É uma divertida aventura de ficção científica, a qualidade da animação é excelente. O filme escorrega na questão do contexto, parece faltar profundidade aos personagens. Bom filme.
Sinopse: O lendário Buzz Lightyear e sua tripulação cumprem a missão mais difícil de todas até agora. Eles devem aprender a trabalhar juntos para escaparem do malvado Zurg e de seu exército de robôs.
Crítica: "Lightyear" é uma animação que traz um novo olhar sobre o icônico personagem Buzz Lightyear, mas seu impacto é um tanto contraditório. A trama, que foca na origem do lendário patrulheiro espacial, é cheia de ação e visualmente impressionante, características que são marcas registradas da Pixar. A animação é de alto nível, com sequências que evocam uma estética semelhante à da saga "Star Wars", o que pode agradar aos fãs do gênero.
No entanto, o roteiro peca pela lentidão e repetitividade em alguns momentos, o que pode causar desinteresse em partes do público. A narrativa, apesar de apresentar temas relevantes, como amizade e perseverança, parece não conseguir se aprofundar o suficiente, fazendo com que alguns espectadores se sintam desconectados da história.
No geral, "Lightyear" consegue expandir a mitologia de Buzz Lightyear, fornecendo uma nova camada ao personagem que cativou gerações em "Toy Story". Os fãs provavelmente apreciarão as referências e conexões, mas o filme deixa uma sensação de que poderia ter explorado mais a fundo sua narrativa, integrando melhor suas mensagens com a ação envolvente. A experiência visual é inegavelmente rica, mas a história poderia ter sido mais cativante e menos arrastada.
Um beijo gay! Que choque! Pode-se apresentar tal coisa em uma produção direcionada, principalmente, ao público infantil? Estamos em 2022? Ainda existem pessoas que se chocam com isso e colocam a questão da censura como necessária na apresentação de fatos do dia a dia para crianças? Tal reação discricionária manifestar-se-ia se o beijo fosse hétero? Nenhuma, nenhuma, criança se chocou! A criança tem a mente isenta das mediocridades com que os adultos, ainda hoje, insistem em contaminá-las. O choque é indicativo do preconceito, primário e ridículo, que se nega pela razão, mas que se manifesta quando o emocional toma a frente. A eterna vigilância é o preço da liberdade. Relaxe gente grande e permita que a gente miúda ensine o que não se teve capacidade de aprender sozinho em tantos anos de existência. Existência. Não de vida, que vida é uma outra coisa que qualquer criança mostra clara, natural e constantemente. Urge aprender com elas. Quase esqueço de citar o filme. Delicioso. Bem humorado. Descrições de teorias da Física sem pedantismo. Diversão impecável com colocações ainda necessárias para despertar os resquícios de comportamentos lamentáveis. Relaxando não dói.
Não é bem um filme infantil, criança nenhuma vai entender aquelas viagens ao tempo. Tem muita ação, confusão, mas o roteiro merecia ser mais caprichado. Enfim, é daqueles cataníquel que se vale da figura do famoso astronauta de Toy Story, onde a Pixar pretende viajar na esteira do sucesso de Toy Story. Creio que Lightyear foi criado mais mesmo para ser ator nos filmes Toy Story 1, 2, 3 ... etc.
Quando anunciaram que o próximo projeto da equipe estelar da Pixar iria ser sobre o patrulheiro espacial que lançou a empresa para o primeiro calão da indústria cinematográfica moderna, achei que este seria o fim de uma das maiores empresas da animação moderna.
A empresa vem vindo em uma derrapada e não é recente: O bom dinossauro, Dois Irmãos, e o tenebroso Red- Crescer é uma fera mostram os novos rumos não-criativos, nada inovadores e totalmente descomprometidos com o que a empresa sempre foi pós a saída de John Lesseter.
É que devido a história cheia de inovações e muita criatividade de story-telling da Pixar, vamos assistir seus filmes com algumas expectativas.
Lightyear poderia ser pior do que é, mas se mantem como uma novidade na nova fórmula Pixar. Nestes novos tempos de empresa, a aventura sci/fi do patrulheiro espacial do garoto Andy é recheado de referências cult e de um personagem que foi esquecido pela crítica: o que está na série animada ‘’Buzz Lightyear do Comando Estrelar’’ lançada no começo dos anos 2000.
Mas o roteiro é confuso, se perde e não consegue dosar as camadas sérias aos personagens se esquecendo do público infantil, enfim, a Pixar vem tentando mudar a fórmula e seus experimentos mal sucedidos atrapalha um bocado seu catálogo.
Lightyear vai ao infinito e além ao trazer a fórmula da jornada do herói com coragem, com camadas dramáticas, heroicas, emocionais, reformulando o conceito que resultou em algo muito interessante, porém fica em nosso imaginário como outros longas da Pixar.
Lightyear rende bons momentos de diversão para a família, mas não é uma obra prima cinematográfica, é uma possibilidade de um caminho novo para a empresa, em sua redescoberta no mercado.
Um beijo gay! Que choque! Pode-se apresentar tal coisa em uma produção direcionada, principalmente, ao público infantil? Estamos em 2022? Ainda existem pessoas que se chocam com isso e colocam a questão da censura como necessária na apresentação de fatos do dia a dia para crianças? Tal reação discricionária manifestar-se-ia se o beijo fosse hétero? Nenhuma, nenhuma, criança se chocou! A criança tem a mente isenta das mediocridades com que os adultos, ainda hoje, insistem em contaminá-las. O choque é indicativo do preconceito, primário e ridículo, que se nega pela razão, mas que se manifesta quando o emocional toma a frente. A eterna vigilância é o preço da liberdade. Relaxe gente grande e permita que a gente miúda ensine o que não se teve capacidade de aprender sozinho em tantos anos de existência. Existência. Não de vida, que vida é uma outra coisa que qualquer criança mostra clara, natural e constantemente. Urge aprender com elas. Quase esqueço de citar o filme. Delicioso. Bem humorado. Descrições de teorias da Física sem pedantismo. Diversão impecável com colocações ainda necessárias para despertar os resquícios de comportamentos lamentáveis. Relaxando não dói.
Achei o filme bem fraco, e pra mim não foi culpa da dublagem nem do beijo. Achei até que ok, mas o roteiro é ruim, bagunçado e cansativo, vi me arrastando e esperava mais...
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