ela suas escolhas ou não), mas que ainda sim, se mantem positivo com relação a humanidade e a todos ao seu redor. Em outros momentos o filme aborda em um grande combo: luto, suicídio, religião, fé, homofobia, obesidade e depressão. É um melodrama muito bem trabalhado e conduzido.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
O filme A Baleia (The Whale), dirigido por Darren Aronofsky e roteirizado por Samuel D. Hunter, baseia-se na peça homônima do próprio Hunter. Longe de ser apenas um drama psicológico convencional, a obra se apresenta como uma profunda reflexão sobre culpa, redenção e a forma como o ser humano lida com o sofrimento. A narrativa gira em torno de Charlie, um professor de inglês com obesidade mórbida que tenta se reconectar com sua filha após anos de distanciamento. Com um elenco brilhante, liderado por Brendan Fraser, o filme traz um retrato visceral e emocionalmente impactante da existência humana. No entanto, a obra também gerou polêmicas, especialmente por sua abordagem da obesidade e o uso de "fat suit" no protagonista. Nesta análise, examinaremos os principais aspectos da produção, incluindo o enredo, atuações, roteiro, cinematografia, trilha sonora e seu desfecho.

A história se passa quase inteiramente dentro do apartamento de Charlie, um professor recluso que leciona aulas online sem ligar a câmera por vergonha de sua aparência. Ele vive isolado, contando apenas com sua amiga e enfermeira Liz, que tenta convencê-lo a buscar tratamento para sua grave insuficiência cardíaca. Charlie decide se reconectar com sua filha Ellie, a quem abandonou anos antes para viver com seu amante, Alan, cujo suicídio desencadeou a espiral de compulsão alimentar de Charlie.

O filme não apenas expõe a luta física de Charlie contra sua própria condição, mas também aprofunda-se em seu tormento emocional e na sua busca por redenção. À medida que sua saúde piora, as interações com Ellie, Liz, sua ex-esposa Mary e o missionário Thomas revelam camadas de dor, culpa e esperança. O climax emocional atinge seu auge na cena final, onde Charlie, em um ato de superação, se levanta e caminha em direção à filha antes de sucumbir.

Brendan Fraser entrega uma das atuações mais marcantes de sua carreira, merecendo plenamente o Oscar de Melhor Ator. Sua performance carrega uma carga emocional intensa, transmitindo vulnerabilidade, dor e amor de maneira autêntica. O trabalho de Fraser transcende a caracterização física; seus olhares, pausas e tom de voz conferem profundidade a um personagem que poderia facilmente cair no estereótipo.

Sadie Sink, como Ellie, também se destaca, retratando uma jovem ressentida, mas que, sob sua aparente agressividade, esconde uma necessidade desesperada de conexão. Hong Chau, como Liz, apresenta uma atuação sensível e contida, equilibrando empatia e frustração. O elenco secundário, incluindo Ty Simpkins e Samantha Morton, oferece suporte adequado, mas o brilho do filme pertence a Fraser.

Samuel D. Hunter adapta sua própria peça com um roteiro que enfatiza a teatralidade e o minimalismo. O diálogo é um dos pontos fortes do filme, proporcionando reflexões profundas sobre culpa, autodestruição e redenção. A estrutura fechada e a repetição de certos elementos narrativos reforçam a claustrofobia emocional de Charlie, enquanto sua jornada psicológica se desenrola de maneira quase litúrgica. No entanto, alguns críticos argumentam que o roteiro peca por exagerar em sua intenção melodramática, tornando alguns momentos excessivamente manipulativos.

A direção de Darren Aronofsky é marcada por escolhas visuais que reforçam a sensação de aprisionamento. O uso de um formato de tela reduzido (4:3) contribui para a impressão de confinamento e limitação, refletindo a própria condição de Charlie. A iluminação sombria e o cenário opressivo criam um ambiente intimista e angustiante, ampliando a sensação de desespero e isolamento.

A trilha sonora de Rob Simonsen é sutil e melancólica, enfatizando a carga emocional do filme sem ser invasiva. A ausência de uma trilha excessivamente dramática permite que o silêncio e os sons ambientes desempenhem um papel crucial na construção do clima. O minimalismo musical reforça o peso emocional da narrativa, tornando a experiência ainda mais imersiva.

O final de A Baleia é um dos aspectos mais polarizadores do filme. A cena em que Charlie caminha em direção a Ellie e, ao alcançá-la, é envolvido por uma luz branca e começa a levitar, pode ser interpretada tanto de forma realista quanto metafórica. Para alguns, simboliza a redenção final do personagem e sua aceitação da própria morte. Para outros, o tom transcendental do desfecho pode soar artificial e exagerado, contrastando com o realismo cruel que permeia o filme.

