Um cosmonauta que tem como destino o local mais distante do sistema solar a fim de ter o entendimento do universo, mas descobre a profundidade de si através de sua consciência, representada inicialmente pela figura de hanus...
Baita filme. Recomendo.
Profundo, intenso... Não é para qualquer um. Tem que gostar desse tipo de filme
Com certeza um dos filmes mais horríveis que já assisti na minha vida, é muito ruim mesmo, no começo parece que vai ser uma história interessante, mas do meio pro final consegue ser ainda pior. spoiler: O papel da aranha gigante maconheira é ser psicóloga de casal. E a esposa do cara uma verdadeira chata, sem consideração com o marido, resolve simplesmente deixá-lo maluco e não responder mais ele, como forma de vingança.
com certeza o pior filme de adam sandler, deu pra ver ele não serve pra fazer filme de drama. só comedia e mesmo assim ainda tem deixado a desejar nos últimos filmes que fez.
Reflexivo, inconclusivo e irregular. Com uma ideia promissora, mas que é mal executado, o longa aborda temas como solidão, desenvolvimento de relações e até mesmo uma perspectiva antropológica. O ritmo inconsistente não apenas prejudica a trama, mas também a atuação de Adam Sandler, destacando-se, no entanto, a performance versátil de Paul Dano, que se sobressai mesmo utilizando apenas sua voz. O filme introduz questões de debate, mas não as explora de uma forma cativante, resultando em uma experiência mais contemplativa do que conclusiva.
Assisti 8 dias após um termino, e sozinho em casa deprimido numa madrugada chuvosa. Uma das melhores experiências com filmes q eu já tive, reflexões do início ao fim juntamente com lembranças. É como se o Hanus falasse com você através do filme.
" Atuação marcante e estética envolvente, mas roteiro explica demais, achando que o espectador seja medíocre." O Astronauta narra a jornada solitária de Jakub Procházka, um astronauta tcheco em missão rumo a uma misteriosa nebulosa que surgiu nos céus da Terra. Durante a viagem, ele enfrenta seus traumas, solidão e reflexões existenciais, enquanto convive com um inesperado alienígena. Dirigido por Johan Renck, o filme mistura drama existencial e ficção científica, mas peca ao simplificar questões profundas. Adam Sandler entrega uma atuação sensível, enquanto o design da nave reflete bem o caos interior do protagonista. Porém, o roteiro é excessivamente explicativo, limitando a experiência filosófica e emocional.
Sinceramente? Adam me surpreendeu negativamente em ter aceitado um papel desses. Que filme ruim. É um daqueles filmes lentos e com imaginação muito noiada. Que perca de tempo.
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