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    O Telefone Preto
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    3,9
    104 notas
    Você assistiu O Telefone Preto ?

    20 Críticas do usuário

    5
    6 críticas
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    8 críticas
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    1 crítica
    Nelson J
    Nelson J

    Seguir usuário 36.635 seguidores Ler as 1.382 críticas

    5,0
    Enviada em 17 de julho de 2022
    Sensacional. Roteiro, direção, atores, cenas, enfim, perfeito. Os adolescentes Mason e Madeleine como irmãos apresentam química e interpretações individuais perfeitas. Um sequestrador põe a pequena cidade em pânico. Num misto de terror, suspense, aventura juvenil, drama familiar etc, a trama segue e não se consegue piscar os olhos. Bravo!!!
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

    Seguir usuário 4.472 seguidores Ler as 651 críticas

    4,5
    Enviada em 20 de julho de 2022
    Muito bom! Misturando o sobre natural a realidade, temos um roteiro que consegue inovar com um enredo que pode ser considerado clichê. Rápido e bem construído, o suspense é de muita qualidade.
    Adriano Silva
    Adriano Silva

    Seguir usuário 1.156 seguidores Ler as 351 críticas

    4,0
    Enviada em 17 de julho de 2022
    O Telefone Preto (The Black Phone)

    "O Telefone Preto" é escrito, dirigido e produzido por Scott Derrickson (juntamente com C. Robert Cargill no roteiro e Jason Blum na produção). É uma adaptação do conto homônimo de 2004 de Joe Hill (filho do escritor de terror de longa data Stephen King). O longa é estrelado por Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies, James Ransone e Ethan Hawke. No filme, Finney Shaw (Mason Thames) é sequestrado e enquanto permanece no cativeiro ele usa um telefone misterioso (preto) para se comunicar com as vítimas anteriores de seu sequestrador (Ethan Hawke).

    Scott Derrickson sempre trabalhou com o gênero terror ao longo de toda a sua carreira, em filmes como "Lenda Urbana 2", "Hellraiser: Inferno", "O Exorcismo de Emily Rose", "A Entidade", "Livrai-nos do Mal", sempre esteve envolvido em roteiros, produções e direções. Após a saída de Derrickson da direção de "Doutor Estranho no Multiverso da Loucura", alegando diferenças criativas com a Marvel Studios, ele foi diretamente trabalhar em "O Telefone Preto", que já era um projeto que ele planejava fazer.

    "O Telefone Preto" chega com a promessa de ser o grande terror do ano, mas será que realmente ele é?

    Derrickson está muito criativo no longa, nos mostrando bastante competência por sua fidelidade na adaptação do material de origem, ao nos mergulhar em um thriller de terror sobrenatural com um clima e uma ambientação totalmente anos 70. De fato toda a construção e estética do filme é completamente imergida nos anos 70...desde a fotografia que possui uma paleta de cores vibrantes no maior estilo setentista. A direção de arte está muito fiel e dentro do padrão com cenários, carros e várias referências. Os figurinos estão bem ajustados. A cenografia é muito bem construída e nos situa perfeitamente dentro de todo o universo do filme. A trilha sonora é rica em detalhes e nos traz um material completamente fiel ao que se propõe o filme.

    O longa de Scott Derrickson nos traz várias referências a outros filmes do gênero: como no caso da obra de Stephen King, "IT", que se destaca como a principal referência e inspiração para o filme, obviamente se deve pela adaptação da obra de Joe Hill. "O Telefone Preto" presta uma verdadeira homenagem a "IT", desde o seu ótimo elenco teen, a cidadezinha, a perseguição do sequestrador com os balões pretos (Pennywise usava balões vermelhos), o clima soturno e a atmosfera sombria que se instala entre o sequestrador e o Finney, principalmente entre os seus diálogos. Temos uma cena perto do final do filme, quando Gwen (Madeleine McGraw) está andando de bicicleta na chuva, ela está vestindo uma capa de chuva amarela idêntica à que Georgie Denbrough usava quando foi levado pelo Pennywise. Maiores homenagens, referências e inspirações que estas são impossíveis.
    Ainda podemos notar referências a outras obras como "Halloween", "O Sexto Sentido", "Os Goonies", e até obras que envolve o próprio Scott Derrickson, como "A Entidade" e "O Exorcismo de Emily Rose".

