Não recomendado para menos de 14 anos
Em Ana. Sem Título, acompanhamos Stela, uma atriz brasileira que está realizando uma espécie de documentário sobre cartas trocadas por artistas plásticas sul-americanas na década de 70 e 80. Viajando por alguns países da América Latina, ela coleta documentos, trabalhos e outras informações sobre a realidade vivida por essas artistas durante as ditaduras. É assim que ela descobre a existência de Ana, uma jovem brasileira que desapareceu neste sombrio período. Obcecada pela personagem, Stela, então, resolve encontrá-la e descobrir o que aconteceu.
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4,0
Muito bom
Ana. Sem Título
Há poesia na realidade
por Barbara Demerov
A exposição "Mulheres radicais: Arte latino-americana, 1960-1985", apresentada na Pinacoteca de São Paulo no ano de 2018, é o ponto de partida do novo filme de Lúcia Murat. Em Ana. Sem Título, documentário e ficção se fundem de maneira tão natural quanto verdadeira enquanto a diretora aborda a dura realidade de diversas mulheres durante a época da ditadura militar. Para expor esta temática de forma diferenciada, dando ênfase nas mulheres na arte, Stella Rabelo interpreta uma atriz que parte em uma extensa viagem pela América Latina. Tudo isso ao lado da própria Murat e a equipe técnica do filme.Ao visitar o museu, Stela (Rabelo) se depara com a obra que dá título ao filme: uma série de fotografias da artista plástica Ana (Roberta Estrela D'Alva), registrada em 1968. Imediatamente, a protagonista desta experiência tão rica e complexa -- ao mesmo tempo que sensível e humana -- se vê submer
Ler a crítica
1:00

Nacionalidades
Brasil,
Argentina
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2020
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Português, Espanhol
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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