O Conde de Monte Cristo
Média
3,9
93 notas

23 Críticas do usuário

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Jedsosantosqueiroz
Jedsosantosqueiroz

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de abril de 2026
O novo filme de 2024 é um espetáculo visual, mas deixa um gosto amargo para quem entende a verdadeira jornada de Edmond Dantès. Se por um lado a fotografia é belíssima e os cenários são grandiosos, por outro, o roteiro se perde em escolhas que enfraquecem a força da obra original.

Onde o filme acerta?
A estética é, sem dúvida, o ponto forte. O filme é "bonito de ver", com figurinos impecáveis e uma atmosfera que tenta resgatar a elegância francesa da época. Algumas atuações são sólidas, mas a beleza visual não sustenta a falta de profundidade emocional.

Onde o filme falha (e muito):
A Prisão Apressada: Para um homem que ficou 14 ou 15 anos apodrecendo em uma cela, a transição no filme é rápida demais. O espectador não sente o peso do tempo, da solidão e da transformação mental que Dantès sofre no Castelo d'If. Fica parecendo um "intervalo" rápido, tirando o impacto da ressurreição do herói.

Vingança Sem Alma: O filme é covarde na hora de punir os vilões. No livro, a vingança é um prato cozido lentamente. Aqui, os destinos de Fernand, Villefort e Danglars são confusos ou incompletos. Falta aquela satisfação de ver a justiça sendo feita com o rigor que os traidores mereciam.

A "Falsa Balança Moral": O filme tenta impor uma moralidade moderna e inocente, sugerindo que "vingança sempre tem um preço" e que o Conde deve terminar sozinho e triste. Isso é uma romantização pessimista. Na vida e no livro, a justiça serve para fechar ciclos e permitir recomeços, não para condenar o justiceiro à solidão eterna.

O Erro com Haydée: Ao dar Haydée para o jovem Albert, o filme foge da complexidade do livro. No original, Haydée é a esperança e o amor que cura o Conde. O filme prefere um final "agridoce" e solitário, o que soa mais como medo de polêmica do que como boa narrativa.

Minha Conclusão:
A versão de 2001, com Jim Caviezel, embora tenha suas liberdades e seja menos "sofisticada", consegue entregar o que o público realmente quer: satisfação e catarse. Em 2001, sentimos o ódio de Edmond e celebramos o seu triunfo final.

O filme de 2024, apesar de sua "capa" bonita e intelectual, acaba sendo uma adaptação confusa e vazia, que entrega um final solitário para um homem que já sofreu injustiças demais. No final das contas, falta a 2024 a coragem de ser tão épico quanto o livro de Alexandre Dumas.
Fabio Tomaz
Fabio Tomaz

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de março de 2026
Achei um filme com altos e baixos.

Curiosíssimo a questão da princesa Haydeé, que no livro sempre foi grega. Entretanto, em sua primeira aparição, cantando e tocando violão, estava cantando em romeno (tenho conhecimento básico no idioma e o reconheci quase que de imediato). Além disso, quase todos os seus diálogos com o Conde eram misturando francês e romeno. Fiquei muito curioso até o conde revelar que a resgatou na Valáquia (atual Romênia). Até onde me lembro, no livro não é bem assim, mas achei essa adaptação interessante.

No mais, achei que o desenvolvimento da inveja de Fernand foi muito apressado. Nisso, o filme americano de 2002 foi bem melhor. Por outro lado, este novo filme foi mais fiel ao livro que a versão americana, de maneira geral.

É sempre complicado adaptar "O Conde de Monte Cristo" para filme, a história é longa e mesmo este filme de 2024 tendo quase 3 horas de duração, precisou adaptar/cortar muita coisa. Por isso minha versão em filme favorita da história é a estrelada por Gerard Depardieu, que era na verdade uma série (com 4 episódios, se não me engano), com quase 7 horas de duração.
Murilloboni Jesus
Murilloboni Jesus

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2026
Gostei muito desse filme, tanto da narrativa quanto dos atores, sei que algumas coisas não são 100 por cento fiéis e que temos outras boas adaptações porém gostei bastante dessa
Guillaume
Guillaume

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de agosto de 2025
um filme magnífico, a melhor adaptação do Conde de Monte Cristo que já vi (e já vi muitas) 
Marcio Brito
Marcio Brito

16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de julho de 2025
Totalmente diferente do livro.
A presença de Haydée é marcante.
O final é algo novo.
Bom filme pra ver a noite.
Alex2quadro
Alex2quadro

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de junho de 2025
Fazia tempo que não via um filme bem feito, com atuação, estrutura, roteiro e trilha sonora impecável. Muito bom 
Emerson Martins
Emerson Martins

17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de maio de 2025
filmaço, apesar de muitas cenas serem a noite não são escuras que você não entende o que ta acontecendo como na maioria dos filmes. Não tem cenas tão clichês como poderia ter e não faz o protagonista um super herói.
Patrick Braga de Souza
Patrick Braga de Souza

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de maio de 2025
O filme tinha tudo para ser bom, mas, é uma porcaria, para não dizer pior !!! Se quiser ver o Verdadeiro filme do Conde de Monte Cristo, veja o anterior e irão entender esta crítica.
André Conte
André Conte

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de abril de 2025
Uma versão estendida de filme, que é raro hoje. Para quem leu a obra de , esse filme, entre os filmes feitos, é o que mais se assemelha ao livro. Vi no cinema, e adorei.
Pedro Vinicius
Pedro Vinicius

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de março de 2025
O filme é fraco e com pouco conteúdo, apesar de quase três horas de duração. A trama não é tão bem amarrada quanto a do primeiro filme de 2002, e os acontecimentos se desenrolam de forma muito rápida. O Conde de Monte Cristo sempre foi um dos melhores filmes que já assisti, mas essa nova versão carece de profundidade e talento.

Um dos maiores problemas está na transição do protagonista. Após sua prisão, a história salta quatro anos no tempo, privando o espectador de acompanhar seu sofrimento, seu desenvolvimento e sua relação com o Abade Faria. A transmissão de conhecimento, que é uma das partes mais fascinantes da jornada do personagem, é apressada, o que enfraquece a transformação gradual que o leva a se tornar o Conde de Monte Cristo. Com tantos saltos temporais, perde-se a magia e a emoção que tornam essa história tão grandiosa. spoiler:
spoiler:
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