    Por outro lado o roteiro do filme é bem clichê, pois tudo que ocorre com o Finney nós já estamos meio que esperando, e muito pela própria sinopse e pelos trailers que se encarregaram de entregar boa parte da história e seus desdobramentos. Temos um começo muito interessante e promissor com o elenco teen, os responsáveis em preparar todo o terreno para o que virá a seguir. De fato o primeiro ato do filme é bom, mas a partir do segundo (a parte do cativeiro) o ritmo cai bastante se tornando lento e repetitivo em sua fórmula. O longa é bem construído e bem arquitetado em quase todos os níveis, mas fica devendo em seus componentes mais intrigantes e que poderiam engrandecer ainda mais a obra, por vezes se perdendo e se deixando levar para um drama familiar já batido. Por outro lado temos um vilão assombroso, macabro, sombrio, metódico, que em até certo ponto é bem construído, mas o roteiro peca exatamente ao decidir contar uma história de serial killer relativamente convencional, por vezes previsível em excesso, chegando no típico terror genérico.

    O elenco infanto-juvenil é o ponto mais positivo de todo o filme!
    Temos a pequenina Madeleine McGraw, que é sem dúvida a melhor de todo o elenco, a que entregou a melhor atuação como Gwen, a irmã do Finney. Madeleine é uma atriz jovem e muito talentosa, que começou sua carreira cinematográfica ainda bem cedo, aos 6 anos em "Sniper Americano". Hoje ela já coleciona em seu currículo filmes como "Homem-Formiga e a Vespa", "Círculo de Fogo: A Revolta" e "A Maldição da Chorona", que acredito que este último deve ter alçado a sua carreira em direção ao "O Telefone Preto". Aqui Madeleine dá um verdadeiro show de interpretação, pois é dela praticamente todos os momentos mais relevantes na trama, com uma atuação muito segura, muito bem conduzida, ela se destaca notoriamente em meio à todos do elenco. Aquela cena que ela apanhou de cinto do pai me cortou o coração, pois ela chorava copiosamente e verdadeiramente, uma verdadeira aula de atuação - sensacional!

    Mason Thames (da série For All Mankind) é o protagonista de toda a história e ele entrega uma boa atuação, ele consegue mesclar bem aqueles momentos de angústia e tensão com os momentos que lhe exige um algo a mais, que lhe exige um posicionamento dentro da trama, ou seja, quando ele é apenas um garoto amedrontado na escola, passando pelo sequestro e chegando no ápice final do seu modo ataque no último ato do filme. Mason é um bom ator, tem um futuro bastante promissor.

    Ethan Hawke sendo Ethan Hawke, ou seja, nos entregando o que ele sabe de melhor na arte de atuar. Hawke nos impressiona com uma performance assustadora, sombria, macabra, com uma postura fria, inquieta, densa, taciturna, que condizia perfeitamente com seu personagem tétrico, pitoresco, tenebroso, categórico e sempre letal. Show, a palavra que define a atuação de Ethan Hawke é show, simplesmente adorei seu personagem, pra mim foi uma escolha perfeita para o papel. Destaque para as várias máscaras assustadoras que ele usa ao longo do filme, cada uma expondo diferentes partes de seu rosto. As máscaras foram desenhadas pelo lendário maquiador protético Tom Savini (o "The Godfather of Gore", pelo seu extremo fascínio por maquiagem de monstro).

    Respondendo a pergunta acima: "O Telefone Preto" tem muito potencial e é muito funcional mas não chega a ser o grande terror do ano, mas com certeza ficará entre eles. É um filme muito bom, muito convincente, presta grandes homenagens e trabalha bem aquela mescla de produções true crime com o horror sobrenatural. De fato temos um thriller arrepiante e assustador, muito por conta da presença vilanesca, com ótimas atuações do elenco infanto-juvenil, com uma cinematografia e uma atmosfera satisfatória. Mas por outro lado o roteiro peca bastante por se tornar lento e repetitivo, e em até certo ponto soa como preguiçoso e clichê. Mas o saldo final ainda é bastante positivo, vale muito a pena conferir esta obra peculiar de Scott Derrickson. [16/07/2022]
    Juan M
    Juan M

