O Conde de Monte Cristo
Média
3,9
95 notas

24 Críticas do usuário

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5 críticas
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Pedro Vinicius
Pedro Vinicius

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de março de 2025
O filme é fraco e com pouco conteúdo, apesar de quase três horas de duração. A trama não é tão bem amarrada quanto a do primeiro filme de 2002, e os acontecimentos se desenrolam de forma muito rápida. O Conde de Monte Cristo sempre foi um dos melhores filmes que já assisti, mas essa nova versão carece de profundidade e talento.

Um dos maiores problemas está na transição do protagonista. Após sua prisão, a história salta quatro anos no tempo, privando o espectador de acompanhar seu sofrimento, seu desenvolvimento e sua relação com o Abade Faria. A transmissão de conhecimento, que é uma das partes mais fascinantes da jornada do personagem, é apressada, o que enfraquece a transformação gradual que o leva a se tornar o Conde de Monte Cristo. Com tantos saltos temporais, perde-se a magia e a emoção que tornam essa história tão grandiosa. spoiler:
spoiler:
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de março de 2025
Eu pessoalmente gostei bem mais do que a versão dos anos 2000. Pra ser mais específico, o outro filme é muito melhor do inicio até a parte onde ele fica no presídio, talvez um pouco mais. Mas a parte onde ocorre a vingança é muito mais elaborada, com mais personagens, mais detalhes, nesse filme. Não li o livro pra saber qual segue mais a realidade, mas essa me agradou bastante.
Alcides Macedo
Alcides Macedo

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de março de 2025
Conseguiram estragar um dos melhores filmes do cinema. Tudo bem que o filme era perfeito e qualquer nova adaptação já seria pior, mas estragaram o filme. Tiraram e abreviaram partes cruciais pra entender a história. Sem aprofundamento em questões fundamentais deixa vago algumas situações ficam sem explicação. Quem não assistiu os outros filmes antigos fica sem entender o filme em vários aspectos. Lamentável não queria ter perdido meu tempo vendo essa nova adaptação. As duas versões antigas foram ótimas.
Sudário Sousa
Sudário Sousa

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
2 estrelas pelo inicio do filme que te prende e você torce para o personagem. Não assisti a obra base, portanto, irei falar apenas dessa. Na minha opinião o filme desandou! Racionalidade presente, anos dedicados para a vingança mas no fim, tudo se perdeu por um rapaz burro, e uma menina com romance adolescente tosco, sem profundidade e desnecessário, spoiler: o fim comum deles sendo completamente esquecido por idiotices, esquecendo tudo ao que levou eles até ali, horrível, se você quiser passar raiva e ver tudo sendo destruído por um romance adolescente vá em frente
, mas eu me sinto roubado pelas 3 hrs de vida, e pelos transtornos causados. Péssimo.
Jeison M.
Jeison M.

17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2025
Quando anunciaram esse filme eu pensei, o filme de 2002 é tão atual, tão impecável, um clássico que me perguntei, pra que? Mas segui o conselho de outros e assisti, sem pensar em nada e tentando não comparar, tentando separar as obras... se eu consegui eu não sei, mas achei que é um filme bom quando analisado levando tão somente ele em conta, mas terminado o filme é impossível não comparar. Qual se aproxima mais do livro? Não sei e por se tratar de filmes analiso apenas qual a melhor adaptação ao cinema. A história é a mesma? Sim, apenas com diferenças de abordagem as questões chaves e personagens. Eu achei que esta versão poderia abordar um final mais interessante, uma trama de vingança mais completa uma vez que a prisão é contada de forma tão resumida mas não, perdesse profundidade em quase tudo, perdesse na prisão, perdesse na ligação dos personagens, perdesse até no final que eu achava um dos pontos mais fracos do filme de 2002 mas q se mostrou infinitamente melhor também. Novamente repito, o filme não é ruim mas a pergunta continua, pra que? Este filme pode ser mais próximo ao livro, mas quanto adaptação para o cinema é muito inferior ao clássico de 2002.
Anna Gabrielle Lourençon Checchinato
Anna Gabrielle Lourençon Checchinato

