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2,5
185 notas

53 Críticas do usuário

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Caio Silas
Caio Silas

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 15 de setembro de 2024
O filme é abaixo do medíocre. Traz todos os cacoetes do esquerdismo woke assossiados a uma de suas pautas narrativas: a da ditadura da beleza.

O mundo fora devastado pelo uso de combustíveis fósseis, e um grupo de cientistas (os iluminados) foi responsável por pesquisar e criar uma fonte de "energia renovável" para resolver seus problemas. Essa fonte: uma flor! Mas o simplismo não para aí! O "problema" persiste, porque a o ser humano continua a se dividir, a criar fronteiras e países e a se desentender com os seu semelhantes. A solução: realizar cirurgias estéticas que tornarão as pessoas "perfeitas", livres de todo ódio e discriminação. Entretanto, há nessa sociedade um grupo de revolucionários que decidiu lutar e afirmar as suas diferenças. Em razão disso foram marginalizados e combatidos como uma ameaça. Mais clichê do que isso é impossível, e o pior é que o filme todo é embalado com um sentimentalismo tacanho em todas as cenas. A singularidade, por exemplo, é apresentada como o gosto em utilizar apelidinhos carinhosos e fazer atividades radicais adolescentes, como se arriscar por aí em skates voadores.


Não se pensa que as divisões entre os seres humanos são frutos de sua subjetividade e que é isso que enseja as tais fronteiras, algo curiosamente criticado pelo filme, muito menos que os anseios humanos estejama além da estética de um rosto, que é a única coisa que a tal cirurgia corrige. Mais que isso, problemas como o envelhecimento, a necessidade de manutenção da beleza do corpo através de exercícios físicos, o desgaste e as vicissitudes causados pelo labor ou outros aspectos da estética, como a altura, não são abordados. De todo modo, todas as pontas soltas são "explicadas" através de mais um clichê: a lavagem cerebral causada por essa cirurgia, através de uma intervenção física no cérebro, que supostamente consegue implantar uma nova forma de pensar e de ver o mundo.

A ideia de que uma intervenção FÍSICA no cérebro pode implantar ideias e visões de mundo é um acinte à inteligência, mas retrata bem o modo de pensar dos roteiristas adolescentes (malgrado as suas 3, 4, 5 décadas de existência) que dominam Hollywood. E esse simplismo é aplicado ao filme inteiro, tudo é raso, inverossímil e caricato, mas, ainda assim, pretensioso. Tenho certeza de que esses roteiristas devem se achar extremamente criativos, quando apenas repetem todos os clichês dos gêneros saturados a que foram expostos a vida inteira, nesse caso as distopias. A questão é que cada nova versão parece mais desleixada, repleta das mesmas frases prontas e empurrada de mais sentimentalismo travestido de "emoção e profundidade narrativa".
Ricardo Fortes
Ricardo Fortes

2 seguidores 43 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de setembro de 2024
Não acrescente nada de novo ao gênero, muito pelo contrário, repete todos os clichês de filmes distópicos, mas de forma incompetente, a motivação da vilã é estapafúrdia, vilã, que aliás, é uma das mais burras que eu já vi, spoiler: acho que a tal cirurgia acabou com cérebro dela também.
Evellyn V.
Evellyn V.

7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de setembro de 2024
Não é muito revolucionário, tive uma sensação de mais no mesmo. Parece divergente, uma cópia so que pior kkkk
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