    Seguir usuário 58 seguidores Ler as 22 críticas

    5,0
    Enviada em 25 de julho de 2022
    Muito difícil encontrar um filme da qualidade de O Telefone Preto. A crítica deste site já destacou os aspectos de tensão claustrofóbica, a ligação entre irmãos, a empatia que desperta no espectador. Um ponto que me impressionou bastante é como o filme consegue construir uma atmosfera perfeita de suspense, com ambientação primorosa de 1978, parece que estamos vivendo aquela época, a fotografia é espetacular, o filme todo parece ter um filtro suavemente vermelho-amarelado, sutil, mas que transmite a profundidade e melancolia da época. Tomadas de cena perfeitas, ângulos, você vivencia o filme como uma experiência sensorial, a trilha sonora compõe o clima sem se sobressair. É um filme realmente muito bem feito. Convincente. Vale à pena o ingresso, sem sombra de dúvidas.
    Destaque para a atuação das crianças, de primeira qualidade.
    Guilherme  F.
    Guilherme F.

    Seguir usuário 16 seguidores Ler as 12 críticas

    5,0
    Enviada em 25 de julho de 2022
    Excelente filme. Vale demais. Arrisco dizer que o melhor filme de Serial Killer/Suspense/Terror dos últimos anos. Enredo curto, porém muito bem trabalho e sem pontas soltas. A mescla na dosagem certa de sobrenatural e realidade. E óbvio que teremos uma capa amarela de chuva e uma criança na bicicleta e em Denver, afinal temos que remeter a Família King de onde foi inspirado o filme. Parabéns aos envolvidos, muito bom.
    Cleibsom Carlos
    Cleibsom Carlos

    Seguir usuário 5 seguidores Ler as 67 críticas

    2,0
    Enviada em 27 de julho de 2022
    Scott Derrickson é um diretor de "filme de produtor", derivativo e sem criatividade, e o que ele entrega ao público em O TELEFONE PRETO é uma previsibilidade repleta de clichês e inofensiva, bem ao gosto da infantilidade da sociedade atual. O filme é tão esquemático que até parece que seu roteiro foi escrito por algoritmos e não por um ser humano. Alguns de seus diálogos são tão constrangedores que parecem plagiados de um livro de auto ajuda raso e fuleiro, escrito para conduzir à um final apoteótico e catártico digno dos piores dramalhões da face da Terra. E o que dizer do vilão caricato e afetado de Ethan Hawke? Mistura infeliz de Coringa, Leatherface e algum integrante do Slipknot, os maneirismos vazios do personagem são perfeitos no mar de falta de ideias em que ele está inserido. Se alguém merece elogio nisso tudo é a equipe de marketing da produção, pois vender o vazio como se conteúdo tivesse é digno de aplausos, nem que sejam cínicos...
    Ricardo L.
    Ricardo L.

    Seguir usuário 45.644 seguidores Ler as 2.211 críticas

    3,5
    Enviada em 3 de agosto de 2022
    Um filme promissor que entrega a parcialidade que estrega seu bom roteiro, destaque para Ethan Hawke que é um vilão ótimo, apesar das péssimas decisões da direção.
    Diógenes F.
    Diógenes F.

    Seguir usuário Ler as 4 críticas

    1,5
    Enviada em 26 de julho de 2022
    Filme fraco,sem sentido e previsível. Se vc tiver mais de 14 anos nem perca seu tempo. Me iludi totalmente pelas críticas e pelo título, mas é só um filme caça níquel
    Rose O.
    Rose O.

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    1,0
    Enviada em 27 de julho de 2022
    Fime péssimo. Em todos os sentidos, não recomendo.
    Não tem uma história com fundamento, atuação péssima, filme curto, porém cansarivo para assistir por falta de emoção!
    Morini_1970
    Morini_1970

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    0,5
    Enviada em 30 de julho de 2022
    Um dos piores filmes que já assisti.
    Nada faz sentido, totalmente sem lógica.
    E acaba sem maiores explicações.
    NÃO RECOMENDO.
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