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Olhando apenas pelo lado do cinema, é um bom filme, bons cenários e interpretações que tem boas proezas. Pierre foi um ator ótimo, sem maiores comentários sobre o seu talento. No entanto, lidando com um filme que deveria ser baseado no clássico, um dos maiores romances do mundo, vai muito longe de qualquer realidade exposta no livro de Dumas. É realmente uma adaptação bem relativa, mudando as relações dos personagens, colocando novos e alterando até o final da história de maneira completamente independente.
O que mais doeu foi terem colocado Dantès como um monstro sombrio, que apenas se importava com uma vingança cruel e prejudicar quem quer que estivesse em seu caminho, sem se importar com a vida alheia. Posso, creio eu, dizer por todos os leitores e, principalmente, pelos amantes da obra que Edmound é muito mais um coração bom que ajudou pessoas em todo o entorno do mundo, um amante do Divino e intelectual impressionante que um homem revoltado e frio ao toque.
Novamente, o filme é bom; não dando, apenas, para colocar qualquer correlação profunda ao original Conde de Monte Cristo.
Edila M.
Edila M.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de janeiro de 2025
Gérard Depardieu entregou um conde de Monte Cristo excepcionalmente melhor. Começo assim pois as atuações neste filme são sofridas e cenas lentas.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de janeiro de 2025
Sinopse:
Edmond Dantes é preso por um crime que não cometeu. Após 14 anos na prisão, ele consegue realizar uma fuga ousada. Agora rico além dos seus sonhos, ele assume a identidade do Conde de Monte Cristo e executa sua vingança.

Crítica:
"O Conde de Monte Cristo", sob a direção de Pablo Larraín, traz uma nova e cativante interpretação do clássico literário de Alexandre Dumas. Com uma estética visual envolvente e uma narrativa que equilibra drama e suspense, o filme oferece uma experiência cinematográfica intrigante.

A trama gira em torno de Edmond Dantès, um homem injustamente condenado. O papel de Dantès, interpretado de maneira competente, capta a transformação de um inocente esperançoso em um homem consumido pela vingança. Os 14 anos na prisão são retratados de forma impactante, mostrando a brutalidade do sistema que o aprisionou e a evolução psicológica que ele sofre. A fuga ousada é um ponto alto do filme, marcada pela tensão e pela coragem do protagonista.

Larraín, conhecido por sua habilidade em contar histórias complexas, imprime seu estilo pessoal na direção, focando em detalhes que ajudam a construir a atmosfera sombria e opressiva do enredo. A cinematografia destaca a opressão e o luxo, contrastando a miséria de Dantès com a riqueza que ele adquire como Conde. Essa dualidade é um reflexo da luta interna entre justiça e vingança.

Apesar de suas virtudes, o filme não é perfeito. Em alguns momentos, o ritmo pode ser irregular, especialmente durante os trechos de revelação das camadas de conspiração. Além disso, algumas escolhas de adaptação, enquanto visuais e intrigantes, podem deixar fãs da obra original um pouco desapontados. O aprofundamento em certos personagens secundários poderia ter sido melhor explorado.

No geral, "O Conde de Monte Cristo" é uma adaptação que vale a pena assistir. Com atuações sólidas, uma direção estilisticamente ousada e uma trama envolvente, o filme consegue capturar a essência da busca por justiça de Dantès, ao mesmo tempo em que apresenta questões universais sobre moralidade e redenção. Mesmo que alguns elementos possam desafiar as expectativas dos puristas, a obra de Larraín se destaca como uma contribuição significativa ao gênero, fazendo jus a um clássico da literatura.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
Adaptação sólida, mas poderia ser mais ousada e profunda.
A adaptação de O Conde de Monte Cristo (2024), dirigida por Matthieu Delaporte e Alexandre De La Patellière, revigora o clássico de Dumas com uma narrativa intensa e bem estruturada. Em menos de três horas (sim, adaptação da obra exige), a ação é constante, mantendo o espectador atento. Pierre Niney brilha como Edmond Dantés, e Anaïs Demoustier se destaca como Mercédès, embora tenha pouco tempo de cena.

A história é condensada de forma eficaz, preservando a essência da vingança cega que caracteriza o romance. A inserção de personagens como Haydée (Anamaria Vartolomeï) e Andrea (Julien De Saint Jean) adiciona complexidade, e a direção garante uma adaptação envolvente e vibrante, mantendo o vigor e a paixão da obra original.
Lino G.
Lino G.

9 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de dezembro de 2024
Cenários belíssimos, figurinos caprichados. Ainda que a estória seja relativamente conhecida, o filme faz jus ao livro. Ótima opção de entretenimento.
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