A Baleia é um filme emocionalmente poderoso, sustentado por uma atuação brilhante de Brendan Fraser e uma direção meticulosa de Darren Aronofsky. A abordagem minimalista, aliada à cinematografia opressiva e ao roteiro introspectivo, cria uma experiência profundamente angustiante e, ao mesmo tempo, humanizadora. No entanto, o filme também não está isento de críticas, especialmente no que diz respeito à sua representação da obesidade e seu tom por vezes manipulativo. Ainda assim, trata-se de uma obra impactante que provoca reflexões sobre amor, redenção e a busca por conexões humanas, garantindo seu lugar como um dos dramas mais memoráveis dos últimos anos.
Matheus Brito
Matheus Brito

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2024
Amei o filme do começo ao fim! Esperava mais do final 梁梁梁, poderia mostrar ele se reencontrando com o Alan na praia.
Everson Cleber
Everson Cleber

2 seguidores 52 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2024
Aborda temas como solidão, culpa, perdão, aceitação e a busca por redenção, trazendo uma visão profundamente humana e comovente das relações interpessoais e das lutas internas. Comove!
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
Emotivo e poderoso, mas sua intensidade pode ser excessivamente opressiva.
Um homem recluso e obeso tenta reconectar-se com a filha enquanto enfrenta os desafios de seu passado e sua saúde debilitada.
Brendan Fraser entrega uma performance incrivelmente comovente e convincente, imergindo completamente no personagem e transmitindo uma dor profunda. Sua atuação carrega o filme, especialmente nos momentos mais íntimos e vulneráveis, onde sua luta interna é palpável. O roteiro e direção, por outro lado, adotam um tom excessivamente melancólico e opressor, o que, embora bem intencionado, pode se tornar cansativo para o espectador. O filme se foca tanto no sofrimento e nas emoções de Charlie que a experiência pode se sentir claustrofóbica, sem momentos de alívio ou esperança. Embora a reflexão sobre arrependimentos e relações familiares seja poderosa, a sobrecarga emocional pode afastar alguns que buscam uma narrativa mais equilibrada.
Carlos Taiti
Carlos Taiti

8 seguidores 330 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de novembro de 2024
Filme: A BALEIA Assistido: 27-11-24
Elenco: @brendan_fraser @sadiesink_ Hong Chau, @tysimpkins @samanthamorton
Modelo: #drama
Duração: 2h Ano: 2022
Minha opinião: A melhor atuação Fraser, realmente nenhuma outra obra dele, supera este. Um drama de poucas personagens, mas que entregam o seu melhor, uma mistura de emoções e revelações. Assuntos como, separação, discriminação, morbidez, traumas, ressentimento, ramcor, mágoa, separação, solidão, mentira, falsidade, intriga,.... são tantos sentimentos em um filme. Onde temos Charlie (Fraser), o protagonista uma pessoa que sofre de obesidade mórbida e que seu coração já não aguenta mais. Ele é um, professor que dá aulas on line e sem aparecer. Tem sua filha que guarda grande parte dos sentimentos pelo pai, por que ele largou dela e sua mãe por um relacionamento dele com um aluno. E isso causaou grande cicatriz na relação deles. E neste momento final de sua vida ele quere reparar as cicatrizes abertas, mas isso não será fácil. E quem cuida dele é Liz (Chau) ajudando ele na arrumação e na verificação de sua pressão e condição de saúde que a cada dia piora e ele não quer ir ao médico ou hospital para que possa economizar o dinheiro e passar a sua filha quando morrer. E aparece na sua casa um jovem que quer ser usado para salvação, pois no seu passado existe uma culpa que carrega e acredita que sua redenção seria conquistar uma alma para Jesus. E com tudo isso faz desta obra “A Baleia”. Um pai que sempre tem o seu ataque que possa tirar a sua vida. Ao final com os sentimentos sendo alinhados e ouvindo a composição de sua filha recitando, Charlie descansa.
Roteiro e enredo surpreendente oque podem fazer onde tudo isso se passa dentro de uma casa e são 2 hs. E que nos prende com seu drama.
Vale apena assistir? Com certeza.
Nota: 9 a pergunta que fica, para onde foi Charlie?
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de novembro de 2024
É um filme que não trata somente da problemática da obesidade. A produção trata de forma sensível de muitos temas durante quase as duas horas de cenas. A abordagem em primeiro plano, da gordofobia, também aborda e trata de questões como culpa, traição, religião, abandono, rejeição, solidão, depressão, entre outros. Atuação de Brendan Fraser foi fantástica, merecedor!!!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa